28 abril 2006

A Liberdade e o Dia do Trabalhador

Faz hoje precisamente trinta e um anos que escrevi um poema dedicado à Liberdade e a tudo que a ela diz respeito, incluindo a liberdade por que os trabalhadores e camposeses, as mulheres e os homens e os países tanto almejam. O poema está disponível no "Malambas".
Sobre o Dia do Trabalhador poderão, mais tarde, ler um artigo no Notícias Lusófonas.
Os acessos quer ao "Malambas" quer ao "Notícias Lusófonas" podem ser feitos nas "ligações" que estão ao lado.
Um bom fim-de-semana e um bom feriado.

ADENDA: O artigo no "Notícias Lusófonas" está publicado na secção "Manchete" sob o título "Ainda pode ser poesia como o foi há 31 anos"

4 comentários:

Anónimo disse...

É bom também para a Lusofonia ver que o seu blog está muito bem colocado no Top 15 do Eu Sou Jornalista. Parabéns.
OC

ELCAlmeida disse...

Já cabei de ver e sinto-me honrado em estar a par de um órgão tão ilustre como o Jornal de Notícias e de fazer parte de um tão enorme leque onde estão órgãos como o Notícias Lusófonas, o Público, a Bola, o Expresso, o El País ou o AngoNotícias.
É uma responsabilidade acrescida.
Obrigado a todos pela confiança que me transmitem.
Kandando
Eugénio Costa Almeida

ELCAlmeida disse...

cabei ==> acabei;
definitivamente tenho de ver se arranjo também uma empresa que me subsidie a compra de um novo computador.
EA

zapata disse...

Curioso, pesquisava sobre os Bijagós e encontro este blog. Tenho 31 anos e adoraria ler esse poema dedicado à liberdade...mas não o encontrei, nem mesmo no outro blog que sugeriu... Como não o encontrei, deixo aqui umas palavras antes mesmo de o ler...A liberdade só existe quando existe reconhecimento de igualdade entre homens e mulheres, quando a economia é fundada na solidariedade e através de práticas fundadas em relações de colaboração solidária, inspiradas por valores culturais que coloquem o ser humano e o ecossistema lado a lado, tendo como verdade a solidariedade, e vestido a couraça da justiça, calçados os pés no respeito e igualdade de todos e de cada um, esta é a meu ver, a verdadeira “caminhada libertadora”entre os povos neste século.
Zapata