Guiné-Bissau pediu a Angola que a apoie na reabilitação da Comunicação Social (CS) do país pelo que parece ir assinar um protocolo nesse sentido.Provavelmente alguém em Bissau não fez, devidamente, os seus “deveres de casa” e não leu as três últimas edições do Semanário Angolense onde se ataca visceralmente um dos eventuais representantes – um tal Artur Queiroz – de um hipotético grupo económico luso-angolano que quer alterar o actual figurino da CS Angolana.
Pedir ajuda a um país que ainda só tem um jornal diário, e ainda estatal, e um deficiente parque gráfico é não jogar para ganhar mas sim para não perder…
Não acredito que a Guiné-Bissau queira fazer um flick-flack na sua habitual atitude com os representantes da CS quer do país – onde acontecem acidentes estranhos entre jornalistas e veículos da polícia, ou os seus jornalistas têm de sair para fazer o que mais gostam: informar – quer com os órgãos informativos estrangeiros; relembram-se da RTP-África e de como um seu jornalista foi “excomungado”…
Por outro lado, de Angola não parece estar a chegarem boas notícias quanto à CS. O tal grupo, profundamente atacado pelo SA, parece que, além do que vê estar disponível em casa, quer também “atacar” meios externos desde que algumas pessoas sejam “corridas” dos seus actuais postos; segundo parece o órgão que querem comprar é só lido por cerca de 6.000 visitantes/dia; talvez mais do que o Jornal de Angola consegue diariamente ou, semanalmente, o conseguem alguns semanários angolanos. Será falta de confiança no produto nacional?
1 comentário:
Caro amigo,
Deixe-me aproveitar a boleia da enorme audiência que tem o Pululu para dizer que no altohama.blogspot.com também escrevi sobre o mesmo assunto.
Kandandu
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