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17 maio 2012

Novo aeroporto de Luanda…


(Maquete do novo aeroporto; foto Zwela Angola)

O novo aeroporto internacional de Luanda, cuja conclusão da primeira fase está prevista para o segundo semestre deste ano, está projectado para vir a ser dos maiores de África, garantiu em Luanda o ministro dos Transportes.

Estas últimas e recentes medidas não acham que isto se deverá ao facto de cheirar a eleições muito brevemente?

E por falar nisso, quem tem certezas não necessita de apresentar obras “feitas” e quando ainda estão previstas “partes, e só parte” da obra por muito grandiosa – e necessária, assuma-se – que elas sejam!

O aeroporto estará disponível – parte, recorde-se – no segundo semestre deste ano. Fala-se nele, mas ainda não ouvi ninguém falar dos acessos e das ligações rodo e ferroviárias.

Esqueceram-se, ou estão a deixar para mais tarde?

De facto, mostrar tudo de uma vez não convém…

17 março 2010

Aeroporto 4 de Fevereiro… Será possível?!

Segundo o portal Angola24horas, o Aeroporto 4 de Fevereiro, recentemente reinaugurado devido a obras de beneficiação, também, em parte, por causa do CAN2010, terá sido afectado “com a chuva de ontem as 0H50 algumas partes deste aeroporto tinha desabado e dois funcionários ficaram feridos”.


Luanda, como infelizmente uma grande parte do País tem sido afectada por fortes chuvas. Também a província do Cunene, ou a localidade de Caimbambo, na província de Benguela, são alguns dos mais preocupantes exemplos que têm sido fustigadas pelas fortes pluviosidades.


Ora, ainda de acordo com o referido portal, as obras de ampliação e modernização do aeroporto 4 de Fevereiro, que aumentaram a capacidade do movimento de passageiros de 1,2 milhões para 3,6 milhões por ano, teve orçamentos em mais de 150 milhões de dólares e foram efectuadas por uma reconhecida empresa portuguesa de construções.

E andava eu preocupado com as obras rápidas dos chineses…

06 janeiro 2010

O Carnaval chegou mais cedo?

(foto ©FELIX ADAMO/AP-JN/SAPO)

A que chega a psicose do terrorismo e da super-prudência ou a mania da perseguição e da conspiração…

A notícia que se segue é tão caricata que se não fosse estarmos num novo período de tudo pode ser terrorismo até se pensaria que o Carnaval já teria chegado, e mais cedo…

O aeroporto de Meadows Field, na Califórnia, foi evacuado e encerrado durante várias horas depois de ter sido encontrada, na bagagem de um passageiro, uma substância que deu positivo em testes de explosivos. Mas afinal, eram apenas frascos de mel.

Apenas 5 frascos de mel que um incauto e inocente passageiro ia levar para familiares. Bons sensores, não há dúvidas… Mas provavelmente se levasse algum produto de plástico de características explosivas já não seria detectado.

Tal como os que têm entrado nos eventos do senhor Obama e sem convites;
e já são três

29 dezembro 2009

Paulo Kassoma em maré de inaugurações

Duas infra-estruturas aeroportuárias foram hoje inauguradas pelo premiê Paulo Kassoma. Uma foi em Catumbela (Benguela) e outra no Lubango (Huíla). Ambas devido aos compromissos com o CAN2010.


(Parte da área militar e a nova aerogare de Catumbela)
O aeroporto de Catumbela, na prática um importante aeroporto militar (conforme foto chapada em Maio passado) “convertido” em aeroporto civil devido à quase completa desactivação dos aeroportos domésticos do Lobito e de Benguela, na província de Benguela, viu ser hoje inaugurada as novas instalações de apoio ao movimento de passageiros – a nova aerogare – e constatou as melhorias que a pista e a placa sofreram onde poderão aterrar aviões do tipo 737.
o aeroporto do Lubango, o primeiro internacional a ser construído de raiz desde a independência, foi também hoje inaugurado (foto Jornal de Angola).

O aeroporto internacional de Mukanka, assim se chama o novo aeroporto, está preparado para voos nocturnos e para receber aviões de grande porte, nomeadamente, os de longo curso, os 777 ou os velhinhos 747 além de estar preparado para receber cerca de 500 mil passageiros/ano.

Depois das novas instalações aeroportuárias do internacional 4 de Fevereiro, Luanda, ter sido ontem mostrado ao público pelo presidente Eduardo dos Santos agora foram os das províncias de Benguela e Lubango.

De notar que os aeroportos de Cabinda e Huambo também sofreram remodelações recentemente.

Entretanto, e para que o dia não acabasse só no aeroporto, Paulo Kassoma inaugurou, igualmente, o novo estádio nacional da Tundavala, no Lubango, que servirá de sede ao grupo D, onde medirão forças as selecções dos Camarões, Gabão, Zâmbia e Tunísia (foto ANGOP).

Há que aproveitar o momento antes da eventual e já quase anunciada
remodelação governamental

10 janeiro 2008

E o novo aeroporto de Lisboa vai para…

(imagem ©daqui)

…campo de tiro de Alcochete, em Canha, margem sul, segundo o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)!!!
Realmente, só num país como Portugal se poderia pensar fazer um aeroporto, um projecto faraónico, numa região onde não há comércio, escolas – só se forem escolas aeronáuticas, porque das outras não vejo porque são necessárias… –, populações ou cidades, ou seja, numa região desértica para colocar um aeroporto e num campo de tiro. Será por causa da localidade e da localização que soará, por justaposição, como “canhão”?
Um autêntico projecto faraónico.
Realmente, este país que poderia ter um aeroporto espectacular entre duas montanhas, que poderia oferecer aos passageiros, espectaculares os pilotos a fazerem aterragens e levantamentos mirabolantes das aeronaves entre dois morros, ou sobre estacas, passando – leia-se, quase raspando – perto de depósitos de combustíveis, contornar eventuais detritos obtidos durante uma sessão sísmica, como segundo parece é a região da Ota, ter o prazer de penetrar numa penumbra nebulosa matinal – quando por vezes passo pela auto-estrada que existe ao lado da Ota, sinto um prazer enorme em penetrar na neblina, ou nevoeiro matinal da região, pensando que serei contemplado com a visão de D. Sebastião – como é possível que tenham ido para um deserto onde nem os camelos conseguem subsistir – tenho passado inúmeras vezes na auto-estrada que vai para sul e rasa Alcochete e nunca consegui ver um camelo ou um qualquer dromedário, mas também com o cheiro que por lá às vezes nos assalta… – e onde dificilmente se conseguiria ter o prazer de ver transformada uma eventual aterragem numa eventual amaragem?
Realmente, só em Portugal é possível ver-se um Ministro ser tão estranhamente desautorizado e quando só pensa no bem-estar das populações camelísticas…
E por falar em Ministro. Se eu fosse Ministro, e com uma carreira e um cargo técnicos reconhecidos, nunca permitiria – jamais ou "jámé" – que alguém, ainda por cima por carreira é só política, fizesse de mim o mau da fita e me desautorizasse.
A primeira coisa que faria ao apresentar o projecto faraónico seria logo anunciar a minha demissão. Mas como não sou Ministro, nem estou dependente de uma pessoa que "se vira" conforme a força do vento ou do assopro, nem, tão-pouco, preciso de um endireita para colocar a minha espinha erecta…
Mas, e ainda assim e por uma vez, a teimosia não prevaleceu!
Tal como ficámos sem saber quem realmente seriam os detentores dos terrenos para onde inicialmente estava previsto o novo aeroporto. Será que vai haver algumas falências?
Publicado no , de hoje, na secção "Colunistas"

29 agosto 2007

Ota, Alcochete, Portela + 1 e... Fátima?

Já não bastava a ciranda que está a ser a localização do novo aeroporto internacional de Lisboa (se é de Lisboa como aparece fora dela ou do seu distrito) eis que surge mais uma hipótese: Fátima!!!
Sobre isto um artigo de opinião meu hoje publicado na coluna de opinião do Notícias Lusófonas, sob o título "Ota ou Fátima?".

"Quando o Governo ainda não descartou Ota, apesar do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) já ter dado Alcochete como possível alternativa, quando ainda há a possibilidade de estudo de Portela + 1, eis que surge para a mesma região da Ota – quase uma em cima da outra, passe a imagem – a peregrina ideia de se criar um aeroporto em Fátima, aproveitando ao aeródromo já existente, o de Giesteira, só para voos religiosos do Vaticano e da sua companhia de “low cost”.
Tal como já faz para Lourdes e
para outros lugares Santos, os responsáveis aeronáuticos da Santa Sé querem fazer voos directos para Fátima.
Mas então Ota também não estava prevista como aeroporto para fazer face aos desafios de Lisboa e do Centro-oeste onde se insere Fátima?
Será por isso que o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) já veio alertar que… Cuidado! porque, como escreve o Diário Notícias, “
até ao momento não existe qualquer processo em curso para certificação da pista da Giesteira como aeródromo e que o seu uso para aeronaves comerciais "seria abusivo e sujeito às contravenções da lei para estes casos"”.
Alguém não está, ou se esqueceu, de falar com as pessoas certas.
Ou será que Ota já caiu mesmo e no Governo ninguém tem coragem de assumir a derrota e dar, religiosa e peregrinamente, a outra face? Quem se ri é quem, sempre que pode, se põe em bicos de pés para dizer “ganda nóia, eu é que tinha razão…
Uma coisa é certa, os empresários locais já estão a tratar do assunto e o PDM de Fátima prevê a “ampliação de 1600 metros para 1750” metros da pista, com vista a receber futuros voos internacionais.
"

18 junho 2007

Ota ou Alcochete? ou será… OTA?

(com a devida vénia ao blogue ©Pitecos de onde foi surripiado)

Depois de ver os autarcas do Oeste entrarem, para a reunião com o Ministro Mário, Lino, quase em pranto madalénico e saírem com o sorriso bem estampado na cara e pouco faltou afirmarem que Ota está segura; bastou olhar para as suas carinhas todos juntos na foto para a TV…
Depois de ver uns dizerem que o dossiê Alcochete foi concertado – ou, mais correctamente, avançou – depois do acordo e apoio de Sócrates…
Depois de ouvir o Ministro, tipo “último a saber”, afirmar que não houve conversas nenhumas com o Governo…
Depois de ouvir o representante do Porto dizer que esteve mas saiu, até porque, e naturalmente, a Invicta não quererá perder o seu aeroporto o que poderia acontecer com o TGV, o que seria o mais natural…
Depois de ouvir o candidato António Costa, ex-membro do Governo e candidato pelo partido que suporta o Governo afirmar que Portela já era, este estudo cai como mel…
Depois de ouvir o Conselheiro de Estado – e dizem muito próximo de Cavaco que parece ter “encomendado” o estudo do dossiê Alcochete – o senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa quase afirmar que o LNEC irá ser obrigado a perder tempo a estudar Alcochete até porque um Ministro já terá afirmado que quem decidiria politicamente era o governo; ou seja, para Marcelo este estudo dá uma trégua de seis meses que o Governo passe o semestre sem o aborrecerem com “aeroportos” dado que vai haver eleições para Lisboa e a presidência europeia…
Apesar dos ambientistas não estarem certos que Alcochete seja vantajoso – penso que sempre seria melhor para o ambiente que andarem lá descarregar bombinhas e balinhas – consideram que Ota nem pensar
Só posso “quase” afirmar que o dossiê Ota já era e que o Aeroporto Internacional de Lisboa, vulgo “Portela”, vai ser brilhantemente substituído pelo Aeroporto da …OTA!!!!
E compreende-se.
Para quê obrigar a União Europeia conceder mais verbas para um aeroporto que iria ficar numa região desértica do que para um aeroporto que iria ficar assente em estacas?
Para quê perder os estudos feitos com a ida de um TGV para o Porto e subsequentemente um ramal para a Ota, só porque esse mesmo TGV tem de ir para Madrid passando quase ao lado do novo estudo – que por acaso tem por destino, o lixo –, o dossiê Alcochete.
Que interessa que Augusto Mateus afirme que mesmo que o aeroporto não siga para a Ota o oeste não irá perder vantagens, dado que o plano estratégico previsto para a zona Oeste não será afectado?
E, depois, como é que se iria substituir o actual campo de tiro da Força Aérea e para onde ia se, mais ao sul, também um deserto, estão os celebérrimos linces ibéricos, por acaso quase extintos; e se é que ainda há algum em liberdade ou vivo.
É por estas e por outras que acredito na política portuguesa. É tão previsível e tão transparente que antes de serem já as coisas foram.
Dúvidas?
Remeto-vos para o primeiro parágrafo.
(Transcrito na íntegra no , como artigo de Opinião)

21 abril 2007

Ota, quem são os donos?

(O aero(hidro)porto vai ser aqui?; foto surripiada ©daqui)

De acordo com uma notícia da Lusa, o dirigente da “Nova Democracia” (PND), Jorge Ferreira, terá sugerido ao Governo da República Portuguesa a identificação dos donos dos terrenos onde irá, futuramente, assentar o aeroporto da OTA.
Ora aí está um pedido inteligente.
Assim sempre se saberá se serão veras ou falsas as notícias que dão como sendo donos, uma instituição bancária, ou uma sua fundação, um antigo alto magistrado da nação portuguesa e um ainda presidente – ou uma fundação a ele ligado – de um país algures lá para o cone centro-austral de África.
Acabavam-se as dúvidas quanto a eventuais especulações imobiliárias e ficavam definitivamente limpos os nomes mais citados.
Será que o Governo vai na conversa?
Cá por mim e como o Governo português transpira tanta transparência é já amanhã – há quem já esteja habituado a saber e ver divulgadas as coisas ao domingo… – que vai divulgar os nomes!
… É que é já amanhã!...
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Nota: Apontamento citado no portal "Demoliberal" na rubrica "Hoje convidamos..."
Ah! e já agora interessante esta "liberdade" de expressão na República portuguesa " (...) os principais responsáveis que superintenderam à elaboração do estudo que alertou para os problemas do espaço aéreo na Ota vão ser todos substituídos (...)"
Ou seja, quem não respirar como os chefes vai fazê-lo para o "olho da rua"!!!
Com ensinamentos destes como se pode criticar aqueles que copiam "as boas normas" dos seus "padrinhos" do Norte?...

27 março 2007

O novo aeroporto de Lisboa

(Para os defensores de uma 3ª via, a localização seria a Leste de Rio Frio, salvaguardando-se o montado; imagem ©daqui)
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Interessante o debate, entre engenheiros, no programa da RTP, “Prós e Contras” sobre a localização e custos do novo aeroporto da região de Lisboa.
Um debate entre os defensores da proposta actual, Ota na região a norte de Lisboa, e os defensores de uma terceira alternativa, em princípio na margem sul, entre a província de Setúbal e o Alentejo.
Interessante ver que há aqueles para quem a Ota é 'o', e não um, facto consumado, para se fazer de imediato e sem delongas e aqueles que sem dizerem que se deve parar já com a Ota, propõem um estudo complementar de ou sobre outras viabilidades.
Porque é que há tanta esta necessidade de se avançar para a Ota a qualquer custo?
Será que existem outros interesses obscuros que alguém faz por não deixar emergir?
Porque se mantém a negação à margem sul do Tejo dado que seria em zonas planas, ao contrário da Ota que está “ladeada” de morros, que passa perto de uma auto-estrada que, no Inverno, não poucas vezes, está envolta em nevoeiro e como um dos oradores relembrou tem a 2 (dois) minutos da embocadura da pista um complexo petroquímico (combustíveis líquidos e gaseificados) em Aveiras de Cima.
Perguntas pertinentes que ficam por clarificar.
Entretanto, alguns números – económicos – foram avançados e pouco, ou nada, clarificados porque como alguém muito bem afirmou, o novo aeroporto de Lisboa é um debate entre "os pagadores de impostos e os gastadores de impostos"!!
Lapidar.