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15 maio 2012

O raio que o parta...

Elcalmeida; montagem a partir de algumas fotos)

A primeira medida de François Hollande tomou após ser empossado não foi apresentar o seu gabinete mas visitar a senhora Merkel em Berlim.

Apesar de Hollande ter defendido, durante a campanha eleitoral, um maior crescimento e uma menor austeridade, por coincidência ou por efeito dos deuses pró-austeridade, o avião foi atingido por uma tempestade durante o trajecto Paris-Berlim.

Vá-se lá saber os desígnios  dos eurocratas...

05 maio 2012

Eleições na Europa comunitária…


(qual será, amanhã, o balão que estoirará?...)

Amanhã vai ser dia “D” para dois Estados da União Europeia.

Vão ocorrer a segunda volta das presidenciais francesas entre o candidato a suceder a si próprio, o senhor Sarkozy, conservador ou lá o que ele se auto-intitula, e o socialista Hollande.

Vai ser uma disputa entre os situacionismo vigente e liderado pela senhora Merkel, da Alemanha, com o beneplácito do novo “petit Napoléon” e o, parece, “utópico crescimento” de Hollande – esta de prometer empregos aos milhares já me parece ser sina dos socialistas; a primeira vez que o ouvi foi com o português Sócrates!

A segunda eleição, e talvez a mais importante para o futuro da União Europeia e do euro, acontecerá com as legislativas da Grécia.

À partida tudo conjuga que os dois partidos do sistema, que subscreveram o memorando com o grupo UE/BCE/FMI – vulgo troika (à falta de melhor foram buscar uma palavra eslava) –, não conseguirão, qualquer um deles, obter a maioria absoluta para governar; a que se junta o facto do PASOK, socialistas, já ter afirmado – nem tudo o que se diz hoje é verdadeiro amanhã – que não irá governar com a Nova Democracia, conservadora.

Acresce que partidos anti-europeus (ou anti-federalistas, talvez seja mais correcto) da extrema-direita, neo-nazi, e da extrema-esquerda, estão a ver as suas bases, pelo menos a fazer fé nas sondagens ocorridas antes do início da campanha eleitoral – são proibidas durante –, a subir exponencialmente e a colocar em perigo vários aspectos das relações helénico-europeias.

Desde logo se a Grécia sair do Euro ou, mesmo, da União Europeia quais serão as consequências para certas relações financeiras com os seus dois habituais aliados?

Quer a França, quer, e principalmente, a Alemanha têm bancos afundados na Grécia até aos colarinhos.

Uma saída da Grécia do esquema europeu e alguns dos principais bancos franco-germânicos teriam de ser apoiados pelos seus Governos sob pena de se afundarem de vez com as inevitáveis consequências.

E, por arrastamento, toda a economia europeia ficaria em bolandas…

11 julho 2011

Angela Merkel em Angola

(imagem do N. Lusófonas)

"A líder do economicamente mais forte país da União Europeia (EU) – considerado o motor da UE –, a senhor Angela Merkel, chanceler da Alemanha, vai efectuar um périplo por África, onde inclui, como uma segunda visita, uma estadia em Angola, nas próximas terça e quarta-feira.

Nada demais. Será, por certo, uma visita a retribuir a do presidente Eduardo dos Santos efectuada em 2009, visando, uma vez mais e como sempre, o reforço das relações diplomáticas e económicas entre o potentado alemão e o seu terceiro parceiro económico ao sul do Sahara e segunda potência regional da África meridional.

É assente que o desenvolvimento que Angola vem registando nos últimos anos, sobretudo após a implementação da Paz no País, tem trazido às terras de NJinga e de Ngola Kiluange muitos dirigentes internacionais com vista à estímulo do comércio entre Angola e os seus países bem como mostrar o quanto admiram a forma como, nos tempos modernos – principalmente depois dos casos que ocorreram (e ocorrem) no Norte de África e no Golfo da Guiné –, ainda persista uma democracia pri-mexica-hegemónica como a que vigora em Angola. ...)" (continuar a ler aqui ou aqui)
Publicado no , secção "Colunistas", de hoje

09 novembro 2009

Berlim, e o Muro implodiu há 20 anos!

(Foto EPA/Wolfgang Kumm/Oje)

Faz hoje 20 anos que o então chamado “Muro de Berlim” – ou Muro da Vergonha – caiu depois que Gorbachev mostrou ao então líder da então República Democrática da Alemanha, Egon Krenz, que o Mundo estava em mudança, que na Rússia já decorria uma Perestroika devido a uma quase líquida Glasnost, sem podermos nunca esquecer o enorme contributo polaco através do movimento cívico-sindical Solidarność (Solidariedade).

Pena é que 20 anos depois se veja outros Muros (
aqui e aqui) a serem erguidos ou que algumas personaliaddes ainda não tenham percebido que com a implosão do Muro apareceu um novo ideal político onde as Democracia não se podem assentar no exclusivo predomínio abusador de algumas maiorias…

08 outubro 2007

Alemanha na liderança

"Depois de ter mandado às malvas os chineses recebendo o líder religioso Dalai Lama, a nova dama-de-ferro da Europa, a senhora Angela Merkel, chanceler alemã, afirmou que vai estar presente na Cimeira “União Europeia-África” que se realiza em Lisboa, entre 2 e 9 de Dezembro próximos, mesmo que Mugabe decida participar de pleno direito e como lhe compete enquanto presidente de um Estado africano – ainda por cima membro da União Africana, ao contrário, por exemplo de Marrocos –, votado legitimamente ou não nas urnas.
Pelos vistos a chanceler alemã, ao contrário do seu homólogo britânico Gordon Brown, não teme que a presença de Mugabe desvie a atenção dos problemas cadentes por que passa o Continente Africano. (...)
" (continuar a ler aqui).
Artigo publicado na edição 73 d' , datada de hoje.

02 outubro 2007

Eu também vou...

(venha o leme a mim...)
Primeiro mandou às malvas os chineses recebendo o líder religioso Dalai Lama, aagora nova dama-de-ferro da Europa, a senhora Angela Merkel, chanceler alemã, afirmou que vai estar presente na Cimeira “União Europeia-África” que se realiza em Lisboa, de 8 a 9 de Dezembro próximos, mesmo que Mugabe decida participar como já tem afirmado.
Quem não estiver bem que se mude. para a chanceler a presença de Mugabe não vai alterar o cariz da Cimeira. E se isso acontecesse porque não o fariam, também, alguns outros tão iguais ou...
O novo pragmatismo alemão a encabecear a Europa, ao mesmo tempo que não descura África...

17 setembro 2005

Alemanha a Votos

O 18 de Setembro poderá ser um dia histórico para a Europa.
A Locomotiva europeia vai a votos com os conservadores a poderem voltar ao poder de onde estão arredados desde 1998.
A Europa, em geral, e Portugal, em particular seguem com muito interesse estas eleições.
Delas poderá depender o relançamento da economia europeia; o como relembra Liliana Castro, na sua rubrica “Ser Europeu” no sítio Notícias Lusófonas, a Alemanha “país fundador da União Europeia e um dos seus principais motores, tem responsabilidades não só para com a sua população mas também para com todos os europeus que partilham uma realidade que a própria Alemanha sustenta.”
E é essa Alemanha que irá despontar das eleições de amanhã que se perfila como uma incógnita. Das eleições poderá surgir um novo chanceler, a democrata-cristã Angela Merkel, da CDU-CSU, ou a manutenção – e aí reforçada – do ainda chanceler e social-democrata Gerhard Schroeder.
Estão em jogo não só questões económicas (reformas tributárias) como sociais (reformas laborais, no caso de Schroeder, a aprovação do pacote Hartz 4º) e políticas (a protelação da entrada da Turquia no clube da EU como defende Merkel).
As sondagens iniciais davam uma clara vitória conservadora; mas os social-democratas parecem estar a ganhar terreno.
Quem amanhã irá cantar vitória.

27 junho 2005

Alemanha plataforma africana para as eleições?

A Fundação Konrad Adenauer, próxima dos partidos de centro-direita alemã, vai levar a efeito uma Conferência com a presença de um número assinalável de partidos oposicionistas africanos.
Image hosted by Photobucket.com A conferência, que se realiza no próximo dia 29, intitulada “Desafios e áreas de participação dos Partidos de Oposição africanos” conta com a presença confirmada da UNITA, representada por Isaías Samakuva e por Carlos Kandanda, secretário para as relações externas, que dissertará sobre a “Corrupção na Política” – será que alguém vai atirar a primeira pedra? -, e de Buthelezi, do Inkatha Freedom Party, da África do Sul, prevendo-se que apareçam também, Dhlakama, e líderes oposicionistas da Namíbia, Zimbabwe e Malawi.
Image hosted by Photobucket.comMas também o MPLA, está na Alemanha em sessões de esclarecimento, através dos Comités de Acção.
Uma das suas primeiras medidas será a inauguração de um Comité em Essen, cumprindo, assim, os estatutos do partido que diz, no seu artº. 37, ser prioritária a criação de estruturas no exterior.

Ou seja, será que a Diáspora angolana já “sabe” que vai poder votar nas próximas eleições(?) de 2006 e ainda ninguém lhe disse?
De uma coisa estamos certos.
É no exterior que os principais partidos, quer angolanos, quer de outros Estados afro-austrais se melhor movimentam.
Será isto um indício claro que a liberdade “cá dentro” é melhor “lá fora”?