(Olhando o futuro com esperança e interrogação)
Já quase passou mais um Dia Mundial da Paz um dia em que todos os anos renovamos a esperança de Paz, Fraternidade, Amizade e dias melhores para nós e para os nossos países.
Como outros dias, alguns quantos esqueceram-se que entrava um novo ano, novas perspectivas e novos desejos como, por exemplo, precisamente menos guerras e mais fraternidade.
Tailândia acordou para a realidade
5 minutos após a entrada do novo ano.
Indonésia, embora por outras razões, que tinha visto o ano acabar com um
naufrágio vê, espera-se, o primeiro dia do novo ano terminar com o desaparecimento de um
avião que fazia as ligações internas entre duas ilhas.
Na Somália, apesar de nas últimas horas o Governo de Transição oferecer
amnistia aos milicianos da UTI, no início do novo ano, ainda se verificavam
combates entre as duas milícias e tropas etíopes e alguns quantos a pilharem o pouco que o país ainda tem não se sabendo o que irá acontecer quando os milicianos islâmicos
fugirem, como parece estar a acontecer.
Mas, felizmente, nem tudo são más notícias.
Cheguei ao artigo que segue, através da mwanapwo. de acordo com uma análise deo
Denudado, há um povo insular algures entre o subcontinente indiano e a indochina que não só parece ter previsto o
tsunami que aconteceu já vão 2 (dois) anos, como nenhum dos seus membros pereceu nesse fatídico dia de 26 de Dezembro de 2004.
Um interessante artigo a não perder lendo
aqui (a foto foi lá
roubada); há lá um povo que talvez dia mais aos africanos do que possam pensar.
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ADENDA: E um número que se esperava e desejava que nunca viesse a acontecer, já aconteceu. Segundo o portal GlobalSecurity.com, citado pela edição online do semanário
Sol, os militares norte-americanos (e só os norte-americanos) atingiram, hoje neste Dia que se quer de Paz, os tristes 3.002 mortos em combate e 22.401 feridos (o Pentágono, em 29 de Dezembro anunciava 2.983 soldados mortos e 22.565 feridos).
Em qualquer dos casos, números que ultrapassam as vítimas do pós 11 de Setembro. Até quando se justifica esta vontade do senhor Bush em mandar filhos dos seus concidadãos para uma guerra que, até hoje, nunca foi cabalmente justificada?