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29 abril 2013

Dia Mundial da Dança


(Foto ©Raul Boze para CDC - Angola)

Porque hoje é Dia Mundial da Dança, esta oferta da Companhia de Dança Contemporânea, de Angola, a todos nós.
Esta data foi instituída pela UNESCO, em 1982, pelo facto de ser a data de nascimento do coreógrafo francês Jean-Georges Noverre (1727-1810), o qual esta organização internacional reconheceu como o grande precursor da profissionalização da dança.

21 janeiro 2013

Obrigado CDC


Ontem tive a oportunidade de assistir ao espectáculo de dança da Companhia de Dança Contemporânea (CDC) de Angola sob a supervisão, direcção artística e coordenação de Ana Clara G. Marques.

Um espectáculo intitulado “Paisagens Propícias”.

Recorde-se que este espectáculo, com coreografia de Rui Lopes Graça, era para se ter estreado em Angola, no centenário e velhinho Nacional (Luanda).

Infelizmente, razões de segurança que o teatro Nacional não oferece – bem como a salvaguarda da integridade física dos artistas e do próprio espectáculo – levaram que a CDC decidisse não efectuar o espectáculo em Luanda.

É, talvez, e volto a reafirma-lo como já o fiz na altura, que o nosso Governo comece também olhar para a Cultura com os olhos que ela merece.

Principalmente para a Cultura nacional oferecendo aos angolanos uma sala de espectáculos própria para a Dança e para o Canto e para outras actividades como o Teatro.

Fazer uma nova, com as modernas condições técnicas sem esquecer, naturalmente, em recuperar aquelas que sejam possíveis de o fazer, como, por exemplo, o centenário Teatro Nacional.

Que o exemplo de ontem, no português Teatro Camões, uma meia casa numa terceira sessão e de um espectáculo diferente do que os portugueses estão habituados, faça compreender os nossos governantes e a Ministra da Cultura para aquela necessidade.

Note-se que este espectáculo do CDC ainda vai percorrer outras paragens portuguesas, como por exemplo Bragança (podem ver o programa no Facebook em CDC).

30 novembro 2012

Dança cancela temporada


(foto Kostadin Luchansky . CDC Angola)

Como é evidente, e o grupo nos diz pouco desfia as razões para tal, não sei as totais razões porque o grupo de dança angolano CDC decidiu cancelar a temporada que está quase a terminar.


Segundo uma nota da CDC–Companhia de Dança Contemporânea de Angola, o grupo que iria começar a temporada a 1 de Dezembro próximo – Dia Mundial da Luta contra o SIDA –, foi obrigado a cancelar a sua temporada por ter sido detectado, dois dias antes da estreia, “uma fenda grave numa das paredes principais do único teatro existente em Luanda, o Nacional Cine-Teatro (Chá de Caxinde), a qual, segundo a equipa de engenheiros que se deslocaram ao local, poderá ruir, originando o desabamento do tecto”.

Ainda assim, a CDC espera levar a cena o espectáculo previsto na temporada de 2013 que deverá iniciar-se no decorrer do primeiro trimestre.

É evidente que primeiro está a vida dos artistas e depois o espectáculo.

Mas, e o CDC que me desculpe, se houvesse vontade de todos – e quando digo todos, incluo, naturalmente, as autoridades e o Ministério da Cultura – de certeza que se encontraria outra sala de espectáculos que pudessem albergar a companhia de dança, talvez a mais representativa da dança angolana. Como, por exemplo, um salão de Congressos…

Há muito que se sabe que o nacional precisa de obras urgentes.

Há muito que se sabe que Luanda carece de uma sala própria para espectáculos como a dança ou o belle canto.

Que este cancelamento possa abrir, de vez, os olhos aos nossos governantes e, em particular, à minha patrícia lobitanga e Minsitra da Cultura; que bem sabe como nós gostamos de bons espectáculos!

10 setembro 2009

Bailado angolano do CDC de volta aos palcos

Nos próximos dias 18 a 20 e de 24 a 27 de Setembro, o Teatro Nacional Chá de Caxinde vai receber o novo Bailado da Companhia de Dança Contemporânea de Angola, sob direcção coreográfica e artística de Ana Clara Guerra Marques.

O bailado que se chama “Peças para uma Sombra iniciada e outros Rituais mais ou menos” terá a acompanhá-lo extractos de textos e entrevistas da coreógrafa, de David Mwa Mudiandu, Américo Correia de Oliveira, e de um conto cokwe que será dito em várias línguas nacionais.