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01 janeiro 2013

Acabou mal o dia de S. Silvestre em Luanda…

(Só o logótipo em fogo do cartaz quase que dizia a que iam...; foto recolhida no blogue Universal)

Dois apontamentos ontem e hoje colocados na minha página do Facebook sobre o hipotético acto de fé que deveria ter ocorrido ontem no Estádio da Cidadela e que resultou em vítimas mortais e inúmeros feridos.


Ontem ao cair do ano…
Lamentável que o final do ano termine tão mal em Luanda, mais concretamente no Estádio da Cidadela- Segundo Coque Mukuta e citado no blogue Universal terá ocorrido uma tragédia no Estádio da Cidadela. Esta notícia recebi-a, primeiro, a partir de Berlim:

"Mais de 12 fiéis maioritariamente crianças morrem por asfixia na vigília da igreja universal na cidadela. A propaganda daqueles dirigentes religiosos era “o fim dos seus problemas”, afinal os problemas só acabam mesmo com o fim da vida? O recinto está lotado e o pessoal vai caindo. São encaminhados para o Américo Boavida e muitos deles acabam por morrer. Fala-se já em 12 mortos"

Lamentável como se usa o dogmatismo religiosos para fins pouco admissíveis ou sem se cuidar, devidamente, da segurança de fieis e, principalmente, do das crianças!

Hoje, no novo ano e após ler sobre esta notícia no SAPO.ao:
A TPA no noticiário da hora de almoço já avançava com 13 vítimas mortais, sendo que 12 parecem ter dado entrada no Américo Boavida.

Como é possível que os nossos concidadãos ainda vão na onda de uma igreja - com "i" muito pequeno - que mais não demonstra ser que um receptáculo de dinheiro e pouca religião.

Quem faz uma propaganda de "Fim" e anuncia o fim dos problemas não é uma igreja nem um visionário; é um charlatão.

Para isso há os psicólogos clínicos que, mesmo eles, não acabam com os problemas, ajudam a lidar com estes!

Aos familiares das vítimas o meu lamento e os meus sentimentos. Ao Governo e às autoridades que da próxima vez que autorizarem estas "manifestações" obriguem ao acompanhamento de apoios médicos, bombeiros e autoridades!

30 outubro 2012

E o "Sandy" tudo mudou...


(foto ©Elcalmeida, New York, Abril 1988, a partir de uma das torres do antigo WTC)


A minha homenagem à cidade que nunca dorme, New York, e ao povo norte-americano depois da "visita", mais que intempestiva, das forças da Natureza, mais concretamente, pelo furacão/ciclone Sandy.

E, já agora, não esquecer a catástrofe que provocou nas ilhas das Caraíbas, em particular, no Haiti e em Cuba!

13 janeiro 2011

Cheias, cheias e mais cheias e outras catástrofes…

(Brisbane, Austrália; imagem da Internet)

O ano de 2011 está a iniciar muito mal. São só cheias no Estado de Queensland, Austrália, cheias no Estado do Rio de Janeiro, Brasil e mais cheias em Sri Lanka e no Sudeste da África Austral, nomeadamente e como habitualmente, em Moçambique, em parte devido também às chuvas intensas nos países vizinhos.


Parece que El Niño está aí em força!


E já não contamos com os sismos (Chile e Nova Caledónia) e com as crises políticas na Argélia, Tunísia e a manutenção da crise na Costa do Marfim


Isto para não evocar um ano depois do sismo do Haiti onde tudo continua na mesma fora o número de mortos que parecem continuar a aumentar e depois de tão propalada e badalada ajuda mediática que nunca mais aparece...

20 fevereiro 2010

Madeira, a minha solidariedade

Há palavras que, por vezes, são desnecessárias, tal o impacto e a crueza do que os meios televisionais nos oferecem.


O que hoje se passou no Arquipélago da Madeira foi – é – isso mesmo!


A minha pequenez, enquanto ser humano só pode permitir-me dar a minha solidariedade e respeito pelos madeirenses, da Ilhas e da sua Diáspora.


Para mais informações pode ler a(s) notícia(s) aqui, no Notícias Lusófonas

12 maio 2008

A Natureza é quem mais manda

(imagem DW-world)
No Ano Internacional da Terra, a Natureza continua a afirmar que é ela quem mais manda e não a mentecapticidade da Humanidade.
Depois da secas e cheias que ciclicamente a Terra sofre, do tsunami de 26 de Dezembro de 2004, parece que o Homem ainda não terá compreendido que muita da culpa é sua.
Sentimos, há dias, a catástrofe da Birmânia – que os seus dirigentes parecem querer perpetuar socialmente –, voltamos a ver o vulcão Etna entrar, de novo e após meses de sossego – continuamos a aguardar pelo supervulcão –, em forte erupção e acabámos de saber que a China sofreu, hoje, um forte abalo telúrico com muitas vítimas, entre as quais contam-se, principalmente, crianças que teriam ficado soterradas sob escolas destruídas.
Como não respeitamos as linhas de água, nem os terrenos onde pisamos, pensando somente no lucro rápido e fácil e no bonito da aparência para o Mundo exterior…
A Natureza avisa e castiga!

26 dezembro 2007

E elas voltam de novo

(foto ©DN)

Um ano depois, as cheias voltam ao centro de Moçambique.
Tal como há cerca de um ano, já estão a fazer vítimas além dos elevados prejuízos que acarretam sempre.
Até quando o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades e o Governo vão permitir que as populações continuem a construir nas orlas fluviais e nas zonas de aluvião sempre sujeitas às cheias e às consequências delas inerentes?
Um facto cíclico que parece haver quem o queira manter. E ainda estamos no início do ciclo.
Provavelmente os fundos dados pela caridade humanitária são mais interessantes que as vidas e os prejuízos decorrentes das cheias…
Moçambique não precisa de viver deste artifício. Basta que o INGC e o Governo façam cumprir a lei e, de certeza, que o dinheiro gasto na recolha e realojamento das vítimas será melhor aplicado.
Ou também talvez haja quem se queira aproveitar das cheias para ganhar melhores condições de habitabilidade…

22 fevereiro 2007

Portugal ajuda esforçadamente refugiados moçambicanos

(Uma ilha de ocasião no Zambeze; Foto ©DN/Sapo)

Apesar do governo moçambicano não precisar de ajuda (vejam apontamento aqui recentemente deixado) ainda assim o Estado português, através da magnanimidade da sua embaixada, ofertou ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) 25 (por extenso para se ler bem, vinte e cinco) tendas para ajudar a suprir a escassez de abrigos existentes nos centros de acolhimento de refugiados das cheias do Zambeze; cerca de 71.106 pessoas..
Apesar do sentido lamento do meu amigo Orlando Castro por Portugal só ter oferecido as tais 25 tendas sempre é mais que aquilo que os catalães da Agência Catalã de Cooperação para o Desenvolvimento (ACCD) e da Cruz Vermelha ousaram oferecer: cinco mil mantas, 3.000 lonas para tendas de campanha, mil "kits" de cozinha e 2.300 bidões de água de 20 litros cada.
É que as 25 tendas, são 25 tendas e já não precisam de ser montadas ao contrário das lonas catalãs…
E depois, nesta altura do ano, para que são precisas mantas se se está na época quente?
E para que são necessários os bidões? só pode ser para gozar! Então com tanta água à volta, para que haveriam os refugiados moçambicanos de suportar o peso de um bidão de 20 litros?
Que falta de sensibilidade catalã…
Orlando Castro propunha que os moçambicanos devolvessem as tendas para que Portugal protegesse os seus mendigos, principalmente nesta época de fortes intempéries e muito frio.
Por mim propunha que as devolvessem, sim, mas para acolher as dezenas de pessoas que, diariamente, vão para as bichas – perdão, filas – dos ainda abertos Centros de Saúde e Hospitais até serem atendidos em tempo útil!
Haja pachorra e depois não se admirem que a Lusofonia seja gozada face a estas simbólicas ofertas, porque quero acreditar que isto mais não foi que uma simbólica oferta até Portugal saber das reais necessidades moçambicanas.
É que eu ainda quero acreditar nas pessoas e na solidariedade!!
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Adenda: E como já não bastasse as cheias o centro de Moçambique foi “atravessado” por um ciclone, o Favio, com ventos na ordem dos 180 km hora que obrigou os turistas do resort da ilha Bazaruto (distrito de Inhambane) a serem evacuados para a ilha de Inhaca, ao largo de Maputo (cerca de 600 quilómetros a sul).
O ciclone desloca-se para norte e deverá passar pela cidade da Beira esta madrugada devendo inflectir para o interior do país, para os distritos de Nhamatanda e Muanza e atravessar o Zambeze onde deverá perder parte substancial da sua força destruidora.

31 janeiro 2007

Este é (era?) o Estádio da Cidadela

(recebido via e-mail; desconheço o feliz autor)

O trágico efeito das fortes chuvadas que caíram em Luanda está bem patente nesta foto que recebi hoje via e-mail: o estádio Nacional da Cidadela que tantas alegrias tem dado ao “povão” angolano transformado numa Piscina super-olímpica.
Em vésperas de Angola começar a sua caminhada para o CAN2010 pode-se dizer que foram chuvadas inoportunas ou então que São Pedro não gosta dos nossos “Palancas Negras”.
E olhem que não sou supersticioso, porque senão pensaria que o Supremo estaria contra a governação local…
E por falar em local e chuvadas, hoje a Manchete do Notícias Lusófonas perguntava – de uma forma semelhante a que já há dias o fiz, mas para outro assunto – se Angola é Luanda e o resto é paisagem, dado que só se fala em Luanda e quando se sabe que outras paragens do país tiveram, igualmente, fortes chuvadas registando-se, igualmente, inúmeros prejuízos.

22 janeiro 2007

O efeito-estufa?

Moçambique, mais especificamente a região do Zambeze e na província de Nampula, está há uns dias sob fortes chuvadas com direito a avisos de eventuais cheias. A construção de uma ponte sobre o Zambeze está parada e em Nampula alguns milhares já estão sem abrigo.
Angola, em particular Luanda, que quase paralisou hoje, e Lundas, onde, segundo a RDP-África, casas foram varridas pela força das chuvas, estão sob castigo da tormenta que caiu; segundo vozes críticas tudo porque há obras que se mantém tempo demais e sem cumprirem os mínimos requisitos de segurança para as populações havendo casas quase integralmente submersas, como documentaram imagens da RTP-África hoje emitidas.
Em São Tomé e Príncipe – tal como já tinha acontecido no início do ano em Cabo Verde – apareceu a bruma seca que está pôr em perigo não só a saúde das populações como os transportes marítimos e aéreos. Esta bruma, composta de um pó branco, é proveniente do deserto do Saara. Será que ainda é efeitos dos pós levantados pela caravana do Lisboa-Dakar?
Em Portugal as marés, nomeadamente na margem sul da foz do Tejo, frente a Lisboa, estão a dizimar as margens e colocar em perigo as dunas classificadas como património.
Entretanto os especialistas avisam que as alterações climatéricas poderão ser importantes dentro de algumas poucas décadas com períodos estivais muito secos e de chuvas muito intensas.
Tudo parece ter como base no chamado efeito-estufa que alguns países continuam a não acreditar poder haver…



(Nota: As fotos de Luanda e STP foram obtidas via RTP-África)

28 agosto 2006

Katrina, um ano depois o que mudou?

(Jazz em New Orleans, ©foto daqui)

Há um ano o Mundo acordava para uma realidade, até então, impensável.
Os EUA, depois de terem sido confrontados com a incapacidade para fazer face a uma catástrofe terrorista, continuavam a mostrar também não estarem preparados para uma outra hecatombe, desta feita uma calamidade natural.
Há um ano, a capital do Jazz tornava-se e agonizava, por força de um golpe de ventos e chuvas numa cidade lacustre onde milhares pereceram e outros mais viram as suas vidas se alterarem irremediavelmente, e tudo devido à incapacidade humana de prever o que poderia acontecer caso fosse vítima, como infelizmente foi, de um furacão.
Há um ano os diques criados pela suposta inteligência humana foram derrotados pela força bruta da natureza que pôs a nu o que muitos alguma vez esperavam vir a acontecer: os EUA mostravam que a pobreza – no caso a extrema pobreza – não era um nicho, mas uma realidade nacional.
Um ano depois o que constatamos?
Uma New Orleans que perdeu, irremediavelmente, milhares de moradores, principalmente aqueles que davam luz e cor à cidade; vê recreados os Casinos e salas de jogo, considerados como necessários para o fomento do turismo, como se este sobrevivesse só as fichas, as slot machines e as cartas e não as vozes profundas e graves do Jazz; parte da cidade ser ocupada não pelas pessoas mas pelo capim que cresce à volta das antigas residências; os diques a reerguerem-se embora já haja críticas dado que estão a utilizar a mesma engenharia que provou ser incapaz de fazer frente à força bruta das águas que varreram New Orleans.
Um ano depois New Orleans está, de novo, sob o espectro de um furacão, desta feita de nome Ernesto, esperando ser poupada. Poderá o que resta de New Orleans suportar uma nova catástrofe natural quando ainda não recuperou, minimamente, da anterior?
E será que, alguma vez, New Orleans poderá atingir os níveis mínimos do que foi?

23 março 2006

Moçambique continua a tremer

Mas que raio se passa em Moçambique que já este ano que ainda não deixou de ver a região centro deixar de tremer em tão pouco espaço de tempo.
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Segundo li n' (O Vazio) - que citando um blogue de Moçambique e de onde roubei a esclarecedora foto, relativo à fissura observada - terá registado 5.0 na escala de Richter, e aconteceu ontem.
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No entanto, hoje e de acordo com estes senhores, terá ocorrido outro, de 4.8, às 8.14 horas locais. E estão, quase todos, concentrados na mesma região conforme podem constatar na imagem (a amarelo foram os acontecidos nesta última semana, a laranja o de hoje).
Pelos vistos - haja a Deus - não tem havido vítimas. Se houve os números são omissos...

Catástrofe ecológica na Lagoa do Bilene

© foto da Lagoa de Bilene poluída cedida por João Craveirinha
Menos de 24 hora após ter sido “comemorado” o Dia Mundial da Água recebo esta notícia de Moçambique, via e-mail e que republico com a devida autorização do autor, que, só por si, é sinónimo do que pensam alguns cérebros “bem intencionados” que vegetam por aí e pelos mares que, ainda não perceberam, não é só deles.

Catástrofe ecológica na Lagoa do Bilene - pesca e banhos interditos
A Lagoa do Bilene está interdita a banhistas e à pesca. A água está poluída com um fluido pegajoso de tom amarelado que já matou tudo o que é fauna marinha e agarra-se à pele dos banhistas. Esta informação foi ontem confirmada ao «Canal de Moçambique» por João Ribeiro a partir daquele importante centro turístico no distrito do Bilene-Macia, da província de Gaza.
De sexta-feira da semana passada a segunda desta semana a região do Bilene foi fustigada por chuvas e ventos fortes que voltaram a fazer com que o mar voltasse a abrir o canal de comunicação da ora Lagoa, ora Baía de S. Martinho do Bilene, que se fechara naturalmente no início da transacta semana durante apenas três dias.
Com a duna que separa a "Lagoa" do Oceano rasgada e logo que reaberto o canal de comunicação pela natureza, o mar voltou a inundar a "Baía" mas do Índico não entrou só água salgada. Com a água do mar veio um produto viscoso de cor amarelada que faz com que desde 6.ª feira, 10 de Março, até ontem a água continue a estar imprópria para banhistas.
"Até agora a lagoa está interdita a banhistas e pescadores", reportava assim o grau do acidente ecológico, um residente local.
"Os peixes e caranguejos morreram todos. Morreu tudo. Um desastre. Uma pessoa que entrasse na água ficava com a pele toda gordurosa. Mesmo com sabão e povim e o que mais é difícil sair. No domingo veio cá uma brigada do MICOA (Ministério da Coordenação Ambiental) tirar amostras mas ainda não nos disseram nada".
Ainda segundo João Ribeiro, "a água continua azul mas está baça e pegajosa". Ribeiro acrescentou que "devem ser resíduos de algum navio tanque que por aí passou ou que esteve por aí a lavar os tanques".
"É um autêntico desastre ecológico", concluiu.
O Bilene é um centro de repouso de muitos residentes de Maputo que ali construíram vivendas de férias, com importantes infra-estruturas turísticas procuradas não só por cidadãos nacionais e expatriados residentes, como também por turistas da África do Sul e mesmo até já de outros continentes.
Com esta catástrofe, toda a vida social e económica daquela estância turística fica bastante prejudicada, sujeitando-se os residentes e operadores do ramo hoteleiro e de restauração a prejuízos de grande impacto.Apesar de saberem que foi o governador de Gaza que providenciou a visita da brigada do MICOA que ali esteve a colher amostras, quem faz a sua vida no Bilene continua à espera que as autoridades se dignem a dar uma satisfação oficial "coisa que ainda não aconteceu".

23 fevereiro 2006

Maputo treme sob forte sismo

A capital de Moçambique foi atingida, esta noite, por um sismo com magnitude de 7,5 na escala aberta de Richter.
Durante cerca de três minutos o tremor de terra foi sentido em diversas zonas do país, com maior incidência em Maputo.
O sismo terá ocorrido por volta das 00;20 horas, a cerca de 530 quilómetros a norte de Maputo e a 225 quilómetros a sudoeste da Beira. O hipocentro do sismo foi situado a 10 quilómetros de profundidade sob a superfície terrestre, a 140 milhas a sudoeste da Beira.
Infelizmente - ou, felizmente, tendo em consideração a magnitude do sismo - causou 2 mortos e 28 feridos.
Felizmente, o sismo não provocou derrocadas de edifícios nem danos visíveis nas principais ruas da cidade de Maputo ou nas outras regiões atongidas.
Numa primeira análise a hipótese de tsumani foi posta de parte.
Além de Maputo e da Beira, o abalo foi sentido em zonas tão diversas como Durban, na África do Sul, e Harare, Zimbabué. Estranho não haver notícias da costa malgache.
Mas o que se estará a passar no Globo terrestre para, ultimamente, se fazer sentir sismos em locais e zonas pouco – ou nada – habituais em abalos telúricos?

ADENDA:
Entretanto consegui, ao longo do dia, contactar um grande amigo de Maputo, mais precisamente da Matola, que entre as poucas coisas que me conseguiu transmitir - e qual delas a mais preocupante - houve uma que, realmente, ressaltou e que nos deixa a pensar: "(...) O meu grande susto surgiu quando soube de uma replica de 7.5 da escala de Richer, registada a cerca de 400Km do Cabo da Boa Esperanca, sul de Mocambique.400Km do Cabo, significa ponto onde o Indico e o Atlantico medem forcas entre si. Sorte nossa foi que a Mãe natureza escolheu uma muito pequena ilha deserta, como epicentro. Se tivesse descarregado cerca de 1Km a norte ou a sul da pequena ilha, poderiamos estar perante novo fenómeno Tsunami que arrasaria todo canal de Mocambique.(...)". Uff!!!

31 janeiro 2006

África tem fome... mas também princípios!!!

Juntemos na irradicação da fome em África - ou no Mundo - mas sejamos sensatos.

Segundo o jornal queniano, “Nation” e citado pelo Diário Digital, uma das principais marcas neozelandesas de comida para cão ofereceu 42 toneladas de alimento para animais para o Quénia, com o fim de minorar a fome está a vitimar milhões de crianças.
“(...) De acordo com um porta-voz do governo queniano, o director dos serviços de saúde do país, James Myikal, disse que «por nenhuma razão se pode permitir alimentar pessoas com comida para cães».
A proprietária e fundadora da empresa Mighty Mix, Christine Drummond, conhecida na Nova Zelândia pelos biscoitos para cão que fabrica, já respondeu...
[para] a responsável, o alimento em causa é muito nutriente, tem um sabor agradável, e a própria … come os biscoitos todas as manhãs, [tendo adiantado] que fez a doação através de uma organização de caridade queniana não como comida para cães para alimentar crianças, mas como «suplemento nutricional». A quantidade oferecida, afirma, poderia alimentar 160 crianças durante dois meses.
” (Retirado do Diário Digital onde pode lerintegralmente o artigo.)
Cara senhora, tal como nos outros países, no Quénia há criança e cães. Penso que na Nova Zelândia não serão confundidos.
Que a senhora goste dos biscoitos que fabrica, ninguém estará contra. Que num célebre programa sul-africano de “apanhados” tenham sido filmadas pessoas a comer biscoitos para animais, não significa que todos tenham de ser apanhados.
Que África precise de quem lhes minore a fome, já todos sabemos. Mas, por favor, sejamos sensatos e não insultemos nem a inteligência nem as dificuldades de cada um. E principalmente se são terceiros que os criam...

26 dezembro 2005

Há um ano um acordar tenebroso

Um ano depois em Hang Nga (Tailândia), © foto Nicky Loh/Reuters
Há um ano o Ocidente acordava após as festividades do Natal sob as notícias do horror acontecido na Ásia: o tsunami
Um ano depois as vítimas são homenageadas em todos os países onde aconteceu a tragédia e nos países que viram filhos seus serem barbaramente levadas pela fúria da Natureza.
E aqui fica a pergunta. Sobre quem a Natureza quis despejar a sua fúria?
E porque é que um ano depois(?!) a zona do epicentro sísmico que provocou o tsunami continua sem qualquer tipo de vida marinha?!?!
Estranho, não é…? principalmente quando pouco tempo depois circulavam na net rumores e e-mails sobre um pretenso “desastre” marítimo com um submersível.
E mais estranho quando os cientistas fazem previsões catastróficas de tsunami para breve e na mesma zona.
Porque será?... Tantas perguntas e nenhuma resposta credível.

05 dezembro 2005

Sismo fraco sentido na baixa de Luanda

Um sugestivo, preocupante e assustador título do Diário Digital. Sem qualquer margem para dúvidas.
Só que a realidade – sem que com isto se deva minimizar eventuais futuros prejuízos materiais ou humanos – foi um pouco diferente.
Começa o DD “Um sismo, sentido hoje ao princípio da tarde na zona baixa da cidade de Luanda, levou à evacuação de vários edifícios mas não causou vítimas ou prejuízos materiais” casos do BPC, da Total e do edifício onde estão os escritórios da De Beers.
Quem viveu muitos anos nesta cidade, e em prédios altos, começa logo a estranhar tal facto por nunca ter ocorrido ou ser do seu conhecimento.
Mas o que vale é que, mais adiante, o DD explica.
O sismo resultou de um forte tremor de terra com epicentro no Congo Democrático “na região de Kalemy, … tendo atingido uma magnitude de 6,8 na escala de Richter” e que a evacuação foi mais preventiva que necessária. Pelo menos a segurança começa a ser um bem inquestionável na cidade de Luanda.
Pena que não seja para outras coisas também…

30 setembro 2005

Perplexidades na Casa Global (artigo)


"O furacão Katrina que inundou, e quase devastou, 80% da cidade-capital do Jazz, New Orleans, pôs a nu as debilidades estratégicas dos EUA no que toca à prevenção de catástrofes naturais."

O resto deste meu artigo de Opinião podem ler no Africamente.Com

06 setembro 2005

As perplexidades da Casa Global

O furacão Katrina que inundou, e quase devastou, 80% da cidade-capital do Jazz, New Orleans, pôs a nu as debilidades estratégicas dos EUA no que toca à prevenção de catástrofes naturais.
As grandes chancelarias interrogam-se como foi possível a única superpotência global mostrar uma inabilidade pouco comum e tão grande perante a catástrofe que foi a passagem do furacão no Estado da Louisiana, em particular na cidade de New Orleans.
Só se surpreendem se não pararem um pouco para pensar na política ambiental norte-americana.
E já agora. Será que os EUA vão começar a pensar um pouco mais em Quioto e naquilo que poderia produzir se deixassem?

03 setembro 2005

New Orleans, a cidade do Jazz





New Orleans, a cidade mais pobre de USA – mas talvez a mais rica, culturalmente -, a quem o furacão Katrina fez isto…





E cinco dias depois… o Jazz ainda chora, e chorará, pelo castigo da Natureza e pela incompetência dos Homens.

13 agosto 2005

Pequeno intervalo


Como afirma IO (da chuinga) foi ir e voltar e tudo está na mesma, porque Portugal não vai a lado nenhum... (e quem diz Portugal, diz África, nomeadamente a lusófona, ou ...)
O sistema net-informático português que continua a mesma Tram… (igual ao francesista Mer… mas lusograficamente em português); os incêndios que aparecem do nada (devem ser os animais selvagens que auto-incendeiam e decidem fugir desalmadamente para o interior do sertanejo português – só não entendo como os aparelhos voadores não identificados (segundo quem os ouve e principalmente de noite) não os consigam visualizar primeiro para precaverem os incêndios; estranho, não é? –; um Governo que faz de conta com um pm em férias – naturalmente, como qualquer trabalhador por conta de outrem – e que é mandado pelo seu vice ficar longe desta canícula lusitana; um presidente que rapidamente reconhece a eleição de outro mesmo sem estar certificada pelo Supremo Tribunal de Justiça (na Guiné, acumula as funções de Tribunal Constitucional)
Enfim… um pequeno intervalo antes de continuar a ver o mesmo filme, seja em Portugal, seja em África, seja no Mundo que nos rodeia.