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31 agosto 2017

As minhas intervenções no período eleitoral (antes e pós); e como “Gorbatchev angolano” teve tanto impacto

Relativamente ao processo eleitoral de Angola houve mais intervenções minhas, fossem como análises escritas, fossem através de entrevistas; aqui ficam alguns, sendo de destacar a expressão por mim avançada de João Lourenço, poder ser um “Gorbatchev angolano”, em entrevista ao jornal Público, face à mudança que, também ele, propôs nos seus comícios, e que teve o impacto que se conhece e que mereceu a resposta de querer ser não um Gorbatchev, mas um Deng Xiaoping!



18 janeiro 2017

União Europeia - Angola: 30 anos de cooperação - minha análise

A minha entrevista/análise para a Rádio Deutsche Welle, ontem, sobre os 30 anos de cooperação Angola-União Europeia.
União Europeia - Angola: 30 anos de cooperação
O aniversário, esta terça-feira (17.01), acontece numa altura em que Bruxelas doou a Luanda mais de mil milhões de euros para ajuda ao desenvolvimento
«Por ocasião dos 30 anos dessa cooperação, a DW África entrevistou Eugénio da Costa Almeida, investigador do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa.»

03 julho 2015

Análise à Rádio DW sobre comunicação de Eduardo dos Santos ontem

(imagem da Rádio DW)

Análise, ao jornalista António Rocha, para a Rádio Deutsche Welle, desenvolvida no portal da DW (Português para África), sobre a intervenção do senhor Presidente José Eduardo dos Santos, ontem , 2 de Julho, quinta-feira, na reunião extraordinária do Comité Central do MPLA, onde apontou a necessidade de estudar a construção da transição em Angola e não falou em terceiro mandato.

22 setembro 2014

Declarações para a Rádio DW e para a LUSA

(imagem da internet)

Duas análises/declarações em pouco dias:

1. Uma para a secção portuguesa da Rádio Deutsch Welle, à jornalista Carla Fernandes, sobre as cautelas do FMI relativamente a uma "melhor gestão de petróleo" por parte de Luanda.
Pode ser lido e ouvido aqui;

2. Sobre os 35 anos da presidência de José Eduardo dos Santos, uma conversa com Mário Baptista, da agência portuguesa LUSA. Estranhamente, ou talvez não, o assunto passou despercebido à maioria dos órgãos de informação lusos e angolanos; a primeira página do Jornal de Angola, de ontem, era totalmente omissa aos 35 anos de consulado de Eduardo dos Santos. Principalmente quem tanto tem arvorado os feitos do «Arquitecto da Paz».
Até ao momento só um portal angolano (Portal de Angola) fazem referência às minhas declarações e um um órgão de informação de Moçambique (Jornal de Notícias).

31 julho 2014

As makas do BES/BESA


"Face aos problemas financeiros do Banco Espírito Santo Angola (BESA), o Estado decidiu intervir. Angola assumiu o controlo do banco. Entretanto, a Justiça portuguesa investiga o ex-presidente do BESA, Álvaro Sobrinho." (in: Rádio Deutsche Welle)

Sobre este assunto, uma intervenção da minha parte em entrevista/conversa com o jornalista João Carlos da DW, ontem, e que pode ser lida e ouvida em: http://www.dw.de/estado-angolano-toma-em-m%C3%A3os-resgate-do-besa/a-17824539.


07 agosto 2012

As eleições em Angola na rádio Deutsche Welle - comentário


Aqui a síntese da minha análise para a secção portuguesa da Rádio Deutsche Welle sobre as eleições que vão acontecer em Angola a 31 de Agosto.

Podem ouvir, quase na íntegra, a minha intervenção (onde estou bem acompanhado pelo Jorge Eurico e pelo analista caboverdiano Ludgero Correia): http://www.dw.de/popups/popup_single_mediaplayer/0,,2221519_type_audio_struct_705_contentId_15660933,00.html

16 novembro 2011

Entrevista à Rádio Deutsche Welle, sobre "Angola,..."


Entrevista dada ontem à Rádio Detsche Welle, à jornalista Nádia Issufo, e hoje retransmitida conforme se pode ver no acesso acima, a partir dos 10'25" (sensivelmente a meio). Neste programa há também material referente à visita de Pedro Passos Coelho, que hoje faz a Angola (será que os governantes lusosainda não aprenderam que Angola não é só Luanda?)

NOTA: Caso não consigam ouvir podem ler, a entrevista no blogue "Acalmar as almas" da jornalista Nádia Issufo.

21 janeiro 2010

Nova Constituição angolana votada, mas…

Oficiosamente Angola tem, a partir de hoje, uma nova Constituição.

Um Constituição feita à medida e vontade de um partido político, o MPLA, e de alguns dos seus mais importantes dirigentes, nomeadamente, do seu Presidente e ainda Presidente de Angola, Engº de Petróleos José Eduardo dos Santos que advogava a eleição presidencial por via indirecta, particularmente, como a que se faz na República da África do Sul.

E essa foi a versão contemplada.

Com 186 votos a favor – foram por voto secreto? –, duas abstenções e nenhum voto contra (sabendo que a Casa tem cerca 188 assentos assentos (são 220 os deputados e só o MPLA tem… 191 lugares) há algo que escapou aos
jornalistas da ANGOP, ou seja desconfio que nem todos os deputados estiveram presentes na votação, mas isso não convém dizer…) a nova Constituição entrará em vigor após promulgação do seu principal interessado: José Eduardo dos Santos.

Mas creio que alguém se anda a esquecer que esta nova Magna carta pode – deve – ser escrutinada pelo Tribunal Constitucional a fim de se verificar que não houve violações às limitações materiais impostas pela Constituição de 1992.

E na minha perspectiva, existem e não são poucas, além de haver algumas graves incongruências no seu postulado.

Desde logo o caso da Vice-presidência. O artº 111, alínea a) do projecto que deu corpo à nova Constituição – o Projecto “C” – se diz que compete ao Presidente a sua nomeação não diz, ao contrário da eleição presidencial (artº 100 da “Eleição” “…é eleito … nas listas dos Partidos ou coligações de partidos concorrentes às eleições gerais”) que o Vice-Presidente tenha de ser do mesmo partido ou coligação de partido.

Bem pelo contrário, havendo uma clara omissão que pode, caso o presidente eleito decidir nomear um líder oposicionista. O referido artº 111, §a9 diz, textualmente, que compete ao Presidente “Nomear e exonerar o Vice-Presidente da República de entre personalidades eleitas no quadro do sufrágio para o Parlamento”. Ou seja, qualquer um!

Nada mais interessante do que ver, por exemplo Eduardo dos Santos ser eleito Presidente, e para mostrar ao Mundo que a democracia é evidente em Angola nomeia Samakuva como Vice-Presidente. É certo que é um cenário pouco exequível, mas possível. E, num outro cenário: estarão a ver, por exemplo, o Vice-presidente substituir, no quadro das suas funções prevista na Constituição, o Presidente, e impor como Chefe de Governo normas governativas ao Partido mais votado que colidem com os interesses deste?

É o que acontece quando as coisas são feitas sobre o joelho e com demasiada rapidez sem que sejam bem analisadas e escalpelizadas.

Ou a questão da “Terra”. Quero ver qual é o Governo angolano que vai conseguir “retirar” as terras aos povos do Sul que as consideram suas pelo uso costumeiro. Legalmente poderá fazê-lo; mas estará o Governo preparado para as consequências sociais que isso possa acarretar?

Caberá ao tribunal Constitucional, apesar da grande maioria ter sido nomeada pelo Presidente analisar isto. Acredito que o bom senso e larga visão dos nossos juristas constitucionais será muito mais elevados que eventuais suspeitas de incapacidade analítica.

Sobre esta matéria queiram aceder à Rádio Deutsche Welle – secção de língua portuguesa – onde é emitida uma entrevista minha ao jornalista António Rocha, da referida secção. O programa analisa sob vários pontos e perspectivas a nova Constituição sendo que a matéria começa por volta dos 5 minutos – inclui também análises do investigador do CEA Emanuel Lopes, Raul Danda, e do advogado David Mendes – e a minha entrevista começa por volta dos 11’56’’ (podem ouvir
aqui ou aqui)

01 janeiro 2009

Análise de 2008 dos PALOP pela rádio DW

Tal como previsto a secção portuguesa da rádio alemã Deutsche Welle – a mesmo que patrocina o The BOB’s – apresentou, através da sua jornalista Nádia Issuf, uma análise retrospectiva do ano 2008 e o que se espera para 2009 dos países africanos de expressão portuguesa.

Na rubrica da manhã (ouvir
aqui) e repetida na da noite (ouvir aqui) foram analisados Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau (aqui uma referência ao jornalista Bissau-guineense falecido no passado dia 26 de Dezembro não sem antes ter transmitido esta sua última reportagem), Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Sobre Angola coube-me a mim a honra de proferir uma análise que podem ouvir acedendo à ligação acima, no “iniciar do download” colocando o cursor nos 4’40” quer numa quer noutra rubrica.

30 outubro 2008

Pululu na Rádio Deutsche Welle

Por ter sido nomeado como um dos finalistas dos prémios para os melhores Blogues do Mundo, os “The BOBs 2008” a secção portuguesa da Rádio alemã Deutsche Welle, por sinal o impulsionador destes prémios, fez-me uma entrevista, por Daiana Dalfito, para explicar o porquê do Pululu e como vejo a sua existência.

Poderão ouvir a entrevista acedendo
aqui e, apesar dos temas da edição de hoje, 30 de Outubro, serem, no geral, bastante importantes, colocando, caso o desejem fazer mais rápido, nos 19’39”.

Relembro que o Pululu concorre na rubrica “Repórteres Sem Fronteiras (RSF)” e que tem como companheiros africanos os egípcios
Laila, na rubrica “Melhor Weblog”, Vor der Flut, Mabadali, Stunde der Uni. e Ohod na rubrica dos “Melhores em Árabe” (todos em árabe); os marroquinos Mostafa al Baqali, na rubrica melhor “Videoblog”, marocchomeurss.blogspot.com/, também nos “RSF”, e M.S.Hjiouij nos “Melhores em Árabe”, (todos em árabe); o ugandês Scarlett Lion in Uganda, nos “Melhores em Inglês”; o costamarfinense Le Blog de Yoro, nos “Melhores em Francês”; e o já citado moçambicano Diário de um Sociólogo, nos “Melhores em Português”.

Resumindo, n’ “The BOBs 2008” África está representada nas diferentes rubricas por 5 egípcios, 3 marroquinos, 1 costamarfinense, 1 moçambicano e 1 angolano; há ainda dois blogues concorrentes em duas diferentes categorias que, embora não africanos, estão ligados intimamente a África: o francês África in Viu e o Casa de Luanda, de dois brasileiros que, recentemente, têm passado muito da sua vida pelas terras da Kianda.

Uma vez mais se relembra que quem quiser votar nos seus favoritos pode fazê-lo
aqui
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