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05 setembro 2014
Guebuza e Dhlakama ratificaram 2º Tratado de Paz
Foi hoje assinada a ratificação da assinatura do Tratado de Paz entre o Governo de Moçambique, representado pelo presidente Armando Guebuza, e a RENAMO, representada pelo seu presidente Afonso Dhlakama.
13 novembro 2012
Dhlakama e as suas crises existenciais
Dhlakama continua a não perceber o que são disputas políticas
e saber combater nos locais próprios os que lhe fazem frente, nomeadamente, as
novas forças políticas.
Voltou a ameaçar o país com "violência", numa entrevista à AFP e hoje analisada na RFI-África.
Dhlakam terá tido à AFP que “preparo homens e,
se for preciso, sairemos daqui e destruiremos Moçambique”.
Com esta atitude do velho "perdiz"
só perde Moçambique e só ganha a elite mais gerontocrática da Frelimo.
02 julho 2008
Não se pode pactuar com o regime de Mugabe
Quem assim falou não foi algum membro do senado norte-americano, ou da União Europeia nem, tão-pouco, do establishment britânico.
Quem falou assim, vive num país onde a democracia, apesar de certos avanços e recuos e percalços naturais, já existe e está estabilizada.
Quem assim falou, tão clara e abertamente, é alguém que não tem medo dos “amigos” de Mugabe.
Quem assim falou foi um africano, o primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, em entrevista à agência portuguesa Lusa!
Depois de Dhlakama ter exigido o encerramento da embaixada zimbabueana em Maputo e das críticas da UNITA à muda atitude do Governo de Luanda e à subserviência da União Africana por pactuar com a "ilegitimidade e o desrespeito das normas internacionais" temos uma personalidade política que mostra porque o seu país já está no grupo de desenvolvimento médio; não se submete às vontades dos afro-dinossáurios ainda no poder!
12 outubro 2006
Entrevista de Afonso Dlakhama ao NL
Se 10% do que lá está corresponder à verdade dos factos - que, conhecendo como conheço o jornalista, por certo, corresponderão na totalidade à verdade da entrevista - se 10% for verdade existe muita coisa que necessita de ser clarificada e que a Comunidade Internacional deverá impor à Frelimo a reposição da verdade e da legalidade política, social e democrática.
Há acusações graves - muito graves -, com nomes e tudo, que devem ser claramente ajuizadas e não deixar que a Justiça seja amesquinhada na sua génese.
Cabe ao Governo de Luísa Diogo atestar da veracidade destas fortes acusações.
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