“A Democracia não pertence a nenhum país ou região dado que é um Direito Universal” ou “O planeta não pertence aos que exercem o Poder. Devemos apoiar o Protocolo de Kyoto na medida das nossas capacidades. Cada pequena coisa que façamos, conta”.
Estas são duas das frases-chave que o Relatório anual PNUD, edição de 2006, ora tornado público, nos oferece.
Um relatório onde se encontram incisivas directrizes para os países subdesenvolvidos e, ou, em vias de desenvolvimento, como (i) o fortalecimento da democracia e da governação democrática, onde se ressalva a importância de uma mulher, e pela primeira vez em África, ter ascendido ao mais alto cargo da Nação: a de presidente e, no caso, na Libéria quando Ellen Johnson-Sirleaf venceu as eleições presidenciais. Aqui o PNUD teve um importante papel na ajuda das eleições; (ii) redução da pobreza, com especial realce para o trabalho dos Voluntários da Nações Unidas nesse desiderato e para a melhor redistribuição da riqueza; (iii) prevenção de crises e apoio na reconstrução, sejam aquelas político-militares, sejam as segundas resultantes de catástrofes naturais; (iv) energia e o ambiente; (v) o HIV/SIDA com o Continente africano, nomeadamente na região sub-saariana, a manter a pouco agradável supremacia do mais infectado; (vi) o poder no feminino, porque quanto mais capacidade as mulheres tiverem na gestão dos destinos de uma Nação mais se reflectirá nas gerações seguintes; (vi) criar alianças para o desenvolvimento, porque só estas poderão tirar os países subdesenvolvidos da penúria congénita em que muitos se encontram.
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20 outubro 2006
07 setembro 2005
Relatório PNUD 2005 e as crianças no Mundo
© foto Notícias LusófonasPor minuto morrem vinte (20) crianças
Cerca de 900.000 crianças morrem por mês no Mundo. Isto é o que ressalta do relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)/2005. No mesmo relatório que ainda não pude lê-lo nas suas inúmeras vertentes, uma realidade é evidenciada: A “Declaração do Milénio” está cada vez mais difícil de ser atingida. Ou seja, reduzir para metade, até 2015, a pobreza no Mundo.
E o aumento exponencial (e especulativo) do preço do crude também não ajuda. As principais economias parecem em profunda regressão e as matérias-primas encarecem, mas sempre através e nas mãos de especuladores.
Nota: Um obrigado à Brigida pela achega que aqui deixou e pelo apontamento que tão bem colocou no seu belíssimo blogue.
16 julho 2004
Índice de Desenvolvimento Humano 2004 – Angola 166
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no seu relatório anual, divulgado esta quinta-feira, classifica, quanto ao desenvolvimento humano, Angola no 166º lugar (164ª em 2003) entre 175 países classificados.
Para o estudo do Índice de Desenvolvimento Humano as NU tomam em consideração diferentes factores, como saúde, educação, indústria, novas tecnologias de informação, entre outros, ou a ratificação de alguns dos principais instrumentos internacionais de direitos humanos.
Sobre estes instrumentos verificamos que Angola ainda não ratificou as Convenções Internacionais sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio nem a que visa a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial. Porque será? Mero esquecimento, por certo de um país que se quer democrata, livre e justo. Só deverá ser isso.
Face aos restantes países Lusófonos, Angola só vê atrás de si Moçambique (171º lugar), surpreendentemente, e Guiné-Bissau (172º) e olha para cima para Portugal (24º), Brasil (72º), Cabo Verde (105º), São Tomé (132º) e Timor Leste (158º).
Há que tirar rápidas e urgentes ilações.
Angola não pode continuar a penar e ver diminuída a sua qualidade de vida.
A Paz chegou! Há que aproveitá-la em todo o seu esplendor!!!!!!!
Para o estudo do Índice de Desenvolvimento Humano as NU tomam em consideração diferentes factores, como saúde, educação, indústria, novas tecnologias de informação, entre outros, ou a ratificação de alguns dos principais instrumentos internacionais de direitos humanos.
Sobre estes instrumentos verificamos que Angola ainda não ratificou as Convenções Internacionais sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio nem a que visa a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial. Porque será? Mero esquecimento, por certo de um país que se quer democrata, livre e justo. Só deverá ser isso.
Face aos restantes países Lusófonos, Angola só vê atrás de si Moçambique (171º lugar), surpreendentemente, e Guiné-Bissau (172º) e olha para cima para Portugal (24º), Brasil (72º), Cabo Verde (105º), São Tomé (132º) e Timor Leste (158º).
Há que tirar rápidas e urgentes ilações.
Angola não pode continuar a penar e ver diminuída a sua qualidade de vida.
A Paz chegou! Há que aproveitá-la em todo o seu esplendor!!!!!!!
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