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18 janeiro 2007

Ricardo de Mello, 12 anos depois...

(situações destas Mello não calava)

Há dias passaram 6 anos que foi calada a pena do jornalista moçambicano Carlos Cardoso.
Hoje, passam 12 anos que o jornalista angolano e fundador e proprietário do "Imparcial Fax", Ricardo de Mello, viu a sua voz e pena serem abruptamente silenciadas por frias mãos assassinas.
Tal como com Carlos Cardoso, o assassínio de Ricardo de Mello mantém-se por julgar e os executores e, ou, mandante(s) por condenar.
Como escrevia Jorge Eurico há cerca de uma ano, no Notícias Lusófonas, e agora relembrado n’ O Arauto, a sua morte ainda incomoda…
Tal como também eu perguntava há um ano onde estão os assassinos e quem foram os efectivos mentores de tão vil acto, mesmo que, eventualmente, ele estivesse metido em "tráfego de notícias"...

18 janeiro 2006

Recordando Ricardo de Mello

Há 11 anos numa escura esquina da antiga Rua Direita de Luanda era assassinado um Jornalista que amava mais que a sua própria vida, a dignidade angolana.
Ricardo de Mello, na altura director do Imparcial Fax, foi assassinado porque queria que o Jornalismo angolano e a dignidade humana se sobrepusessem aquilo que outros procuravam imperar: impedir que Angola fosse um País, uma Nação, com credibilidade do areópago internacional dos Grandes Estados.
Morreu um Homem, não morreu o Jornalismo angolano; como, de certa forma, relembra Jorge Eurico num artigo no Notícias Lusófonas sobre o assunto.
Só um lamento. Onde estão os assassinos e quem foram os efectivos mentores de tão vil acto.