(Publicado em simultâneo com o Folha 8 - https://jornalf8.net/2018/ha-16-anos-ainda-nao-regressou-aos-seus/)
22 fevereiro 2018
Savimbi, foi há 16 anos e ainda não regressou aos seus…
(Publicado em simultâneo com o Folha 8 - https://jornalf8.net/2018/ha-16-anos-ainda-nao-regressou-aos-seus/)
22 fevereiro 2014
22 de Fevereiro de 2002, há 12 anos
22 de Fevereiro de 2002, faz hoje 12 anos que, em
Lucusse, província do Moxico, era morto, em combate, o primeiro líder e
fundador da UNITA, Jonas Malheiro Savimbi.22 fevereiro 2013
Foi há 11 anos...
Reportado no portal Club-K (http://www.club-k.net/index.php?option=com_content&view=article&id=14395%3Aregime-esconde-corpo-de-savimbi&catid=23%3Apolitica&Itemid=123)
22 fevereiro 2012
Foi há 10 anos!!…

“Morte de Savimbi foi desnecessária porque a paz chegaria em breve — general Camalata Numa:
Passaram dez anos mas acredito o Mais Velho, onde quer que esteja, não estará, por certo, satisfeito com o que os seus seguidores têm feito à UNITA.
Acredito que ainda virão bons ventos e boas ideias aos actuais dirigentes e introspectivarem que o melhor para Angola não é criticarem os que criticam ou sugerem ideias diferentes/inovadoras mas recebê-las, analisá-las e, em caso disso, adoptá-las ou guardá-las para tempos melhores.
Com estas atitudes só os adversários políticos ganham proveitos!
Ainda há tempo até às eleições…
21 fevereiro 2010
2600 - … E porque hoje é 21 de Fevereiro
Há imagens que são mais fortes que as palavras.Já passaram 8 anos. Não é altura de alguém dizer que teve as honras que lhe são – deveriam ser – devidas!
Para o bem ou para o mal, dependendo da visão política que lhe está subjacente, tal como Agostinho Neto, Holden Roberto, e outros grandes combatentes pela independência Nacional de Angola, Jonas Savimbi não pode ser esquecido como um Libertador.
Há sua maneira, talvez! Mas foi-o!
Parece-me legítimo que deva descansar eternamente num local próprio. A contínua protelação da eterna sepultura e do quase anonimato a que certos sectores lhe votaram, incluindo por parte da UNITA, que continua queda e muda – se já houve alguma coisa, foi tão secreta que ninguém, ou quase ninguém, o soube – acaba por aumentar mais o mito que querem abafar que engrandecer.
Parece-me que aqui cabe ao Presidente Eduardo dos Santos tomar a dianteira já que outros temem abrir a boca!
13 março 2009
Houve um 13 de Março em Muangai
"Há precisamente 43 anos um grupo de angolanos erguia, também, a sua voz da revolta contra um colonialismo que tinha tanto de anacrónico como de atemporal aliado a uma ideia de Um Povo Uma Só Nação, mais tarde adoptado por terceiros.Nesse grupo, a maioria dissidentes da FNLA e ex-governantes da GRAE (Governo Revolucionário de Angola no Exílio), que se intitulou UNITA, União Nacional para a Independência Total de Angola – diga-se, e reconheça-se, que apesar de se definir independente face às duas grandes potências, ou por isso mesmo, era politica e militarmente muito próximo dos chineses –, assomavam personalidades como Jonas Malheiro Savimbi, o seu grande e incontestável líder (ministro das Relações Exteriores do GRAE), Samuel Chiwale, Tony da Costa Fernandes, Miguel N'Zau Puna, Ernesto Joaquim Mulato, entre outros.
Porque, entretanto, o “Mais Velho” morreu, em condições nunca cabalmente esclarecidas por quem de direito e parece enterrado – parece, porque recordo um texto do Angonotícias, de Novembro de 2005, citando o Folha 8, que afirmava que o corpo teria sido retirado do inicial local de enterro para evitar eventuais profanações – algures no Moxico, é tempo de se dar aos mortos algo que os angolanos sempre souberam fazer: respeito.
Passados que são 7 anos da sua morte, quase 7 anos dos Acordos de Luena que deram a Paz que tanto Angola carecia, não é tempo do corpo de Jonas Savimbi ser entregue, se não ao Estado Angolano como herói, título que chegaram a ponderar conceder-lhe ao abrigo lei-quadro dos títulos honoríficos e condecorações aprovados pela Assembleia Nacional, também em Novembro de 2005, pelo menos à família para que possa descansar junto dos seus entes mais queridos.
Daí que também eu tenha subscrito a petição que foi, recentemente lançada, para que o corpo de Savimbi seja entregue à Família e possa ter um enterro cristão. (...)" (pode continuar a ler aqui ou aqui)
22 fevereiro 2009
Morreu faz hoje 7 anos
Há 7 anos a sua violenta morte despoletou a Paz que hoje, mal ou bem, pretoriana ou não, Angola hoje vive.Sete anos depois não é altura de todos os machados de guerra e canhões vociferados se calarem e permitirem que o seu corpo seja devida e cristãmente sepultado junto dos seus mais entes queridos e de modo a que quem quiser o possa respeitar.
Quanto mais tempo os seus detractores o hostilizarem mais o elevarão ao patamar que não o quer ter.
Jonas Malheiro Savimbi, bem ou mal, gostem ou não, morreu por Angola, pela sua Angola. Pela Angola de todos nós! É tempo de Angola o respeitar com o Homem mesmo que não o faça – alguns – como político e como estratega.
04 agosto 2008
Faria ontem 74 anos…
.
Mas como o medo da personalidade que ele encerrava e a traição parecem que foram mais fortes que a vontade dos Angolanos e a Paz, tudo - ou alguém - fizeram que fosse morto nas chanas luenas, mais concretamente no Lucusse; nada que o Mais-Velho, ainda de acordo com Chiwale, não esperasse ou estivesse ciente.
Vamos esperar que o 5 de Setembro seja o epitáfio que o Mais-velho, de pleno direito, gostaria de ter visto inscrito. Cabe aos Angolanos não o esquecerem!
22 fevereiro 2008
Seis anos depois, a vitória?
DDRPublicado n'
22 janeiro 2008
Túmulo de Savimbi profanado
(DDR)É assim que se começam cimentar certas Democracias e certos indivíduos mostram o seu elevado grau de democraticidade…
Também o que se estranha é que o facto ter acontecido no início de Janeiro e só agora se saber como também se estranha a “marretice” do Governo (sê-lo-á?) em não permitir a trasladação do corpo para a terra natal Andulo, Bié, como é desejo da UNITA e dos seus admiradores.
É que já passaram os 5 anos mínimos que a lei exige (faz 6 anos no próximo mês de Fevereiro que foi morto em combate)
Será que alguém tem medo que o “Mais Velho” ainda interfira nas eleições como muito bem relembra Orlando Castro no artigo "Jonas Savimbi e o Estado angolano"?
22 fevereiro 2007
22-02-2002, 5 anos depois como está?
Faz hoje 5 anos que morreu, em circunstâncias ainda não cabalmente bem esclarecidas, Jonas Malheiro Savimbi, o Mais Velho.Sobre esta efeméride o Notícias Lusófonas efectuou um especial onde inclui, também, um artigo de opinião na minha coluna onde se pergunta o que Angola, além da actual Paz, realmente beneficiou já que ele era o culpado de todos os males…
"Há cinco anos morria um Homem enorme e política e culturalmente Grande.
Um Homem foi morto e exposto de forma pouco digna para um militar – ou mesmo, um rebelde – e herói; e os motivos que levavam Angola ser um país onde o desenvolvimento, a justiça, a igualdade e fraternidade, a coexistência política, a liberdade individual eram somente palavras bonitas nos dicionários académicos, mantém-se quase igual a si mesmo.
Até à sua morte, todos os grandes desafios de Angola estavam impedidos de serem concretizados devido, segundo fontes oficiais, a esse mesmo Homem.
O Homem foi enterrado numa campa rasa e quase desconhecida algures em Luena. E com ele deveria ter sido, também, enterrada a responsabilidade do atraso angolano.
Mas se a culpa, e o seu grande o responsável, foi enterrada – diga-se, mal enterrada –, ainda assim há quem pense que os problemas de Angola continuam a ter um único remetente e um mesmo destinatário…Jonas Malheiro Savimbi. (...)"
Pode continuar a ler o artigo acedendo aqui.
16 março 2006
Muangai foi há 40 anos - o artigo
15 março 2006
Muangai foi há 40 anos
Por razões particulares e pelo facto de onde estava este suporte epistolográfico não ser possível de utilizar só agora posso referir a um acontecimento ocorrido há 40 anos e que, para o mal e para o bem – estejam as perspectivas viradas para onde estiverem –, muito moldou a política angolana dos últimos 30 anos.A 13 de Março de 1966 alguns dirigentes do GRAE (Governo Revolucionário de Angola no Exílio) depois de abandonarem a FNLA, que dominava maioritariamente o GRAE, e após negociações para uma eventual integração no MPLA terem dado em nada, fundaram, em Muangai, algures no interior da província angolana do Moxico, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA).
Entre esses dirigentes estava aquele que iria ser o seu mais carismático líder, Jonas Malheiro Savimbi, ladeado por homens como N’Zau Puna ou Chiwale, entre outros, num grupo de onze fundadores.
Um movimento que abraçava tanto a corrente filosófica da "Negritude" como os princípios ideológicos e militares de Mao Tsé Tung.
Muita coisa, entretanto, aconteceu. E isso é para um artigo a publicar em breve.
22 fevereiro 2006
Foi há quatro anos...
(c) foto de Notícias Lusófonas"Não gosto – e nem é meu hábito – celebrar ou comemorar a morte de alguém, principalmente se esta teve contornos violentos como foi a de Jonas Malheiro Savimbi, líder e fundador da UNITA. Não gosto, não é o meu hábito, e, uma vez mais, não vou alterar a minha postura até porque, em vida, apesar de, ultimamente, não concordar com alguma da sua postura e das atitudes mais belicistas da UNITA, mereceu sempre o meu respeito pessoal.
Todavia não posso, nem quero, deixar passar em claro esta data dado que, quer queiramos, quer não, muito contribuiu para a abertura do caminho que nos leva à PAZ."
Há quatro anos morria de forma inglória e nunca cabalmente esclarecida o Dr. Jonas Malheiro Savimbi, líder e fundador da UNITA.
Face a esta data e ao que representa - para bem e, ou, para o mal - o Notícias Lusófonas dedica-lhe a sua Manchete; e na linha de outros eventos - o NL está a começar a habituar-me muito mal - convidou-me a escrever um artigo de opinião sobre o assunto.
O artigo, em questão e cujo um trecho acima coloco, foi publicado sob o título "Já se passaram quatro anos...".
Ainda sobre este data proponho-vos uma leitura atenta à entrevista de Joffre Justino (que, de perto, conviveu com o mais-velho) e os artigos de opinião de Orlando Castro e Jorge Eurico.
08 novembro 2005
Savimbi igual a Hitler?
O senhor Secretário de Estado tem todo o direito, como cidadão, e só enquanto cidadão, em exprimir a sua opinião. Pode ser contestada, criticada mas todos teremos de a respeitar, mesmo que não concordemos com ela. Mas, enquanto Secretário de Estado de um Governo estrangeiro não tem o direito de dar este tipo de opinião, muito menos publicamente.
Caberá, unicamente, aos angolanos exteriorizar o que pensam de Jonas Malheiro Savimbi.
Não será um membro de um Governo externo, por sinal filho de um angolano, que deverá opinar e nas condições que o fez.
Não insulta quem quer, mas quem tem capacidade para tal. E ao contrário de Orlando Castro, na sua rubrica Alto Hama, não me parece que aquele senhor tenha a mínima capacidade para insultar quem quer que seja, muito menos aqueles que, por esta ou aquela razão gostaram, simpatizaram e continuar a venerar a auréola de Savimbi. É uma forma de estar dos angolanos; salvaguardarem os seus mitos, principalmente depois de mortos e nas condições em que essa ocorreu.
E não é um senhor que, paradoxalmente, está num Governo apoiado por um partido que é o suporte primeiro da candidatura de Mário Soares, um dos culpados por não ter havido “um distanciamento [perante Savimbi pelo] que prejudicou muito seriamente as relações entre Portugal e Angola” que vai dizer aos angolanos como devem respeitar, ou não, os seus mortos.
E já agora, senhor João Cravinho, talvez não saiba mas chegou a ser pensado em condecorar o senhor Jonas Malheiro Savimbi, e dar-lhe o título de “Herói Nacional” ao abrigo da nova lei-quadro dos títulos honoríficos e condecorações aprovados pela Assembleia Nacional.
Por isso senhor Secretário de Estado, tomando a liberdade de utilizar como minhas as palavras de OC permita-me que lhe diga é que Savimbi, “… continuará na História, mau grado as tentativas dos Cravinhos que não fora a sorte de viverem na Europa não conseguiriam aplaudir o que é válido porque teriam medo de cair da árvore.” E isso duvido que venha a acontecer consigo.
06 novembro 2005
Savimbi, nem depois de morto?
© Foto AngonotíciasSegundo o Folha 8, citado pelo Angonotícias, o corpo de Jonas Savimbi terá sido retirado da sua campa para evitar eventuais profanações, ou vandalizações, por populares fanáticos.
Ainda de acordo com aquele bi-semanário, citando autoridades provinciais de Moxico, terá sido por iniciativa do Governo Central que isto aconteceu, ou terá acontecido.
Depois da denúncia dos fundos e diamantes que Savimbi poderia ter escondido e de militares das FAA’s que poderiam ter sido pagos pela UNITA durante a guerra, só faltava mais esta: corpo de Savimbi ter sido retirado – pelas notícias até parece ter sido em segredo – do Cemitério.
Será que esta eventual situação trará benefícios a alguém.
Penso que ninguém de bom senso, e num país em que o culto dos mortos é demasiado profundo – basta relembrar que a epidemia de Marburg demorou a ser debelada devido precisamente a esse forte culto – é perigoso brincar com os defuntos.
E se ele se chama Savimbi, ainda mais perigoso o é; e a poucos meses das eleições… Daí o absurdo.
Ou será que tudo tem a haver com uma notícia ocorrida, em tempos, da vontade das famílias em conceder um enterro cristão a Savimbi, Ben-Ben e Salupeto Pena, num mesmo dia, na localidade Lopitanga, perto de Andulo.
Se assim for continua a ser absurdo este secretismo e esta polémica toda.
Poupemos e respeitemos os mortos independentemente da vida terrena que tivessem tido.


