A apresentar mensagens correspondentes à consulta abmp ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta abmp ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

15 maio 2006

A ABMP cita três apontamentos do Pululu

A Agência Bissau, Média e Publicações (ABMP), da Guiné-Bissau, reproduziu três apontamentos que aqui foram publicados: “sabes inglês, então podes voar…”; “países africanos no conselho dos direitos humanos da onu”; e “a fifa terá mesmo razão?”, esta na sua secção de desporto e as duas primeiras na página inicial.
À jovem equipa do ABMP o meu reconhecimento e votos que continuem a nos transmitir informações de Bissau tão rápidas e prontas quanto o possível.

É igualmente gratificante verificar que o “Pululu” mantém-se, desde o início do mês, entre os 15 mais to “Top 15 Jornalista” do sítio “Eu sou Jornalista”, onde inclusível estão publicadas algumas das minhas crónicas, entre dezenas de conceituados meios de comunicação e webblogues de informação.
Obrigado a todos os que por lá acedem a este vosso espaço.

06 julho 2006

A liberdade da Imprensa na Guiné-Bissau

Que se passa na terra de Cabral e de "Nino"?
Há dias um jornalista faleceu e ainda antes da família divulgar o que quer que fosse, um Ministro achou por bem substituí-la e dar a sua opinião lutuosa e nada credível.
Um director de uma agência informativa tem um estranho e não esclarecido acidente com uma viatura das autoridades locais.
Essa mesma agência, a Agência Bissau Media e Publicações (ABMP) - que tem citado e publicado alguns dos meus artigos e apontamentos deste blogue - vem agora a público, através de um comunicado, justificar o silência a que se remeteu - melhor dizendo, lhe remeteram - desde meados de Junho.
Como não conseguiram calá-la através de ameaças de processos por causa de um artigo, nem por via do tal estranho acidente, nem depois do seu escritório ter sido assaltado e nem terem levado nenhum equipamento - nem o gerador, ao menos para disfarçarem -, quando se preparava para publicar um artido de Fernando Casimiro (Didinho) intitulado "A Estratégia da Dissimulação" o servidor da ABMP teve uma estranha avaria que só conseguiu ser resolvida com a ida do exterior de um técnico a Bissau.
E desmentido o que há dias aqui escrevia ser jornalista em Bissau já deixou de começar a ser, para passar a ser mesmo dramático e uma actividade de muito risco.
Talvez a VI Cimeira e o X aniversário da CPLP, em Bissau, possa ajudar a minorar alguns pontos... deixem-me ser utópico e sonhar, por favor.

08 junho 2006

Falecimento de jornalista guineense

O jornalista guineense Carlos Alberto Casimiro (Beto Casimiro 13/11/1959 - 06/06/2006), director do jornal Diário de Bissau, morreu segunda-feira vítima de doença prolongada, anunciou João de Barros, secretário de Estado da Comunicação Social.
No imediato, a família, através de e-mail que recebi, divulgou um comunicado assinado por Fernando Casimiro (Didinho) que “Beto Casimiro, meu irmão "mais velho", ele que ainda era um jovem, faleceu na madrugada desta Terça feira, 06 de Junho, no Hospital Simão Mendes em Bissau, Guiné-Bissau, (não na sua residência), onde dera entrada por volta das 22:00 locais, contrariamente ao anunciado por João de Barros, secretário de Estado da Comunicação Social da Guiné-Bissau.
Contrariamente ao que João de Barros igualmente anunciou, Beto Casimiro não morreu vítima de doença prolongada, pois nenhum diagnóstico/relatório médico confirma essa situação e, por isso, Beto Casimiro não vivia a prazo como se de alguém em estado terminal motivado por alguma doença incurável se tratasse!
” além de que João de Barros não solicitou autorização à família para prestar quaisquer declaração e muito menos as que proferiu
Por outro lado, e como já aqui foi referido, o jornalista e académico António Nhaga, do ABMP, sofreu, no passado dia 1 de Junho, um estranho acidente rodoviário que envolveu uma viatura da polícia que resultou na morte imediata de 3 pessoas e que colocou o citado académico entre a vida e a morte.
Se eu fosse supersticioso diria que ser jornalista em Bissau começa a ser dramático e uma actividade de muito risco, principalmente quando um Secretário governamental vem tão pronto apresentar justificações, sem que lhe tenham sido requeridos, de falecimentos de particulares.
Mas como não sou, vou admitir que foram só estranhas coincidências…
Entretanto apresento à família enlutada e, em particular a Fernando Casimiro, as minhas públicas condolências.