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Foi um político, guerrilheiro e um defensor da
Liberdade e dos princípios do multipartidarismo em Angola.
Foi odiado, profundamente odiado principalmente pelos
seus adversários políticos e militares, e amado por muitos Angolanos. Ainda
hoje, como recorda e bem Carlos Lopes, muitos, que não o conheceram ou só
ouviram falar dele, ouvem os seus discursos em cds/dvds e na internet; leem matéria
e discursos dele em jornais, revista e no éter cibernauta.
12 anos depois um texto que escrevi, o ano passado,
volta a estar oportunamente actual.
Nele apelava a sua Exa. o Senhor presidente da
República, Engº. José Eduardo dos Santos, que permitisse libertar o corpo para
que a família fizesse o seu funeral definitivo na sua zona de vida e junto dos
seus ancestrais.
Seria, claro, um acto de magnanimidade
presidencial que calaria fundo junto dos Angolanos.
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