Não seria vergonha nenhuma se tivéssemos ganho só o Bronze porque os outros foram melhores. Mas quando acontecem situações como as que todos vimos na televisão no jogo Portugal-Angola,…Devemos saber ganhar para saber perder. Mas se não conseguirmos ou tivermos capacidade para ganhar pelo menos saibamos honrar a derrota para honrarmos o nome do País!
Mas parece-me que a FAF terá muito de explicar aos nossos atletas o que significa, primeiro competir, depois ganhar, ou tentar ganhar, para saber perder.
Uma vez mais oferecemos uma péssima imagem de Angola num jogo de futebol com Portugal e em Portugal. Salve-se, ao menos, o jogo do Mundial!
Depois do célebre jogo amigável que terminou sem jogadores e com uma equipa técnica que deu mostras de não saber o que significa calma e ponderação voltámos a mostrar o mesmo.
E não foi só a equipa, e quando digo a equipa englobo todos, inclusos os técnicos que deram mostras de completo desnorte. Também o público mostrou falta de “Fair Play” e isso só leva que os nossos potenciais adversários deixem e nos convidar. Não podemos continuar a nos comportar como miúdos malcriados e mimados. Temos de saber aceitar as penalizações mesmo que pareçam ser erradas. Mas…
O nosso jogador angolano (Dedele, creio e se não for este o nome que me desculpe porque a esta hora a ANGOP – 23,30 horas – ainda não digeriu a derrota porque nada escreveu), na primeira penalidade deveria ter sido expulso porque foi uma clara agressão. Intencional ou não, as regras são claras! É expulsão. Se houve outra matéria ou situação – por exemplo algumas palavras do jogador português – que levou àquela atitude e o árbitro não quis melindrar fez mal. Deveria ter tomado uma dupla atitude. Ou expulsava os dois ou, pelo menos tinha a obrigação de expulsar o nosso jogador.
Tal como não foi correcta a atitude do técnico nacional que, se tinha dúvidas deveria ter solicitado a passagem das imagens à TV e como medida profilática substituir o atleta. Não o fez e acabámos prejudicados por nova e extemporânea atitude. Nova penalidade e o descalabro total!
A FAF tem de tomar uma atitude severa face a estas situações. E isto porque os Governos não podem intervir nas Federações, a FIFA não deixa, porque o que me parece é que a Federação precisa de uma limpeza já que mostra não ter mão nos atletas e nos técnicos.
E, já agora, os meus sinceros parabéns a Cabo Verde que mostra estar a fazer um trabalho de base muito interessante e que a sua prestação na primeira fase do acesso ao CAN e ao Mundial não foi mero acaso!
E que também a final de basquetebol seja um bom prenúncio do Afrobasquete e que Angola e Cabo Verde nos ofereçam uma grande e excelente espectáculo!










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