Mostrar mensagens com a etiqueta Minas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Minas. Mostrar todas as mensagens

14 dezembro 2007

Em Angola, a “guerra” ainda mata

Quatro crianças angolanas morreram na província do Bié depois de ter sido detonado um engenho explosivo, provavelmente, uma mina ou uma granada, já que as fontes não são claras quanto à forma como a deflagração ocorreu.
Infelizmente a estúpida “guerra”fratricida ou a inconsciência ou má-vontade de alguns ainda mata inocentes!
Mas, também, porquê nos preocuparmos se um líder(?!?!?!) africano(?!?!?!) afirma que não devemos acabar com as minas, conforme fartou-se de propagandear em páginas inteiras de jornais?!

31 agosto 2007

Diana Frances Spencer (1961-1997), Princess of Wales

(1) Ela foi uma das vozes que mais gritou contra estas (2) assassinas silenciosas que, ainda, hoje estropiam Angola(3)

Fotos e imagens de:
(1)
Biografías y Vidas; (2)Foto E-mine; (3)Foto ACT Angola digital

29 abril 2007

Angola e o flagelo das minas anti-pessoais

Por vezes hão notícias que pela sua importância e interesse não só não precisam de comentários como devem ser referidas e “estampadas”.
É o caso da que se segue, com base numa notícia da Angop e retirada do portal da TPA – para quando transmissões online? dado que estão lá programas que deveriam ser vistos pelos angolanos no exterior.
Ah! e com o devido respeito à TPA, que provavelmente se limitou a reproduzir a notícia da Angop, tomei a liberdade de corrigir certos erros ortográficos do texto cujo título é “Angola felicitada pelo cumprimento da Convenção de Ottawa sobre as minas”.
"Os estados membros da convenção de Ottawa felicitaram Angola e apontaram como exemplo a seguir por todos pelo seu engajamento na erradicação de minas anti-pessoal, para que o mundo seja livre deste mal.
De acordo com um documento da Comissão Nacional Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH), chegado quinta-feira à Angop, a felicitação ocorreu na reunião Intersectorial dos Estados da convenção, que decorre desde segunda-feira, dia 23, em Genebra.
O Governo angolano, segundo a fonte, foi reconhecido pelo cumprimento dos pressupostos do artigo quarto do diploma.
No encontro, que tem como propósito a análise do estado geral e a implementação da Convenção de Ottawa, a delegação angolana é chefiada pela coordenadora nacional de programas de acção de minas do CNIDAH, Balbina da Silva.
Durante a reunião, a comitiva angolana apresentou o projecto de destruição de "stocks" de minas anti-pessoal, programa que foi implementado pelo CNIDAH em parceria com as Forças Armadas Angolanas e o PNUD, financiado pelo Governo e a Comissão Europeia.
A nota informa igualmente que as instituições de acção de minas no país estão a trabalhar num plano nacional de a assistência às vítimas para um período de quatro anos 2007/11, cuja implementação inicia em Setembro do corrente ano.
Neste âmbito, a delegação angolana fez uma apresentação do estado de implementação dos Plano de Acção de minas de Nairobi, Kenia, no tocante à melhoria das condições de assistência às vítimas, como reabilitação e reintegração socioprofissional.
No seu relatório de 2003 enviado às Instituições Internacionais de Acção de Minas, Angola declarou que tinha 50 mil e 659 minas anti-pessoal em "stock", tendo, posteriormente, encontrado em várias regiões do território nacional paióis abandonados, aumentando o número de minas para 83 mil 557.
Durante o processo de destruição das minas, o país levou em consideração a preservação do meio ambiente, executou a reciclagem dos engenhos explosivos desactivados, utilizando o ferro e o plástico como matéria-prima para o fabrico de utensílios domésticos, baldes, bacias, enxadas e catanas.
"

29 dezembro 2006

As assassinas silenciosas

(imagem daqui)

De acordo com o Instituto Nacional de Desminagem, no biénio 2005/2006, foram desactivadas e destruídas 900 minas anti-pessoal e 153 minas anti-tanque; no mesmo período, 9.437 engenhos, não detonados, foram também removidos.
Angola está mais limpa o que permite que as suas populações transitem e cultivem com menos receios e que alguns sectores não agrícolas tenham sido reabilitados. Ainda assim, muitos milhares de minas permanecem, silenciosas, à espera de vítimas incautas, a maioria crianças que, inocentemente, brincam descansadas.
Embora consideremos que a desminagem nos pareça lenta, demasiadamente lenta, não podemos deixar de congratular pelo empenho de alguns Homens que, embora bem pagos – pelo menos assim o penso e espero –, não deixam de pôr a sua vida em perigo a favor da livre circulação de outros, tornando o país mais belo e acolhedor!
Assim os outros também o entendam!