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Estas afirmações surgiram durante a conferência de imprensa conjunta, ocorrida em Bruxelas, com o presidente da Comissão da União Africana (UA), Alpha Oumar Konaré, na apresentação da nova Estratégia da União Europeia para África.
Barroso alerta que sem “um acordo não estaremos em condições de honrar os nossos compromissos em relação aos nossos amigos e vizinhos" africanos, nomeadamente no apoio à luta contra a sida.
Pelo menos, por agora, os fundos ainda dão para apoios circunstanciais como, por exemplo, envolver-se no processo de reforma e reestruturação do sector da defesa e segurança na Guiné-Bissau, enviando para a capital guineense uma missão de peritos, a convite das Nações Unidas.
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Nem, tão-pouco, comentou o “acantonamento” de sub-saharianos nos desertos marroquinos em completo abandono e desidratação.
Ah! E já agora. Onde está o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados? Alguém sabe do seu paradeiro?
E ainda há quem se admire que o consulado português de Luanda chancele os pedidos de visto com a marca “Shenghen”.
1 comentário:
O melhor apoio que podia haver era acabar com os subsídios à agricultura europeia, e permitir uma competição justa entre as empresas europeias e africanas num mercado global.
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