06 junho 2004

REAGAN, América perdeu um (O) líder

Muitos de nós poderão não ter gostado dele; muitos criticarão a sua política; mas... uma coisa temos de lhe reconhecer: foi o líder que a América não mais teve e a OBRA ficou. Paz à sua alma.

05 junho 2004

CAN/06 Começos diferentes mas auspiciosos

Angola ao empatar 0-0, em Argélia,
e Cabo Verde ao perder, somente, por 2-1 com a forta equipa dos Bafana Bafana, séria candidata a estar presente na Alemanha, tiveram uma estreia que sem ser feliz, também não foi desastrosa.
Esperemos que confirmem nos próximos jogos.

Apuramento ao CAN e Mundial de Futebol 2006

Angola, defronte da Argélia e
Cabo Verde , face à poderosa África do Sul, começam hoje o apuramento para o CAN 2006 e, simultanemante, para o Mundial de Alemanha, no mesmo ano.
Às duas equipas afro-lusófonas, votos de grande fortuna e, acima de tudo, nos honrem, mesmo nas derrotas.

04 junho 2004

Amílcar Cabral não é o pai da independência de Cabo Verde!?!?!?!

Agostinho Lopes, líder do Mpd, o maior partido da oposição, de Cabo Verde, afirmou nos EUA que era tempo de acabar com a paternidade individualizada da independência de Cabo Verde.
Segundo aquele líder(?) cabo-verdiano, numa entrevista ao programa radiofónico Porton de Nôs Ilha, da comunidade cabo-verdiana em Brockton, MA, e citada pela Semana Online, o pai da independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde teria sido mais um entre os inúmeros cabo-verdianos que lutaram pela Pátria crioula.
Ainda de acordo com Lopes, Cabo Verde nasceu de uma da vontade de uma única personalidade; o povo cabo-verdiano.
Para ele, Amílcar Cabral, que Basil Davison terá considerado como o maior líder africano, a par de Agostinho Neto e de Nelson Mandela – num ranking imaginário - teria sido um mero impulsionador na sequência de um caminho de encontrou e desbravou.
Como será evidente a comunidade crioula nos EUA, que continua a pautar pela paternidade cabralina, não ficou nada satisfeita.
Provavelmente, também os guineenses não se sentirão descansados.
E já agora, nem nós, os outros africanos, para quem Amílcar Cabral, continua a ser o grande líder que mostrou que a sã convivência entre povos era possível, apesar das diferenças políticas – consta que quando em no final da década de 50 teria vindo a Portugal propor a autonomia africana, Salazar não permitiu que a PIDE o detivesse -, nos sentimos tranquilos quando líderes partidários, com a natural apetência para o poder dizem destes “dispalates”.
Por este andar e com afirmações destas, creio que o PAICV e o seu líder poderão comprar novas mobílias para o Palácio governamental, porque tão cedo não devem sair de lá.

02 junho 2004

Endereços a evitar!!!!! ALERTA PARA QUEM USA INTERNET VIA TELEFONE:

Com a devida vénia reproduzo, pela sua gravidade, parte da msg que li no blogue, do meu amigo Aly Silva, Ditadura do Consenso

Acabam de me avisar para «não entrar» neste sítio e nem neste. Dizem que eles existem para roubar as passwords. Para aceder a este site é necessário instalar um ficheiro. Este ficheiro, quando instalado, substitui a ligação telefónica normalmente utilizada (clix, iol, Netc,Telepac, etc.), por outra ligação, pela "módica" quantia de 3,28€ (cerca de 659$00) por minuto...

Só fica esta pergunta: A ANACOM não pode intervir??? é que já não é a primeira vez que ouço ou leio sobre o assunto!!!!!!!!!

Lobitino Almeida N'gola

A crise do Congo Democrático

Uma vez mais o Congo Democrático voltou à ribalta internacional - e alguma vez deixou de o estar - devido a um ataque das forças rebeldes, lideradas pelo coronel Jules Mutebusi, na região de Bukavu, perto do Ruanda.
E uma vez mais os ruandeses, desta feita através do seu ministro das Relações Exteriores, Antoine Ghonda, vêm a terreiro afirmar que não pensam imiscuir-se no conflito, assegurando às autoridades cogolesas a sua total neutralidade desde o acordo de Pretória que pôs fim ao conflito na região; apesar do presidente ruandês Paul Kagamé afirmar ser sua intenção intervir em Bukavu para proteger as populações Banyamulengue, congoleses de origem ruandesa que, na sua concepção, estariam em perigo.
Continuamos na mesma senda... até quando????
Até quando Angola, um potencial Estado-Director na zona, continuará a permitir que crises destas subsistem e não procure, como seriade esperar, afirmar-se como o guardião da Paz na região??
A "inocente" pergunta fica no ar!!!!
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Lobitino Almeida N'gola