E aqui estão algumas das respostas às questões anteriormente apresentadas sobre a passagem do testemunho da HCB de Portugal para Moçambique: "«Ela é mesmo nossa!»
Foi assim em Songo que Guebuza lembrou aos moçambicanos que a gestão da Barragem de Cahora Bassa passou, maioritariamente – 85% do capital social –, para as mãos de Moçambique (os restantes 15% continuarão nas mãos de Portugal, até ver; perante a falta de visão estratégica portuguesa e a necessidade mercantilista de diminuir a qualquer preço o seu défice não surpreenderia que Portugal vendesse essa parte a quem lhe der alguns Euros…).
Foi assim que Guebuza afirmou que Moçambique estava a sair, pela segunda vez, do jugo estrangeiro no País.
Guebuza quer para si um louro que pertence, por inteiro, a Joaquim Chissano. A passagem da gestão de Cahora Bassa para Moçambique!Mas Guebuza não esclareceu como pensa manter a gestão da Barragem que, como muito bem relembrou Afonso Dhlakama se Moçambique recebeu política e fisicamente a Barragem, contabilisticamente ela continuará em mãos não-nacionais. (...)" (continuar a ler aqui).
Foi assim que Guebuza afirmou que Moçambique estava a sair, pela segunda vez, do jugo estrangeiro no País.
Guebuza quer para si um louro que pertence, por inteiro, a Joaquim Chissano. A passagem da gestão de Cahora Bassa para Moçambique!Mas Guebuza não esclareceu como pensa manter a gestão da Barragem que, como muito bem relembrou Afonso Dhlakama se Moçambique recebeu política e fisicamente a Barragem, contabilisticamente ela continuará em mãos não-nacionais. (...)" (continuar a ler aqui).

