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08 março 2019

Eu, Angola, Cabinda e FLEC na RDP-África


Hoje, 1 de Março,  estive em directo para a RDP Africa a falar sobre #Cabinda e o comunicado "de guerra" da FAC, da Cabinda Flec.

A minha participação pode ser ouvida aqui




11 março 2011

Angola: Líder militar da FLEC “aparece” morto

"Baía de Cabinda"; © foto Elcalmeida, Maio 2009

"Depois de ter sido atribuída ao Governo de Luanda a captura – segundo fontes próximas de cabindenses, foi rapto – do líder militar da FLEC, Gabriel Nhemba “Pirilampo”, há notícias agora que o corpo do mesmo está depositado na Casa Mortuária de Ponta Negra, República do Congo, com mostras de poder ter sido torturado.

Registe-se que Nhemba, auto-proclamado Chefe de Estado-maior da FLEC, residia, precisamente, naquela cidade congolesa e que, segundo fontes dos separatistas, terá sido encontrado por populares congoleses na aldeia de Tanda, na região fronteiriça de Massabi, entre o Congo e a o enclave angolano de Cabinda, província que advoga, pela sua especificidade territorial, a sua separação do território angolano.

É estranho que, depois de Luanda ter dito que terá acenado uma reunião com a FLEC para ser discutido e assinado um Memorando de Entendimento – que é feito do que assinou, em Namibe, em 2006 com o então representante da FLEC/Fórum Cabindense, Bento Bembe? – e de o movimento separatista o ter recusado, apareça, agora, o corpo baleado do antigo líder militar separatista.

Mas se pensarmos como foi, aviltadamente, apresentado o corpo de Jonas Savimbi, talvez até nem seja estranho o abandono do corpo… (...)" (continuar a ler aqui ou aqui)
Publicado no , "Malambas de Kamutangre", de hoje

19 julho 2006

A Paz em Angola passa pelo GURN?

A fazer face nas palavras e na escrita de alguns jornalistas parece que é isso que irá acontecer.
A juntar à acantonização das forças militares e militarizadas como um dos primeiros passos para a Paz em Angola, e a possível integração de guerrilheiros da FLEC serem integrados nas FAA’s e na Polícia Nacional, parece que Bento Bembe irá ter um lugar no GURN. Será que vai ter um ministério da Interterritorialidade?
No mínimo seria um pouco estranho. Se bem me recordo esse era o Ministério que os Governos pós-25 de Abril criaram em Portugal para preparar a descolonização.
E o que irá Angola descolonizar? Cabinda, não me parece, senão não teria procurado assinar o acordo de cessação de fogo e os cabindenses abdicado da independência.
Ora se não é Cabinda, o que será?
Por exclusão, só recordo da região diamantífera.
De acordo com um trabalho jornalístico do matutino Diário de Notícias e tendo por base o livro de Rafael Marques, “Operação Kissonde: Os Diamantes da Humilhação e da Miséria” aquela região mais parece um Estado dentro do Estado que uma inequívoca parte integrante de Angola. É que as empresas exploradoras de diamantes e as suas associadas, empresas de segurança privada, mandam mais que a polícia Nacional.
Já no tempo colonial a Diamang comportava-se assim!!
Até quando isso vai acontecer e até quando o Executivo o vai permitir?

29 junho 2006

Chegou a vez de Cabinda?

(o marco do tratado(?) de Simulambuco)

A crer nas notícias que hoje foram emitidas a partir de Luanda, após o encontro entre o Governo de Luanda e os representantes do Fórum Cabindês para o Diálogo – que agrupa a FLEC, a Igreja Católica (interessante ter sido logo após a tomada de posse do novo Bispo de Cabinda) e a Associação Cívica Mpalabanda – está à vista um estatuto especial para Cabinda, como, desde há muito, venho defendendo, dentro da Pátria angolana.
Todavia, por acaso, ou talvez não, dado a Mpalabanda estar há um tempo a contestar a presidência de Bento Bembe no Fórum, recusa credibilidade ao Fórum para as conclusões – terá sido por ter estado sob a ameaça de “extinção” por parte de Luanda?
Vamos esperar para ver até onde chegará este passo para o Diálogo, numa região onde a Paz continua arredia.
Será que os factores exógenos irão admitir, de mão-beijada, este interessante passo? Não esqueçamos o que um suposto cidadão nigeriano, Babatunde Taiwo, quis, a dada altura, criar dentro da FLEC e com o portal Ibinda.com.
Quatro anos depois, chegou a vez de Cabinda?

14 setembro 2004

As Flecs unificadas

A FLEC/FAC e a FLEC-Renovada, reunidas algures na Holanda, e sob a égide da Igreja Católica, representada pelo vigário geral de Cabinda, Raul Tati, decidiram fundirem-se numa única organização cabinda; Segundo os “Acordos de Emmaus”, Nzita Tiago (ex-FLEC/FAC) foi nomeado presidente e António Bento Bembe (ex-FLEC-Renovada) secretario-geral.
Se esta fusão tiver em vista a união de esforços para uma maior unidade no diálogo franco e honesto com o governo angolano tendo em vista a Paz definitiva no país, então é bem-vinda aquela fusão. Se, todavia, a sua conglomeração visar unicamente uma união de vontades conflituosas cujo o único fim é o derrame de sangue do povo angolano, seja do enclave, seja do resto do país, não acabar com as perseguições mútuas e impedir que os cabindas ascendam aos proveitos económicos a que têm legitimamente direito, então, o melhor, será esses dois senhores continuarem as suas férias na Holanda, gozando dos prazeres que as lâmpadas vermelhas lhes reservam.