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08 março 2019

Eu, Angola, Cabinda e FLEC na RDP-África


Hoje, 1 de Março,  estive em directo para a RDP Africa a falar sobre #Cabinda e o comunicado "de guerra" da FAC, da Cabinda Flec.

A minha participação pode ser ouvida aqui




09 julho 2018

Estado da Nação: Investigador diz que dossiê económico é prioridade da visita de Costa a Angola


(foto ©RTP via MSN.com)

Análise/Entrevista concedida à jornalista Joana Hadeler, da Agência Lusa, no final da semana passada e hoje mais desenvolvida.
(parte desta entrevista, publicada no passado dia 5 pode ser lida, por exemplo, em: https://www.publico.pt/2018/07/05/politica/noticia/investigador-lusoangolano-diz-que-rio-foi-a-luanda-como-secretario-pessoal-de-costa-1836999 (jornal “Público”) )

O artigo «
Estado da Nação: Investigador diz que dossiê económico é prioridade da visita de Costa a Angola» da Jornalista Joana Hadeler, com áudio (link em baixo)
O investigador luso-angolano Eugénio Costa Almeida defendeu hoje que o dossiê económico, nomeadamente o tema da transferência de divisas dos trabalhadores para Portugal, deve ser um tema prioritário a abordar pelo primeiro-ministro, António Costa, na sua visita a Angola.
O investigador do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa) considerou, em declarações à Lusa, que as relações entre Portugal e Angola “já estiveram muito mais frias do que agora, pelo menos em termos institucionais e governativos”. 
Por outro lado, o relacionamento entre os povos dois países “mantém-se normal e saudável”.
“Em termos gerais, as relações estão a melhorar”, disse, dando o exemplo de as autoridades angolanas já terem designado o novo embaixador em Lisboa, Carlos Alberto Fonseca, que deverá entregar as cartas credenciais ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na próxima quarta-feira.
O especialista em Angola comentava o atual panorama das relações entre Lisboa e Luanda e as perspetivas da viagem oficial do primeiro-ministro português a Angola, um tema que poderá ser abordado no debate do estado da nação, na próxima sexta-feira, na Assembleia da República.
A viagem “está a ser tratada com luvas de veludo”, considerou, referindo que “além das relações políticas e institucionais, há vários dossiês que têm de ser tratados”.
A facilitação das transferências de divisas dos expatriados portugueses em Angola é um dos temas prioritários, no entender de Eugénio Costa Almeida, que apontou como um dos entraves o facto de Luanda continuar a utilizar como moeda corrente o dólar, advogando que Lisboa pode ajudar aquele país africano a “ter acesso ao euro mais vantajoso”.
Por outro lado, a “normalização do pagamento das importações” é outro assunto pendente entre os dois países, mencionou, referindo que “Portugal não espera que Angola pague tudo de um dia para o outro, terá de ser de forma faseada”.
“O dossiê económico vai ser complicado e tem de ser abordado com ponderação e paciência”, disse.
Antes, Eugénio Costa Almeida comentara que, historicamente, o MPLA (partido no poder em Angola) tem melhores relações com o PSD português do que com o PS, apesar de ambos os partidos pertencerem à Internacional Socialista.
Em causa está, na sua opinião, apoios de setores do PS à UNITA, maior partido da oposição em Angola, durante a guerra, “um trauma que é difícil de ultrapassar”.
A visita de António Costa a Luanda está prevista para este ano, após ter sido sucessivamente protelada devido ao processo que corria na justiça portuguesa envolvendo o ex-vice-presidente angolano Manuel Vicente, e que as autoridades angolanas exigiam que fosse transferido para o seu país.
Da parte do Governo português, a intenção é que a deslocação de António Costa se realize ainda este verão, mas o Presidente angolano, João Lourenço, foi mais cauteloso, dizendo apenas que será certamente este ano e que ele visitará Portugal depois.
João Lourenço também garantiu que a visita não está dependente do processo que envolve o ex-vice-Presidente angolano Manuel Vicente, o que o Governo português tinha classificado como “um irritante” nas relações entre os dois países.
Questionado sobre se esta posição do executivo angolano respeita o princípio da separação de poderes, Eugénio Costa Almeida considerou que “a justiça e o poder político em Angola estão casados com comunhão de bens”, referindo que “Angola ainda não está suficientemente madura nessa separação”.
O chefe da diplomacia angolana, Manuel Augusto, estará hoje e terça-feira em Portugal, sendo recebido por Marcelo Rebelo de Sousa e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, sendo a preparação da visita de António Costa um dos temas do encontro dos dois governantes.  
A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola informou no final de junho ter recebido da congénere portuguesa, no dia 19 de junho, a certidão digital integral do processo envolvendo o ex-vice-Presidente angolano, mas indicou só com a receção em formato papel poderá continuar diligências.
O envio do processo de Manuel Vicente para as autoridades judiciárias angolanas resultou de uma decisão, em sede de recurso, do Tribunal da Relação de Lisboa.
O julgamento da Operação Fizz teve início em 22 de janeiro e assenta na acusação de que o ex-procurador Orlando Figueira recebeu 760 mil euros para arquivar processos de Manuel Vicente no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), um deles, o caso da empresa Portmill, relacionado com a aquisição em 2008 de um imóvel de luxo situado no Estoril.
JH (IEL/PD/PVJ/FC/CC/GC) // VM
Lusa/Fim

03 maio 2018

Análise para a RFI - Que moldes para o congresso do MPLA?

Análise proferida para a RFI sobre a convocatória do Congresso extraordinário do MPLA com vista à saída da presidência de José Eduardo dos Santos e a confirmação de João Lourenço como principal - e único, até ver - candidato a substituí-lo:  (ouvir clicando na imagem

«Desde o passado fim-de-semana está oficialmente lançado o processo de preparação para a transição no seio do MPLA, partido no poder em Angola. Ao ser anunciado para Setembro um congresso extraordinário para designar o sucessor de José Eduardo dos Santos na chefia desta formação, foi também validada a candidatura única do Presidente da República, João Lourenço, para a chefia do MPLA, o figurino que tem estado sempre patente e que, do ponto de vista de certas correntes de opinião, evita os incómodos inerentes à bicefalia no poder.

Questionado sobre a necessidade de se mudar os estatutos do MPLA no intuito de evitar esta bicefalia, Eugénio Costa Almeida, investigador angolano ligado ao Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa, considera que não é preciso mudar as regras do jogo, é preciso -sim- que prevaleça o bom senso.»


35 anos das Relações Angola-China - Macao Magazine



Estou aqui citado, num artigo de Paulo Guilherme, do África Monitor, entre as páginas 76 e 80 da revista Macao Magazine, de Março de 2018

13 janeiro 2018

O paradoxo da África Austral e a Cimeira da União Africana

Sou citado neste artigo de Ana Sousa, no Vanguarda nº 50, edição de 12 de Janeiro de 2018, na página 34. A minha contribuição verificou-se por via electrónica, dado a autora, estar, na altura, em Angola.

NOTA: O Vanguarda sai, também em Portugal, como suplemento da edição do semanário português Expresso.



03 janeiro 2018

O ano 2017 em África para a RFI - minha intervenção



A minha intervenção para a secção em língua portuguesa da RFI - Radio France Internationale (ou um pequeno apanhado de uma intervenção anterior, ocorrida em entrevista, efectuada em 13 de Dezembro, e difundido a 30 de Dezembro) vai dos 2:24 a 4:13 minutos; relaciona-se com Angola e a eleição de João Lourenço.

No final a jornalista Liliana Henriques (re)identifica os analistas que intervieram (sendo que cada um com a sua parte de intervenção)​.

10 novembro 2017

João Lourenço em Cabinda - análise/entrevista à RFI


«O Presidente de Angola, João Lourenço, defendeu que Cabinda é uma prioridade, mas o novo presidente só vai “até onde lhe for permitido”, na análise de Eugénio Costa Almeida. O invetigador recorda que João Lourenço “é só o vice-presidente do MPLA”, a não ser que faça uma “moçambicanização do sistema político” de Angola

João Lourenço respondeu que Cabinda é uma prioridade, mas para Eugénio Costa Almeida, investigador angolano do Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL), o novo presidente só vai “até onde lhe for permitido”.


Ler e ouvir, na íntegra, e entrevista concedida hoje, véspera da Dipanda, à jornalista Carina Branco, da RFI em português em: http://pt.rfi.fr/angola/20171110-joao-lourenco-vai-ate-onde-lhe-permitido-em-cabinda 

28 outubro 2017

CIRGL - participação no programa "Causa e o Efeito" da RTP África





Debate na RTP-África, programa "Causa e Efeito", sobre os problemas dos Grandes Lagos, o impacto e a capacidade de e em Angola na região. Além de mim, participaram os professores Mário Pinto de Andrade (analista, deputado e Reitor da Universidade Lusíada de Angola) e Ricardo Sousa, Professor da Universidade Autónoma de Lisboa.

Pode ouvir e rever acedendo ao link do programa 

CIRGL - Entrevista ao Vanguarda sobre os Grandes Lagos




Entrevista concedida ao semanário Vanguarda (Angola) sobre a passagem da presidência rotativa da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos, de Angola (teve dois mandatos) para a República do Congo.

Publicada na edição 39, de 20 de Outubro de 2017, página 7; para aceder ao artigo (jornal disponibilizado em Portugal juntamente com o semanário Expresso) pode fazê-lo através daqui.

31 agosto 2017

As minhas intervenções no período eleitoral (antes e pós); e como “Gorbatchev angolano” teve tanto impacto

Relativamente ao processo eleitoral de Angola houve mais intervenções minhas, fossem como análises escritas, fossem através de entrevistas; aqui ficam alguns, sendo de destacar a expressão por mim avançada de João Lourenço, poder ser um “Gorbatchev angolano”, em entrevista ao jornal Público, face à mudança que, também ele, propôs nos seus comícios, e que teve o impacto que se conhece e que mereceu a resposta de querer ser não um Gorbatchev, mas um Deng Xiaoping!



11 março 2016

Eduardo dos Santos anuncia retirada da vida activa política em 2018...

(imagem via Internet)

O Presidente José Eduardo dos Santos anunciou hoje, na abertura da 11ª reunião ordinária do Comité Central do MPLA, que pensa abandonar a política activa em 2018, quando deverá perfazer 76 anos de idade (nasceu a 28 de Agosto de 1942)..

Sobre esta matéria tive intervenção em dois órgãos noticiosos portugueses, a Agência Lusa e a rádio TSF-Rádio Notícias.

A análise para a Lusa pode ser lida através da retranscrição no portal do Porto Canal. Esta intervenção foi alvo de análise no portal do Jornal Folha 8.

Já a análise para a TSF pode ser ouvida aqui o tema começou a ser tratado aos cerca de 10 minutos com uma intervenção de Luaty Beirão seguida de parte da minha internção (por volta dos 13:49 minutos).

O tema foi ainda objecto de um comentário (com tradução simultânea para inglês de Gustavo Plácido) no blogue  Africa, Defence & Security (Africa, Defesa e Segurança).

03 julho 2015

Análise à Rádio DW sobre comunicação de Eduardo dos Santos ontem

(imagem da Rádio DW)

Análise, ao jornalista António Rocha, para a Rádio Deutsche Welle, desenvolvida no portal da DW (Português para África), sobre a intervenção do senhor Presidente José Eduardo dos Santos, ontem , 2 de Julho, quinta-feira, na reunião extraordinária do Comité Central do MPLA, onde apontou a necessidade de estudar a construção da transição em Angola e não falou em terceiro mandato.

26 abril 2015

Entrevista à Rádio Angola

Segundo a Rádio Angola:

«Entrevista com o acadêmico Dr. Eugénio Costa Almeida 

Rádio Angola (RA): Serafim de Oliveira entrevisto o Dr. Eugénio Costa Almeida, Angolano radicado em Portugal , Investigador no Centro de Estudos Internacionais, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-CEI – IUL) e do CINAMIL (da Academia Militar portuguesa). 

Eis o teor: 
- Importância do 25 de Abril de 1974 para Angola? 
- Queda do petróleo em Angola tem afectado as relações comercias com Portugal? 
- O caso BESA terá exposto os negócios de "certos angolanos" em Portugal? 
- Lei do registo eleitoral 
- O que lhe parece sobre os empréstimos externos contraidos pelo o Executivo Angolano? 
- As detenções por razões políticas em Angola, especificamente em Cabinda preocupa-lhe?

Perguntas e sugestões podem ser enviadas para 
info@friendsofangola.org. A Rádio Angola – uma rádio sem fronteiras – é um dos projectos da Friends of Angola, onde as suas opiniões e sugestões são validas e respeitadas!»

Pode aceder à entrevista aqui.

31 julho 2014

As makas do BES/BESA


"Face aos problemas financeiros do Banco Espírito Santo Angola (BESA), o Estado decidiu intervir. Angola assumiu o controlo do banco. Entretanto, a Justiça portuguesa investiga o ex-presidente do BESA, Álvaro Sobrinho." (in: Rádio Deutsche Welle)

Sobre este assunto, uma intervenção da minha parte em entrevista/conversa com o jornalista João Carlos da DW, ontem, e que pode ser lida e ouvida em: http://www.dw.de/estado-angolano-toma-em-m%C3%A3os-resgate-do-besa/a-17824539.


05 maio 2014

No «Conversas ao Sul»

(Quando Esser Silva intervinha)
(Logo do programa)


A minha participação no Conversas ao Sul (RTP-África) através da sua RTP-Play e que contou, também, com as participações do sociólogo cabo-verdiano Esser Jorge Silva (Universidade do Minho) e da artista plástica, de origem moçambicana, Ângela Ferreira.

16 outubro 2013

O fim da parceria estratégica entre Angola e Portugal - análises e comentários

Sobre a matéria em referência - relativo às palavras do presidente Eduardo dos Santos, na abertura da sessão legislativa -, as minhas participações (análises e comentários) ocorridas ontem e hoje:


Para a agência portuguesa “LUSA” (e citados na TVI24, no Jornal de Negócios e no semanário SOL);

Para a Radio France International (RFI África), com audio;

Para a “Folha de São Paulo”(? não tenho a certeza se era este o órgão) e, hoje, para o “Jornal de Leiria”.


06 junho 2013

A entrevista de Eduardo dos Santos à SIC...

(Imagem via tv da ©SIC)

A minha "ponderação" já colocada no FacebooK:

Acabei de ouvir a entrevista do presidente José Eduardo dos Santos a Henrique Cymerman e retransmitido na SIC. Ouvi-a e agora vou estudá-la.

Ainda assim há 3, 4 ou 5 pontos que desejo já deixar à reflexão:


- falou na existência de 35% a 36% de pobres no país; esqueceu-se de mencionar os muitos que estão abaixo do limiar da pobreza;


- reconheceu a existência da corrupção, não esquecendo, naturalmente, de mencionar que isso é um problema transversal a todos os países, mesmo os ditos desenvolvidos;


- admite que ainda estamos longe de sermos um país emergente;


- à pergunta sob político de referência, e após alguma indecisão, não apontou Mandela, como seria expectável mas sim Lula da Silva, que está só sob investigação judicial por causa do Mensaláo; interessante!

- não compreendi – daí querer estudar melhor a entrevista – como não vê qualquer instabilidade social no país, excepto certos e pequenos focos de cerca de 300 jovens que se manifestam, por vezes, em Luanda


- fiquei com a ideia – há que estudar melhor a entrevista – que ainda não encontrou ninguém no seu partido – e só parece existir o seu partido – quem o possa, no futuro, o substituir;…
- finalmente, deseja ser visto no futuro, como um bom patriota; eu também!!


A entrevista pode ser ouvida aqui