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21 março 2012

Dias Mundiais da Poesia e da Floresta

Os dois textos que se seguem foram, inicialmente, publicados na minha página do Facebook:

Pelo Dia Mundial da Poesia:

Porque ser Angolano é algo que não se define, é tão só uma questão de personalidade, no Dia Mundial da Poesia este meu "poema" publicado no livro «Angola, Saudade 60-70» da editora IPlay.

Saudades de Angola” que pode ser lido aqui:

Pelo dia Mundial da Floresta:

No Dia Mundial da Floresta (início oficial da primavera no Hemisfério Norte) a minha homenagem a uma das árvores que melhor definem o Continente-Mater: o Imbondeiro/Embondeiro!

21 março 2010

Dias Mundial da Poesia e das Florestas

(Tela de Neves e Sousa exposta no Hotel Continental, Luanda)

POESIA

O que é a Poesia?

É a epopeia do Amor...

E o Poema?

É a alma do poeta,

Maratona do espírito,

Ao alcance do coração,

Com muita dedicação e afeição.

Por: Fernanda Bonfim (POMBINHA)

Amadora 21-3-10

Porque hoje se comemoram e recordam os Dias Mundial das Florestas e da Poesia deixo-vos esta mensagem poética da santomense Fernanda Bonfim, feita para este Dia, ao mesmo tempo que vos remeto para o Malambas onde poderão ler poemas da moçambicana Noémia de Sousa, da santomense Manuela Margarido, do português Bocage, do guineense Carlos Schwarz, do timorense Jorge Lauten, do brasileiro Chico Buarque de Holanda, da cabo-verdiana Vera Duarte e dos angolanos SandroFeijó e Niki Menezes.

21 março 2009

Três num Dia por Três Dias Mundiais


(O poeta pensa como é possível o desmatamento da Amazónia e o rio Amazonas secar;
pintura de Manuel de Castro e imagens da Rede Infoseg, Brasil, e BBC)

Se há algo que gostaria que nunca fosse comemorado eram os Dias Internacionais ou Mundiais.

Infelizmente, o Homem continua a persistir na sua generosa ignorância de tudo destruir e fazer relembrar os quase “passado” através dos chamados Dias Mundiais.

Hoje há dois Dias que se rememoram; amanhã, outro, não menos importante se refresca.

Um relembra-nos o Dia Mundial da Floresta, inicialmente criado para recordar o início da Primavera no Hemisfério Norte e o (re)começo florido e esplendoroso da vida. Mas o Homem acabou por recriar este Dia com a devastação que tem feito nos maiores pulmões da nossa Mãe-Terra com a globalização da – será que é mesmo? – evolução.

O outro é para saudar uma forma de escrita que alguns consideram a mais pura da Humanidade: Dia Mundial da Poesia. O meu sublime contributo pode ser lido no
Malambas com o poema (deixem-me pensá-lo assim) “Saudades de Angola”.

Amanhã teremos a nossa memória refrescada com o Dia Mundial da Água. Ainda recentemente nos relembraram que a contínua falta de água potável está a tornar-se na segunda causa de morte das crianças até aos 5 anos e que a deficiente gestão dos recursos hídricos e a contínua desflorestação e desmatamento das nossas florestas provoca períodos de secas intercaladas com mortíferas cheias. Basta recordar, recentemente, as cheias nas províncias angolanas do Cunene, Huíla ou, ainda há dias, em Luanda, depois das secas em Benguela e Huíla ou, como mostra a imagem da BBC, no rio Amazonas.