24 março 2014
Voo MH370 pode ter despenhado – comentário
26 dezembro 2011
Acidentes em Angola, continua a nova guerra-civil…

Este cartune, hoje publicado no Jornal de Angola e que, com a devida vénia, retirei do seu portal, diz muito sobre o que os nossos compatriotas continuam a fazer à sua vida e à vida dos outros: não ligar nenhuma.
Recordo que já em 2010 (Março e Novembro) abordei esta matéria aqui e no portal noticioso Zwela Angola.
Quase dois anos passados e a situação continua a persistir sem que as autoridades pareçam não ter mãos para minorar este desiderato, mesmo aplicando mais multas, mesmo cercando os infractores com operações stop e com a obrigação de seguro.
Talvez que os nossos automobilistas, kupapatas (e motociclistas) e peões precisem das visitas de uns PIR à fatazana…
Até lá, parece-me que a actual guerra-civil, que está a custar muitas vidas e muito dinheiro ao Pais, não parará…
19 novembro 2010
A nova guerra-civil…
22 março 2010
Acidentes, a nova guerra-civil?
(Foto ANGOP)"Quando Angola precisa que todos os seus cidadãos estejam em pleno uso das suas faculdades para recuperar o desenvolvimento nacional parece que há quem não o entenda assim.
Segundo uma notícia do portal do Jornal de Angola, citando fontes das autoridades nacionais, durante os meses de Janeiro a Fevereiro do corrente ano, já faleceram nas estradas angolanas mais de 450 (QUATROCENTOS E CINQUENTA) pessoas devido a mais de 2000 acidentes!!!
Infelizmente, a maior parte dos acidentes, mais do que a estradas que ainda possam – e naturalmente que poderão e deverão – estar por reparar ou em deficiente estado de conservação, se devem, segundo a Direcção Nacional de Viação e Trânsito, à não observância do novo Código de Estrada por parte dos automobilistas, motociclistas e peões.
Luanda, Benguela, Huambo, Huíla e Moxico são as províncias onde se registam mais acidentes. (...)" (continuar a ler aqui ou aqui)
Publicado no , na rubrica "Malambas do Kamutangre", em 21/Mar./2010
19 janeiro 2008
Quando antecedentes tornam os acidentes estranhos…
(imagem Club-k)Em circunstâncias normais unicamente escreveríamos que entre as vítimas estaria o proprietário da companhia Tropicana (a rede Globo e o jornal português Correio da Manhã afirmam que a companhia aérea privada se chamaria “Gira Globo”) a quem pertencia a aeronave acidentada, Valentim Amões.
Isto tudo seria em circunstâncias normais e a única coisa que deveríamos fazer era lamentar o acidente e as vítimas.
Pois, como digo, tudo isto seria em circunstâncias normais.
Mas quando a vítima era uma das personalidades em ascensão no MPLA; próximo de Francisco Miala, através do projecto filantrópico "Criança Futuro", cujo o patrono é precisamente Miala e que parece estar, tal como outros responsáveis do projecto, sob ameaças de morte por carta anónima; foi um dos homens que aproximaram a África do Sul e Angola, em 1996; ou quando a vítima estava referenciada como um testa-de-ferro em determinados negócios de Jonas Savimbi e do Galo Negro antes da refrega eleitoral de 1991 entre o Governo e a UNITA; torna o acidente um pouco estranho.
Como é estranho que, apesar da zona ser pouco acessível por via aérea e estar mau tempo – segundo uma rádio portuguesa um helicópetero da Força Aérea Angola acabou também por se despenhar na zona devido ao mau tempo, mas felizmente sem vítimas – é estranho que as forças de resgate ainda não tenham chegado ao local, ao contrário dos populares e que a assessora de informação da Empresa Nacional de Navegação Aérea (ENANA), em informação ouvida numa rádio portuguesa, diga que não foram 12 as vítimas – inicialmente eram 10 as anunciadas – mas 13 pessoas apesar de ainda ninguém ter lá chegado. Para quem não tem provas visuais está bem informada.
Realmente face as incongruências e às circunstâncias que antecedem o acidente tornam-no, no mínimo, estranho.
Não quero acreditar em bruxas nem em teorias de conspiração, mas…
