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22 fevereiro 2010

Madeira, a Vergonha das telecomunicações

O grupo Media Capital, como outros grupos que pensaram na solidariedade pura e simples com a catástrofe da Madeira, abriu uma conta telefónica de apoio ao arquipélago.


Nada mais do que saudar e louvar, e, já agora, o telefone de Valor Acrescentado é o 760 100 999. Como os próprios indicam é de Valor Acrescentado, ou seja são 60centimos mais IVA!


Todavia, e aqui está a vergonha – VERGONHA – que não se admite! Só vão 50 cêntimos, porque a diferença – e isso a Rádio Comercial tem explicado – dos 10 cêntimos vão para… AS OPERADORAS!


Não sei se são as das telecomunicações ou dos intermediários bancários. É uma VERGONHA!!!


Tal como é uma vergonha que o Estado, o primeiro que deveria primar pelo incentivo à solidariedade arrecade o respectivo IVA.


Uma das vezes que ouvi, e logo a meio da manhã, já os portugueses tinham comparticipado com cerca de 10.000 euros. Ou seja, as tais operadoras, já tinham arrecadado à pala da solidariedade livre e pura dos portugueses e de quem quis contribuir com… mais de 1,000 euros (10.000€ a ,50c dará cerca de 20.000 ouvintes, vezes ,10c...) e o Estado com cerca de 2.100 euros!


Que me desculpe a Rádio Comercial por utilizar o seu nome e logótipo sem autorização, mas, lamento, com VERGONHAS destas eu não contribuo!

31 janeiro 2010

Em São Tomé os telefones têm mais um dígito…

A partir de hoje os telefones fixo e móvel em São Tomé e Príncipe passam a ter mais um dígito, ou seja, os santomenses e, ou, quem com eles contactar devem digitar 7 números em vez dos habituais 6 dígitos.

Assim, os telefones fixos passam a ser precedidos do nº 2 (um telefone que fosse 213456 passa a ser 2 213456) e os telefones móveis passam a ser precedidos do dígito 9 (se fosse 987654 passa a ser 9 987654).

27 julho 2009

Será isto desenvolvimento tecnológico?

(Entretanto já apresentei a minha reclamação junto do Provedor da PT)


O senhor primeiro-ministro português e líder do ainda maioritário Partido Socialista, o senhor licenciado em Engenharia José Sócrates, tem, repetidamente, anunciado que Portugal está no bom caminho para ser um país – ia escrever potência, mas não me recordo se alguma vez teve esse desplante – europeu onde a tecnologia estaria mais avançada, nomeadamente, e ainda hoje isso foi, de certa forma, reforçado com a entrega do computador e-escola nº 1.000.000, nas telecomunicações e nas auto-estradas da comunicação.

Talvez isso seja verdade na casa dele e na dos seus amigos e companheiros. Porque no resto do país que ainda governa, e com legitimidade, isso parece ser uma inverdade.

Repito, UMA INVERDADE!

De acordo com a própria empresa, e que se vê no seu blogue, a TMN, do grupo Portugal Telecom (PT), é “
operador líder do mercado móvel em Portugal” o que se pressupões sê-lo, também, das comunicações de Internet através das suas placas de acesso.

E talvez seja, mas, provavelmente, só nos jardins do senhor primeiro-ministro e dos seus administradores porque há locais onde isso é, claramente, inverdade.

Algarve, considerado o principal pólo turístico – pelo menos de Verão – de Portugal, e em especial, numa zona balnear do concelho de Albufeira – por sinal numa localidade onde as casas ocupam todo o terreno até à ruas e onde postes e caixas eléctricas servem de suporte aos respectivos muros – estive desde Domingo sem aceder em condições, mesmo que mini-mínimas, à Internet, (conforme mostra a imagem supra).

E eu a pagar o acesso diário sempre que entrava na placa.

Nem mesmo o telemóvel (celular, para outros que não portugueses) conseguia obter chamadas claras – tinha de vir quase para a rua, pelo menos tinha de me recolocar na varanda –, nem a Internet apesar do meu aparelho ser um 3G – penso que é isso que se diz – estar conectado ao TMN I9 e só o conseguia, e a espaços, para ler alguns e-mails que não tivessem grande conteúdo e, ainda assim, tinha de esperar alguns largos segundos.

Repare-se que um aparelho que tem como indicador de acessibilidade ou captação sete barrinhas a maior parte do tempo só apresentava 2 e, às vezes e muito a espaços, 3.
(continuar a ler aqui ou aqui)
Publicado como Manchete no , sob o título "Tecnologia retrógrada da TMN ou (mais um) gato por lebre?"

18 fevereiro 2006

Banco de angolano-português vira ibero-angolano

De acordo com o Semanário Angolense, o Banco Totta Angola, um banco de direito angolano, detido em partes iguais pelo português(?) Totta-Santander e por angolanos viu a parte lusa do seu capital dividido por duas entidades ibéricas e que, por sinal, ambos estão, de certa forma, directa ou indirectamente, ligados ao poder de cada uma das suas capitais: a Caixa Geral de Depósitos (CGD), entidade bancária lusa, também com interesses em Espanha, e o espanhol Santander-Central-Hispano, detentor da maioria do capital do Totta-Santander (ou Santander-Totta ou, simplesmente e sem medos, Santander, o mesmo que está por detrás da OPA à PT (Portugal Telecom) também com interesses em Angola).
Não é interessante que duas entidades bancárias estreitamente ligadas aos dois poderes socialistas ibéricos, tenham dividido o capital da parte portuguesa entre si? E não é interessante os espanhóis que nunca estiveram desejosos de entrar no sistema bancário angolano tenham desferido esta estocada?
E já agora, sabem quem é um dos accionistas da Unitel, uma rede em forte expansão; ou da rede de dados Multitel ou da lista telefónica ELTA? E quem comprou há pouco tempo uma participação maioritária numa rede móvel do Congo Democrático? Ah! E já agora quem é um dos principais bancos da espanhola Telefónica?
Meras perguntas, simples questões!!!