
Será que o segundo maior país hispânico – cujo dia nacional ocorreu no passado dia 16 de Setembro – está em condições de suportar um revolta popular, mesmo que com características gandhiesas, ainda por cima às portas de um, os EUA – um país que, segundo Hugo Chavez, tem um presidente possesso, mentiroso e tirano –, que, além de já ter criado uma fronteira de betão e arame farpado entre os dois países, se apresenta, cada vez mais, como um despeitado e pouco acreditado polícia do Mundo?
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