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30 dezembro 2018

Minha Actividade em Dezembro de 2018



Relação da minha actividade literária - e não só - no mês de Dezembro de 2018:

Intervenção directa:
“Ainda é cedo para termos a certeza do alcance das mudanças de João Lourenço” (in: Changing World / blog do CEI, em 07/12/2018);
O porquê de haver uma boa Marinha de Guerra (in: Vivências Press News, em 15/12/2018);
No adeus a 2018, que expectativas para 2019 (in: Vivências Press News, em 28/12/2018);

Citações de afirmações ou comentários meus:
Lisboa: MPLA e o 27 de Maio de 1977 são temas de Mestrado no ISCTE (citação e entrevista, decorrente da minha orientação para um Mestrado em Estudos Africanos, no ISCTE-IUL) (in: Vivências Press News, em 06/12/2018);
Angola – A New Politics of Memory? The President and the Ruling Party’s Dark Past texto da investigadora do CEI-IUL, Cláudia G. Almeida) – Citação ( in: Presidential Power, em 18/12/2018);
 As Presidenciais no Congo Democrático (análises de Raúl Braga Pires e Rui Newmann - citação aos +/- 13' 43'') (in: VOA Português, em 26/12/2018);


Obra literária (publicada no primeiro trimestre de 2018, mas só agora o recebido em 21/12/2018)


21 maio 2018

O meu novo livro: África Colonial no Centenário da Guerra de 1914-1918


«África Colonial no Centenário da Guerra 1914-1918:
Angola e Moçambique, os casos em análise»
edição: Novas Edições Acadêmicas

Sobre o meu livro as palavras de Orlando Castro que o  prefaciou: 

«Eugénio Costa Almeida acaba de publicar o livro “África Colonial no Centenário da Guerra 1914-1918”, especialmente vocacionado para a análise da participação de Angola e Moçambique neste conflito. É uma obra de leitura obrigatória, não só pelo exímio conhecimento deste autor angolano como pela necessidade pedagógica de explicar aos mais novos o papel dos africanos no contexto mundial.» (in: Folha 8)

e da secção de Cultura do mesmo órgão nacional de Comunicação Social: «ÁFRICA COLONIAL NOS 100 ANOS DA GUERRA 1914-1918» (in: Folha 8)

O livro está à venda em livrarias online, nomeadamente na MoreBooks e na Amazon (esta só começa a entregar a partir de 23 de Maio, mas já recebe encomendas)

Recordo que continua à venda na Amazon, outro livro meu «Of the An Instrumentality Power to the Mahjong Theory»

14 agosto 2015

O "book" já chegou à minha mão


Chegaram hoje à minha mão os meus exeemplares

Aqui o Je agradece quem o comprar; sempre poderá chegar algum kumbu dos "direitos"; ainda que muit poucom, mas...

O acesso ao mesmo, e por enquanto só em versão livro, está disponível no post anterior (ou ver aqui).

Em breve, também, em e-book!

05 agosto 2015

Desde ontem que já está nas bookstores o meu novo "bébé"...


Foi ontem publicado e os pedidos de compra podem ser já acedidos pela e-bookstore "More Books"

Também já estão disponíveis, na Amazon.com e na Barnes and Nobles, pelo menos.

Note-se que - creio de ainda só através da editora Lambert Academic Publishing, espero confirmação - também estará disponível a versão e-book!

Comprem que penso será do V/ interesse; do meu é certamente por causa dos royalties e da necessidade de atingir uma determinada quota de vendas anuais...

Mais informações sobre o livro poderão aceder em: http://www.elcalmeida.net/content/view/981/34/.

29 março 2009

II Antologia de Poetas Lusófonos

"Escrever é algo mais do que espalhar letras, entornar palavras ou construir frases. Escrever é transmitir ideias, é concretizar desejos, é realizar sonhos, é prolongar a firme voz de comunicar. Escrever é cunhar identidade pela diversidade cultural que une países, regiões, cidades e aldeias.

A Lusofonia não é apenas um conjunto de países onde se fala a Língua Portuguesa. A Lusofonia está espalhada por todos os países do Mundo. Em todos eles existe alguém que fala ou escreve esta tão amada Língua.

Neste Planeta, em que parte da sociedade o considera global, não existem fronteiras para a Lusofonia nem para a Poesia, como defendia António Gedeão: “Minha aldeia é todo o mundo”.

A II Antologia de Poetas Lusófonos surge com os objectivos nobres de promover a Língua Portuguesa, de promover a Lusofonia e de promover os Poetas que espalham as suas veias inspiradoras por todo o Mundo, tal como o fizeram os grandes vultos da Lusofonia, com especial destaque para o Padre António Vieira, que além da Língua conseguiu unir Continentes.

Este é um livro que tenta unir regiões de vários Continentes. Unir poetas que nesta aldeia global, conseguem unir esforços e vontades para levar a efeito este livro. (…)
"
(extracto do Preâmbulo de Adélio Amaro, no livro “II Antologia de Poetas Lusófonos” editado pela Folheto Edições e Design).

Esta obra que tem publicado poemas de 134 poetas (desculpem por me considerarem poeta…) de 11 países (Portugal, Brasil, França, Suíça, Inglaterra, Angola – Namibiano Ferreira e Lobitino Almeida N’gola (ou seja, eu e com 5 poemas) são dois dos representantes –, Timor, Canadá, EUA, Moçambique e Índia) vai ser apresentada no próximo dia 5 de Abril, no Mosteiro da Santa Maria da Vitória, em Batalha, próximo de Leiria, no centro de Portugal, conforme convite acima.

23 abril 2008

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor


(As duas obras publicadasdo autor, neste Dia Mundial)
Celebra-se mais um Dia Mundial.
Tal como muitos outros seria desnecessário esta celebração não fosse o facto de haver quem considere um livro como um objecto supérfluo – só assim se entende a taxa de IVA, apesar de ser só(?) 5%, que sobre eles recaem – e haver quem não respeite, seja no livro, na música, nas obras de arte, nas imagens e filmes, nos artigos jornalísticos – quantos vemos nunca assinados ou identificados o(s) autor(es) e a sua propriedade intelectual absorvida pela entidade que os publica –, ou mesmo neste tipo de informação, os blogues – quantos e quantos são transcritos – leia-se copiados e, por vezes, na íntegra, – sem qualquer citação ou indicação da fonte.
Porque os livros são caros, tal como a música, louve-se a ideia do Público, de parceria com a Âmbar, que, neste dia, vai oferecer 60.000 indiferenciados títulos pelos seus leitores.
Que outros sigam este exemplar exemplo, mesmo que por um Dia!

29 agosto 2006

Alto Hama, uma interessante trilogia

Em Angola existe uma pequena cidade, na província do Huambo reconhecida por Alto Hama - no Google também é reconhecido por Wama ou Alto Uama -; uma localidade situada a cerca de 1518 metros acima do mar, sede do município de Londuimbali, a cerca de 90 km da capital da província, Huambo.
E foi no Alto Hama que nasceu o autor do blogue mais recente da Lusoblogosfera: Orlando Castro jornalista angolano-português do Jornal de Notícias e que colabora a espaços com outros órgãos de informação, nomeadamente no Notícias Lusófonas, através da rubrica "Alto Hama".
Pois, naturalmente, o blogue não poderia deixar de se chamar "Alto Hama" a quem se deseja as maiores felicidades (reconhecendo a competência e categoria do autor como se isso fosse necessário).
E porque só da blogosfera e da imprensa escrita um escritor não se sente satisfeito, Orlando Castro vai lançar no próximo dia 23 de Setembro, na Casa de Angola, em Lisboa, uma colectânea de artigos seus publicados, precisamente, referida rubrica do Notícias Lusófonas que dá nome a esta sua obra "Alto Hama - crónicas (diz)traídas".
O livro só tem um pequeno senão: é prefaciado por este vosso autor o que só demonstra que não existem obras perfeitas.
Enfim, as minhas desculpas ao autor e à editora Papiro bem assim à Casa de Angola que apoiou esta obra e para quem reverte uma parte dos direitos autorais, cedidos gentilmente pelo autor.
De uma coisa tenho a certeza, Alto Hama passa a ser uma trilogia: crónicas, livro, blogue.