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06 dezembro 2013

Mandela (1918-2013) um dos 5 Humanistas do Século XX/XXI

(Só em 1 de Julho de 2008, que Mandela saiu da lista norte-americana dos "terroristas" e com Bush)

Em 1989, no âmbito da Licenciatura, escrevi uma monografia sobre o ANC onde, em abono da verdade e apesar de não transparecer totalmente, não fui muito bom com Nelson Mandela.

Essa monografia pode ser lida, integralmente, aqui.

Dela não tenho qualquer pudor em a mostrar, até porque foi uma das primeiras, se não mesmo a primeira que fiz na Universidade, onde se espalham muitas deficiências que, ao longo dos anos, fui esbatendo ou tentando esbater e melhorar, se o consegui ou não, os críticos que o disparem!

Mas voltando a Nelson Rolihlahla Mandela, um dos 5 ou 6 Grandes Humanistas do último século que decorreu entre o fim da 2ª Guerra Mundial e esta altura – os outros foram Mohandas Karamchand (Mahatma) Gandhi (1869-1948), Martin Luther King Jr, John (1929-1968), John Fitzgerald Kennedy (1917-1963), Mikhail Sergeyevich Gorbachev (ou Gorbachov, 1931-) e e Karol Józef Wojtyła (Papa João Paulo II, 1920-2005)  –, Mandela mostrou o quanto estava errado nas minhas cogitações e como um "rebelde", como lhe chama o jornalista António Mateus se tornou na principal figura política e Humana de África.

Obrigado Madiba!

África perde, talvez, a sua mais cintilante estrela, mas a Humanidade ganha mais uma enorme estrela polar, um cruzeiro do sul, um farol para a dirigir!

Até sempre Madiba!

22 novembro 2013

«África no século XXI: que prospectivismo e que causas; efeitos nos Estados africanos»


Um pequeno ensaio publicado como "Notas e Reflexões" no portal Janus.net (e-journal of International Relations) Vol. 4, n. 2 (Novembro 2013 - Abril 2014), do Observare - Observatório de Relações Internacionais, da Universidade Autónoma de Lisboa:

versão portuguesa: http://observare.ual.pt/janus.net/pt/component/content/article/78-portugues-pt/v-4,-n-2-2013-novembro-abril/notas-e-reflexões/234-áfrica-no-século-xxi-que-prospectivismo-e-que-causas-efeitos-nos-estados-africanos
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versão inglesa (english version): http://observare.ual.pt/janus.net/en/component/content/article/81-english-en/vol-4,-n-º2-2013-2014-november-april/notes-and-reflections/245-africa-in-the-21th-century-prospects-and-causes-effects-on-arican-states

Este ensaio baseou-se na apresentação efectuada pelo "Dia de África" na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 25 de Maio de 2013.

20 novembro 2013

Ensaio «Angola, potência...» à venda no Brasil

Hoje, via email e através do meu amigo ensaísta e sociólogo Wagner 
Woelke, tive conhecimento que o meu ensaio, fruto da minha Dissertação para o Doutoramento, «Angola, Potência Regional em Emergência», da Editora Colibri, está a ser vendido no Brasil através da Livraria Cultura.

Os meus amigos brasileiros e outros interessados que desejem obter a referida obra, e isto vem ao encontro daqueles que me têm enviado pedidos de esclarecimento de como a poderiam obter, podem aceder ao portal da Livraria Cultura através de:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=29036262&sid=014424124151120294464105460

Sei, igualmente, que a obra pode ser obtida através de pagamentos faseados conforme pode ver no referido portal.

21 novembro 2011

Entrevista ao Novo Jornal devido ensaio "Angola,..."



Por ocasião da apresentação do meu ensaio "Angola, Potência Regional em Emergência", a edição nº 200, do semanário Novo Jornal inclui nas páginas 14 e 15 a entrevista cujas imagens podem ver.

27 dezembro 2005

O “África…” no Macroscópio

Pela pena do Professor Rui Paula de Matos e tendo por base o meu livro “Africa, Trajectos Políticos, Religiosos e Culturais” e a entrevista dada o Jornal de Notícia, de 17 de Dezembro passado, uma interessante e acutilante análise à problemática africana.
Muitas verdades são lá ditas e escalpelizadas.
A ler com a atenção aqui.

18 novembro 2005

Sobre África, o ensaio em 2ª. edição


De acordo com o meu amigo e editor a 2ª. edição do África: Trajectos Políticos, Religiosos e Culturais já está à venda.
Segundo o mesmo editor, nesta primeira fase, já estarão nos escaparates das diferentes lojas da FNAC.
Infelizmente, razões particulares impediram-me de ir à apresentação do livro do livro de João Carlos Silva, "Na Roça com os Tachos" como era minha intenção.
Se a obra estiver ao mesmo nível das suas intervenções no programa televisivo do mesmo nome - e de acordo com a Brígida do "África de Todos os Sonhos" está mesmo - é evidente que vou ter de ir rapidamente a uma livraria se não quiser ficar sem ele.

28 outubro 2005

Origem dos Angolares de S. Tomé e Príncipe

© Emanuel Pais - Bananas, café e cacau. STP, Agosto 2004, imagem recolhida aqui, por feliz citação da Brígida, já que lá há muitas e belas fotos das ilhas maravilhosas.
Mão amiga acabou de me fazer chegar às mãos uma página do Jornal de Angola, de 6 de Setembro pp. (e que teve continuação a 7 de Setembro, que aguardo expectante), com um artigo de Opinião assinado por Garcia Afonso onde este vosso escrevinhador é citado a quase três colunas; tudo devido a um pequeno ensaio elaborado em 1991 sobre São Tomé e Príncipe(*).
O referido artigo, sob o título acima, foi elaborado na sequência do Semanário sobre as Relações Luso-Africanas – Séculos XV-XX, ministrado no âmbito do Mestrado em Ensino de História de Angola, no ISCED/Luanda, e ocorrido entre os dias 15 e 18 de Agosto passados.
O citado Mestrando referindo-se a esta minha pessoa diz a dado passo “No seu trabalho sobre São Tomé e Príncipe – Notas para um estudo sócio-político, […] avança importantes dados etnográficos que nos fornecem elementos comparativos quanto à organização social entre Angolares e angolanos. […]”.
Ser citado juntamente com personalidades como o Professor Gerhad Seibert, especialista em assuntos afro-lusófonos, ou o historiador santomense Carlos Neves, a uma sexta-feira, não há dúvida que eleva o nosso ego a voos não claramente delimitados (bom, talvez seja altura de descer imediatamente à Terra; nos tempos que correm ainda me podem tomar por uma ave migratória e com o princípio de constipação que parece se adivinhar ainda poderei ser colocado em quarentena).
Ao autor – que desconheço quem seja – o meu obrigado pela citação e votos de felicidades para o Mestrado que está a tentar alcançar. A História de Angola necessita de novos investigadores, principalmente quando estejam imbuídos de uma nova liberdade de escolha e de análise, ou seja, não estejam compartimentados por dogmas ou estanquicidades conjunturais.

(*) “São Tomé e Príncipe – Notas para um estudo sócio-político” pode ser lido aqui