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05 dezembro 2019

Mazuí - apresentação do meu novo livro



Esta quinta-feira, 5 de Dezembro de 2019 vai ser apresentado - lançamento - o meu novo livro que, +e o primeiro que não é ensaio. É, essencialmente, de poesia e também contém contos.

O lançamento, com apresentação de Delmar Maia Gonçalves, que o prefaciou, será na Casa de Angola, Lisboa, pelas 18,30 horas  (Trav. Fábrica das Sedas, nº 7, perto do Rato).

Espero-vos por lá, quem por lá puder passar.

21 maio 2018

O meu novo livro: África Colonial no Centenário da Guerra de 1914-1918


«África Colonial no Centenário da Guerra 1914-1918:
Angola e Moçambique, os casos em análise»
edição: Novas Edições Acadêmicas

Sobre o meu livro as palavras de Orlando Castro que o  prefaciou: 

«Eugénio Costa Almeida acaba de publicar o livro “África Colonial no Centenário da Guerra 1914-1918”, especialmente vocacionado para a análise da participação de Angola e Moçambique neste conflito. É uma obra de leitura obrigatória, não só pelo exímio conhecimento deste autor angolano como pela necessidade pedagógica de explicar aos mais novos o papel dos africanos no contexto mundial.» (in: Folha 8)

e da secção de Cultura do mesmo órgão nacional de Comunicação Social: «ÁFRICA COLONIAL NOS 100 ANOS DA GUERRA 1914-1918» (in: Folha 8)

O livro está à venda em livrarias online, nomeadamente na MoreBooks e na Amazon (esta só começa a entregar a partir de 23 de Maio, mas já recebe encomendas)

Recordo que continua à venda na Amazon, outro livro meu «Of the An Instrumentality Power to the Mahjong Theory»

05 abril 2018

Poesia em Mal de Ojo nº 32 - Especial África

«Amigos y lectores, tenemos el agrado de publicar el número 32 de Revista Mal de Ojo,  marzo 2018. Edición especial sobre África,  continente hermano al que le hacemos un homenaje. Gracias a la compilación y traducción del poeta Daniel da Purificaçao, podemos mostrar la parte del imaginario poético de diez angoleños, en su idioma y traducción. Así mismo, rendimos homenaje a la obra visual  de Ramón Esono Ebalé, reconocido dibujante guineano, quien con sus ilustraciones logra plasmar la cruda realidad de la dictadura.


En esta edición:  Soberano Canhanga –  Job Sipitali – Orlando de Sousa Castro –  Domingos Cupa –  Augusta Jorge –  Dilen Alsungas Pandiera José -
Sónia Sousa Robalo –  Magno Domingos –  Hélder Simbad –  Lobitino Almeida N’gola.
Obra visual de Ramón Esono Ebalé.»
Só por mero acaso, o tal de Lobitino Almeida N'gola é um tal Eugénio Costa Almeida...

15 abril 2016

Apresentação do livro "Os Reis do Kongo" na UCCLA


Ontem na apresentação do livro ""Favos de Mel, Salalé, Três Três; Os Reis do Kongo", de Kyesse/Ôlo (pseudónimo literário de Rosa Mayunga) na #UCCLA, em Lisboa
(a foto da mesa ximunada a Joffre Justino )

13 abril 2016

Lançamento e apresentação livro “Os Reis do Kongo-Angola" na UCCLA



No próximo dia 14 de abril de 2016 (amanhã), pelas 17 horas, vai ocorrer o lançamento do livro “Favos de Mel - Salalé três três - Os Reis do Kongo-Angola” da escritora angolana Kiesse/Olo [ou Kyese/Ôlo], nas instalações da UCCLA (Rua de São Bento, n.º 640), em Lisboa.

O livro será apresentado por Eugénio Costa Almeida, investigador do ISCTE-IUL.

A venda do livro irá reverter para o desenvolvimento de projetos nas áreas da saúde e da cultura a favor das crianças em Portugal e África.

Fonte: UCCLA

09 dezembro 2014

Apresentação do livro «Comportamento Eleitoral dos Jovens Angolanos nas Eleições de 2012»



Para memória futura, a minha apresentação da obra acima, em 16 de Outubro de 2014, no ISCTE-IUL.

Publicado no jornal quinzenal de Artes e Letras, «Cultura - Jornal Angolano de Artes e Letras», edição 71, de 8-21 Dezembro de 2014, página 13;

Podem aceder ao texto integral, através do portal Academia.edu

20 novembro 2013

Ensaio «Angola, potência...» à venda no Brasil

Hoje, via email e através do meu amigo ensaísta e sociólogo Wagner 
Woelke, tive conhecimento que o meu ensaio, fruto da minha Dissertação para o Doutoramento, «Angola, Potência Regional em Emergência», da Editora Colibri, está a ser vendido no Brasil através da Livraria Cultura.

Os meus amigos brasileiros e outros interessados que desejem obter a referida obra, e isto vem ao encontro daqueles que me têm enviado pedidos de esclarecimento de como a poderiam obter, podem aceder ao portal da Livraria Cultura através de:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=29036262&sid=014424124151120294464105460

Sei, igualmente, que a obra pode ser obtida através de pagamentos faseados conforme pode ver no referido portal.

30 maio 2013

De pequenino se cria a Cultura e a Leitura!


Rui Ramos é um reconhecido activista facebookiano da Cultura, mais concretamente, da Literatura infantil.

Decidiu e avançou com um projecto deveras interessante e que tem progredido a olhos vistos e com a colaboração de muitas pessoas e entidades: criar Bibliotecas em Hospitais civis angolanos, sob o lema “Um livro, uma criança, muitos hospitais”.

Uma iniciativa começada em finais de Outubro do ano passado e que já “rendeu” 22 Bibliotecas, conforme se descrimina:

22 BIBLIOTECAS Infantis e Juvenis >> 5.214 LIVROS doados
10 PROVINCIAS >> Iniciativa cultural e humanitária da sociedade civil angolana e de amigos de Angola que visa criar e fomentar a leitura entre as carenciadas hospitalizadas nas Pediatrias e nos Centros de Acolhimento, criando pequenas Bibliotecas infantis e juvenis com livros infantis e juvenis doados.

BIBLIOTECAS CRIADAS DESDE NOVEMBRO 2012 
22ª - 80 livros-PORTO AMBOIM – 29/5/13 – Hospital Municipal Porto Amboim
21ª - 110 livros - SUMBE – 29/5/13 – Hospital Geral do Sumbe 17 Setembro
20ª – 30 livros–CAXITO –21/5/13-Biblioteca Pessoal de Sebastião Domingos-7 anos
19ª - 200 livros – BENGUELA – 16/5/13 – Hospital Geral de Benguela
18ª - 110 livros – BENGUELA – 16/572013 – Hospital Municipal Lobito
17ª - 200 livros – BENGUELA – 16/5/13 – Aldeias SOS Crianças Benguela 
16ª - 112 livros – BENGUELA – 16/5/13 – Casa do Gaiato
15ª - 140 livros – CAXITO – 25/4/13 – Centro Infantil Juvenil João Paulo II
14ª - 220 livros – CAXITO 25/4/13 – Hospital Central do Bengo 
13ª – 200 livros – NAMIBE 5/4/13 – Hospital Materno-Infantil
12ª – 40 livros – NAMIBE 5/4/13 – Centro Infantil Tombwa
11ª -366 livros – SAURIMO 20/2/13 – Lar S. João de Calabria
10ª – 200 livros – SAURIMO 20/2/13 – Hospital de Saurimo
9ª – 1.134 livros–MALANJE 23/1/13 – Hospital Geral de Malanje
8ª – 232 livros–HUAMBO 8/1/13–Centro Acolhimento Criança Feliz
7ª – 538 livros–HUAMBO 8/1/13–Hospital Municipal da Caala
6ª – 300 livros–HUAMBO 8/1/13-Hospital Geral do Huambo
5ª – 342 livros-MALANJE-LOMBE 2/1/13-Lar de meninas órfãs Lombe
4ª – 100 livros–MBANZA CONGO 30/12/12-Ctro Acolh. F. Gregório Zulianeno
3ª – 120 livros–LUBANGO 12/12/12 - Aldeia SOS Crianças Órfãs
2ª – 240 livros-LUBANGO 12/12/12-Hospital Pediátrico Pioneiro Zeca
1ª - 200 livros-LUANDA 30/10/ 12-Pediatria do Hospital Américo Boavida


Quem quiser participar e oferecer livros, sejam em Angola ou no exterior, contactem-no que ele indicará quem, na zona, poderá fazer chegar as referidas obras a Angola!

E porque estamos próximos do dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança, e porque é para elas esta iniciativa, é altura de pormos as nossas mãos e vontades a trabalhar!

16 março 2013

Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana

O Diretor do Instituto de Estudos Superiores Militares, Tenente-General Rui Mora de Oliveira, a Edições Almedina e o Autor têm o prazer de convidar V. Exª para a sessão de lançamento do livro “A Posição de Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana. Análise da função estratégica das Forças Armadas Angolanas”. A apresentação da obra estará a cargo do Exmº General Luís Pinto Ramalho e do Exmº Professor Doutor Adriano Moreira e contará com a presença do autor, Major Luís Manuel Brás Bernardino.

No próximo dia 21 de Março será apresentada, em Lisboa, a obra "A Posição de Angola na Arquitetura de Paz e Segurança Africana. Análise da função estratégica das Forças Armadas Angolanas" resultante da Dissertação para o Doutoramento de Luís Bernardino.

Quem quiser estar presente poderá fazê-lo - entrada livre - mas devem confirmar previamente para o Gabinete do Diretor do IESM - Tel. 213002104 Direção - Tel MII 226004 | 226163; direcao@iesm.pt, até dia 19 de Março pf.

17 setembro 2012

Dia do Herói ou dos Heróis Nacionais?


Há muitos anos que se comemora, neste dia, e homenageando o poeta António Agostinho Neto, o Dia do Herói Nacional.

Não se contesta – eu pelo menos não o contesto – que se aproveite a data, até porque foi a primeira, para celebrar os heróis angolanos. E digo heróis porque houveram, continuam a haver e, felizmente, persistirão no futuro muitos heróis nacionais.

E porque não estamos a ver criar um dia, um feriado – até porque, a nível mundial e a nível económico há tendências para reduzir os números de feriados nacionais – para cada um dos nossos heróis, é altura, sem prescindir desta data, alterar o dia para o Dia dos Heróis Nacionais.

Este dia, esta data, esta celebração foi criada para, segundo fins políticos, cimentar a unidade nacional usando o nome de uma personalidade que era respeitada por uma larga faixa populacional do país.

É altura de deixarmos as bases políticas que fizeram emergir a data e torna-la uma comemoração universal.

Caberá ao novo governo e à nova Assembleia Nacional fazer essa alteração. Tenho a certeza que será acolhida por todas as bancadas políticas. É que primeiro que o político, está o poeta e o médico que dá nome à celebração.

E isso é o que deve contar!

Transcrito no Página Global (http://paginaglobal.blogspot.pt/2012/09/angola-dia-do-heroi-ou-dos-herois.html?spref=tw)

16 novembro 2011

Entrevista à LUSA sobre ensaio "Angola,..." 2

Artigo da agência LUSA sobre o lançamento do meu livro “Angola, Potência Regional em Emergência”; o artigo está publicado segundo o novo Acordo Ortográfico e foi citado em alguns portais como o do “Sapo.Angola”, donde foi retirado.

Tecnologia é o que falta ao país para passar de potência emergente a efetiva - especialista

Lisboa, 15 nov (Lusa) - Angola é uma potência emergente na região centro-austral de África, faltando-lhe apenas o desenvolvimento tecnológico para se afirmar como potência efetiva, defende o autor de um livro a lançar hoje em Lisboa.

"Angola. Potência regional em emergência" é um ensaio baseado na tese de doutoramento de Eugénio Costa Almeida, para quem "Angola caminha a passos largos para ser uma forte potência regional, mas ainda lhe faltam algumas coisas para que seja um Estado diretor em toda a sua plenitude".

Definindo potência regional como um estado que determina a vida política, social, económica e militar de uma região, o autor recorda que "não se é potência só porque se praticam atos que se consideram normais numa potência, mas por haver fatores que determinam a existência de uma efetiva potência".

No caso de Angola, esses fatores estão quase todos reunidos: "Já tem projeção política, tem um impacto económico, embora ainda restrito, é claramente uma potência militar, mas falta-lhe claramente - e para isso caminha - a força tecnológica".

Eugénio Costa Almeida compara Angola com a África do Sul, que é a potência da região austral do continente africano e tem o desenvolvimento tecnológico do seu lado. "Por isso a África do Sul incorpora o G-20 [que reúne países industrializados e em vias de desenvolvimento para discutir a economia global] e Angola não", defende.

Ainda assim, diz, Angola é já uma potência emergente na região centro-austral de África, tendo influência sobre a República do Congo, a República Democrática do Congo, os Camarões, São Tomé e Príncipe, o Gabão, a Guiné Equatorial, a Zâmbia. Tem também alguma influência na Namíbia e no Zimbabué, que são dominados pela África do Sul e combate a influência da potência sul-africana na região dos Grandes Lagos, defende.

"Angola está para a região centro-austral da África como a Alemanha está para toda a Europa ocidental e central", exemplificou.

Questionado sobre o facto de a economia angolana ser dependente do petróleo, o autor admitiu que "numa primeira fase isso seria um obstáculo", mas recordou que "há vontade política dos atuais governantes em diversificar a economia".

Sobre a política interna do país, recordou que a União Soviética não era uma democracia e era uma super-potência, assim como a China, embora lhe convenha estar no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), "é e tem todas as condições para ser uma super-potência".

"Não me parece que a democracia seja o ponto fulcral para a afirmação de qualquer estado como potência regional", afirmou.

No livro, o autor questiona ainda se será possível a existência de potências regionais no quadro da União Africana (UA), considerando que aquela organização prevê que haja "um único organismo que conglomere todos os países ao mesmo nível".

A resposta é sim: "Os países que potencialmente podem ser potências regionais em África - Egito, Senegal, Nigéria, Angola, África do Sul e talvez Quénia ou Uganda - servem-se da UA para determinados fins, mas não permitem que a UA interfira nos seus fins últimos".

O luso-angolano Eugénio Costa Almeida é mestre em Relações Internacionais (ISCSP) e doutorado em Ciências Sociais, ramo Relações Internacionais, com a dissertação "A União Africana e a Emergência de Estados-Directores no Continente Africano: O Caso de Angola", que deu origem ao livro a lançar hoje.

FPA.

Lusa/fim

15 novembro 2011

Apresentação do livro "Angola, Potência Regional em Emergência"

Apresentação, hoje, do meu ensaio "Angola, Potência Regional em Emergência" pelo meu amigo e antigo colega e actual reitor da Universidade Lusíada de Angola, Professor Mário Pinto de Andrade e com a presença, na mesa de Professora Doutora Clara de Carvalho, presidente da Direcção do Centro de Estudos Africanos, do ISCTE-IUL, de Susete Antão, presidente da Direcção da Casa de Angola, o apresentador, o autor e o editor Dr. Fernando Mão de Ferro (Colibri).

No final da apresentação houve a declamação de três poemas de Paula Tavares e Alda Lara, ditos por uma associada da Casa de Angola

30 abril 2011

Cabinda, obra literária de Orlando Castro apresentada

Tive hoje na apresentação da nova obra literária de Orlando Castro "Cabinda, Ontem Protectorado, hoje Colónia , amanhã Nação" ocorrida no salão Artur Portela, da Casa de Imprensa, com uma boa moldura humana a quase enchê-la.

Uma obra que, como se pode conferir pelo título, tem todos os condicionamentos para ser polémico mas nunca indiferente.

E por ser polémico, sobre uma matéria quase desconhecida de uma significativa parte da lusofonia e, por ter sido apresentada na “sua” casa, estranha-se que a Comunicação Social portuguesa tenha pautado – também não compreendo porque estranho, já que é habitual quando os assuntos mexem com certos interesses – pela ausência.

E não podem evocar desconhecimento porque, honra lhe seja feita, a agência portuguesa Lusa divulgou este acontecimento. A prova disso, é que houve uma honrosa excepção, na presença de uma rádio internacional no evento.

Esperemos que agora haja alguém que leia também a obra e apresente uma visão diferente para manter bem viva a problemática e o debate: Cabinda, ser Angola ou autónoma.

Eu, por mim, mantenho a minha posição e que consiste em permitir um maior debate com vista a uma solução que interesse a todas as partes por igual!!

23 outubro 2009

Ao que parece chegar o desplante…

De acordo com vários órgãos de informação, o actual presidente da República do Congo, Denis Sassou Nguesso, terá escrito uma obra intitulada “Straight Speaking for África” (Parler vrai pour l’Afrique – na versão francesa); um pretenso livro autobiográfico de Nguesso, editado pela Africa World Press e distribuído pela Amazon.com.

Não sei, porque ainda não vi capa de outra versão, se o original foi em língua inglesa ou, naturalmente, em língua francesa, a língua oficial da República do Congo. Nem disso será motivo, creio, para qualquer tipo de especulação, mas, tão-somente, uma questão de marketing aliado ao facto da obra parece ter tido o prefácio escrito por um anglófono.

Parece, porque de acordo com alguns órgãos de informação (podem ver
aqui ou aqui, aqui ou aqui ou aqui, por exemplo), nomeadamente em Angola (aqui ou aqui) – ou também a República do Congo se lembrou de expulsar angolanos –, o citado autor do referido Prefácio não terá sido nem achado, nem tomado, nem… escrito nada!

Ou seja, Nelson Mandela, assim parece que estaria assinado o tal Prefácio, não só nunca terá lido a obra como nunca escreveu o dito Prefácio!

Abusem do marketing, mas sejam mais moderados, por favor!

22 outubro 2009

Antigos “liceais” angolanos apresentam livro em Lisboa

Apresentação em Lisboa, a 23 de Outubro, pelas 18.30, na Fundação Cidade de Lisboa (Campo Grande, 380)

Para assinalar os 90 anos da criação do Liceu Nacional Salvador Correia, de Luanda, a Associação dos Antigos Alunos do Liceu Salvador Correia - Portugal (AAALSC-P), em conjunto com as Editoras Pangeia e Chá de Caxinde, editou o livro Viva a Malta do Liceu! com o objectivo de evocar a sua criação, as actividades do grande número de jovens que por lá passaram – mais de 20.000 estudantes – os momentos mais marcantes da sua existência e também o particular espírito que inculcou e que a todos marcou.

Este estabelecimento de ensino ocupa um merecido lugar de honra na história do ensino em Angola, pois foi o alfobre de uma grande parte dos actuais quadros angolanos e também de uma vasta lista de personalidades de relevo na política, artes e ciências, em Portugal e pelo mundo. Como aliás salientou o historiador José Martins dos Santos em Cultura, Educação e Ensino em Angola (1974, Luanda), pelo seu pioneirismo e decisiva importância no desenvolvimento do ensino em Angola, «O Liceu Salvador Correia… foi um farol a rasgar as trevas da ignorância e uma esperança a brilhar no espírito das gerações jovens, artífices do seu futuro.»

Organizado por um colectivo que contou com a coordenação de Miguel Anacoreta Correia, a edição deste livro foi possível pelo apoio do Banco de Fomento de Angola (BFA), do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), da Fundação Portugal-África (FPA) e da Cuca-BGI, cujos patrocínios honram sobremaneira esta iniciativa.

O livro, que percorre todos os 56 anos de existência do liceu (1919-1975), pretende ser o primeiro de uma série destinada a preservar a memória daquele espaço e dos que por lá passaram.

Certos de que será do vosso interesse acompanharem a sua apresentação em Portugal [Lisboa], convidamo-los a estarem presentes no próximo dia 23 de Outubro, pelas 18.30, na Fundação Cidade de Lisboa (Campo Grande, 380), numa cerimónia que contará com a presença do Professor Doutor Ilídio do Amaral, conhecido geógrafo natural de Luanda e antigo aluno daquele liceu, que fará a apresentação
”.

Além de Lisboa, o livro Viva a Malta do Liceu! será apresentado em Coimbra, no dia 31 de Outubro, pelas 18.30, no Museu da Água (Parque Dr. Manuel Braga), e no dia 7 de Novembro, também pelas 18,30 horas, no Auditório do INATEL no Porto (Rua do Bonjardim, 497), prevendo-se ainda a possibilidade, em breve e quase mais que certa, de uma sessão de apresentação na Casa de Angola, em Lisboa.

Em breve, esta obra será igualmente apresentada em Luanda, por certo nas idílicas instalações da Editora da Chá de Caxinde, junto do Teatro Nacional.

25 agosto 2009

Dicionário de Administração Eleitoral apresentado em Maputo

Depois do seu lançamento em terras de São Tomé e Príncipe, de onde é originário, Jorge Castelo David vai apresentar amanhã, 26 de Agosto, em Maputo, pelas 17 horas, a sua obra “Dicionário de Administração Eleitoral – Organização de Eleições Democráticas, Transparentes e Livres”, prefaciada por este vosso escriba.

O acto sob a presidência do Prof. Dr. Brazão Mazula, presidente do Observatório Eleitoral Nacional moçambicano, vai acontecer na Mediateca do BCI.

15 junho 2009

Livro de viagens apresentado em Lisboa

A Fundação Cidade de Lisboa, o Governo da Província do Kwanza-Sul (Angola) e as editoras Chá de Caxinde e Pangeia vão apresentar, no próximo dia 16 de Junho, terça-feira, pelas 18,00 horas, o livro “Do Kunene a Cabinda – Histórias e Estórias de Angola, roteiro do IV Raid Automóvel Todo-o-Tereno “Kwanza-Sul – Almada”, com a pena de um colectivo de 13 autores coordenados pelo Eng. Miguel Anacoreta Correia.

A apresentação, que será feita pelo Vítor Ramalho, presidente da Fundação INATEL e do Conselho Fiscal da Casa de Angola, terá lugar na sede da Fundação Cidade de Lisboa, ao Campo Grande 380, na capital portuguesa.