14 agosto 2015
O "book" já chegou à minha mão
Chegaram hoje à minha mão os meus exeemplares
Aqui o Je agradece quem o comprar; sempre poderá chegar algum kumbu dos "direitos"; ainda que muit poucom, mas...
O acesso ao mesmo, e por enquanto só em versão livro, está disponível no post anterior (ou ver aqui).
Em breve, também, em e-book!
05 agosto 2015
Desde ontem que já está nas bookstores o meu novo "bébé"...
Foi ontem publicado e os pedidos de compra podem ser já acedidos pela e-bookstore "More Books"
Também já estão disponíveis, na Amazon.com e na Barnes and Nobles, pelo menos.
Note-se que - creio de ainda só através da editora Lambert Academic Publishing, espero confirmação - também estará disponível a versão e-book!
Comprem que penso será do V/ interesse; do meu é certamente por causa dos royalties e da necessidade de atingir uma determinada quota de vendas anuais...
Mais informações sobre o livro poderão aceder em: http://www.elcalmeida.net/content/view/981/34/.
Mais informações sobre o livro poderão aceder em: http://www.elcalmeida.net/content/view/981/34/.
26 julho 2015
A paciência da política chinesa ou a Teoria do Mahjong
"Quando
Mao Tse Tung faleceu, em 1976, não houve qualquer alteração substancial na
política interna e externa chinesa, com o seu sucessor, Deng Xiaoping, excepto, talvez, uma abertura económica permitindo investimentos
estrangeiros incentivando a competição, o lucro e até mesmo o consumismo,
embora, sem que se registasse qualquer abertura política baseada nos princípios
democráticos. Um exemplo evidente dessa falta de abertura política foi o
massacre dos estudantes na Praça de Tiananmen, em 1989.
Por sua vez, quando os antigos dois territórios chineses, sob
administração europeia, Hong Kong (britânica) e Macau (portuguesa), retomaram à
posse da China, levaram com estas duas regiões administrativas especiais, um
sistema capitalista pouco consistente com o sistema socialista vigente na
China. Face a isso, e visando, também, a possibilidade – nunca descartada – de
Taiwan voltar a ser reintegrada, oficialmente, na China – que também mantém um
sistema político e económico baseado nos princípios liberal e capitalista –, o
líder chinês Deng Xiaoping, a 1 de Setembro de 1982, no discurso
de abertura do 12.º Congresso Nacional do Partido Comunista da China,
apresentou, em exclusivo e pela primeira vez, o termo “Socialismo com
características chinesas” que viria a ser conhecido pelo princípio de «um país,
dois sistemas».
Em
que consiste o princípio «um país, dois sistema»? Na sua essência, pode-se
caracterizar este princípio como sendo uma coligação entre o capitalismo e o socialismo. Um sistema
único que não apresenta paralelo no mundo. (...)" (podem ler o artigo completo aqui)
Publicado no semanário Novo Jornal, edição 390, de 24-Julho-2015, página 17 (1º Caderno)
04 julho 2015
Maurícias: uma senhora na presidência
(fonte: foto África21)
A República das Maurícias (ou Maurício) tem desde 5 de Junho passado uma senhora na Presidência do País. Ameenah Gurib-Fakim (de nome completo Bibi Ameenah Firdaus Gurib-Fakim) era, até esta data, uma cientista bióloga e professora universitária, tendo sido proposta pelo primeiro-ministro, Anerood Jugnauth, e ratificada pelo Parlamento nacional maurício (a eleição é indirecta).
O anterior Presidente, Kailash Purryag, resignou ao cargo em 29 de Maio, passado.Gurib-Fakin tornou-se na primeira mulher a ocupar o cargo na república maurícia e a 6ª Chefe de Estado desde que as ilhas se tornaram uma república, em 1992.
03 julho 2015
A China e a reformulação de um paradigma geopolítico - artigo
"Ultimamente a maioria
das conversas políticas – e sociais – giram em torno da visita de sua
excelência o senhor Presidente da República, José Eduardo dos Santos, à República
Popular da China, onde, segundo consta, terá rubricado um ou vários acordos
cujo cariz é desconhecido; e essa, infelizmente pela não divulgação dos mesmos,
tem sido uma das razões, oportunas e salutares, para tanta conversa, quase
diáfana, mostrando que a comunidade política e a sociedade civil estão cada vez
mais atentas ao que se passa no País.
E não deixam de ser
oportunas, repito, essas naturais interrogações quando o que as motiva continua
no segredo dos corredores governamentais e a própria Assembleia Nacional parece
estar ausente da leitura dos conteúdos que, eventualmente, tenham norteado os
tais – caso tenha ocorrido, claro, – acordos sino-angolanos. E para reforçar as
dúvidas, o desencontro entre uma notícia da ANGOP, quando da presença do senhor
Presidente na China, e as posteriores declarações da Cidade Alta, quase que
totalmente desencontradas.
Ora se há algo que
nunca foi cabal e correctamente explicado à sociedade civil foram os acordos
celebrados entre Angola e a China; as únicas razões evocadas foram que os
chineses tinham aberto uma linha de crédito a Angola para a reconstrução das
infraestruturas do País – bem necessários após uma longa e sangrenta crise
militar fratricida –, acordos esses celebrados sob a garantia do fornecimento
do petróleo nacional. O que se sabe é que o Ocidente, nomeadamente o FMI, terá
virado as costas a Angola através de exigências que, à época, eram difíceis de
serem cumpridos.
Por outro lado, a China
sempre se pautou por um paradigma político que consiste em não querer saber do
que se passa na vida politica interna dos outros Estados, desde que estes não
ponham em causa as políticas governativas, económicas e sociais de Beijing.
Mas este não é um
paradigma inócuo levado a efeito pelos chineses. Por detrás deste paradigma,
ou, talvez, para ser mais exacto, a par deste habitual paradigma político, há
um outro muito mais importante e que se reveste de uma importância capital para
a expansão chinesa e que denomino da Teoria do Mahjong. (...)" (continuar a ler aqui ou aqui)
Publicado no semanário Novo Jornal, edição 387, de 3.Jul.2015, 1º caderno, página 198
Análise à Rádio DW sobre comunicação de Eduardo dos Santos ontem
(imagem da Rádio DW)
Análise, ao jornalista António Rocha, para a
Rádio Deutsche Welle, desenvolvida no portal da DW (Português para África), sobre a intervenção do senhor Presidente José
Eduardo dos Santos, ontem , 2 de Julho, quinta-feira, na reunião extraordinária
do Comité Central do MPLA, onde apontou a
necessidade de estudar a construção da transição em Angola e não falou em
terceiro mandato.
Podem ler a análise transcrita em: http://www.dw.com/pt/presidente-dos-santos-fala-em-constru%C3%A7%C3%A3o-da-transi%C3%A7%C3%A3o-em-angola/a-18559191
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