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30 março 2007

Uma Páscoa sem Simplex…

Desejo a todos uma Boa e Feliz Páscoa.

E agora vou de férias durante uma semana e com o SIMPLEX do senhor Sócrates conseguirei estar quase uma semana inteira sem acessos à NET porque ou enterro-me de pescoço nas fidelizações que TMN, Optimus, Vodafone e Zapp me obrigam para ter acesso via “satélite” mesmo que seja só para férias e quando já o temos em casa através de cabos ou linhas telefónicas ou, então, aguentamos sem Net porque o chamado “wireless” só existe no papel do Simplex do senhor Sócrates e correligionários das novas tecnologias.
E mesmo quando já temos uma placa de acesso por carregamento de cartão mas se temos o azar de mudar de computador podemos acontecer ficar com uma placa obsoleta porque a inicial é uma placa XYZ e os novos computadores têm um acesso para placas ZYX. Não percebem, não se preocupem que eu também não excepto de ficar com um mono em mão sem utilidade porque a empresa que o forneceu não tem adaptadores para as placas “obsoletas”!
Ainda assim vou na esperança de que desta vez os CTT já tenham criado condições para se poder aceder através do livre acesso. Mas se for como no ano passado só obterei uma face “simpática” e expressivamente carregada de surpresa como se alguém lhes acabasse de perguntar se o caminho para Tóquio passava por ali…

01 fevereiro 2007

Correndo com e para o pagode...

Sócrates e "assessores" correndo frente a um Pagode chinês; foto ©Sapo.pt/EPA/Tiago Petinga
Um dos actos oficiais de José Sócrates quando vista países onde vai “oferecer” produtos “made in Portugal” a preços de mão-de-obra barata; fazer jogging num parque ou numa avenida pública.
Vê as vistas, no caso de Beijing, um pagode, e ao fazer exercício, o primeiro-ministro português dá o exemplo aos seus patrícios e concidadãos, pois assim não precisam de apertar cada vez mais o cinto; ou seja, goza com o pagode….

04 abril 2006

Entrevista ao Notícias Lusófonas

Por ocasião da visita de José Sócrates a Angola, o NL solicitou-me uma entrevista a que foi dada o título de «Empresários portugueses gostam pouco de arriscar» e que poderá ser lida, na íntegra, acedendo aqui.
Gostaria da vossa opinião, pelo que não se preocupem se atulharem os comentários.
Obrigado.

15 março 2006

José Sócrates em Angola… sozinho?

Pois segundo que parece é o que poderá acontecer ao primeiro-ministro português na visita oficial a Angola.
Segundo o matutino português Correio da Manhã a comitiva do Chefe de Governo português poderá ficar em terra caso se mantenha a inconcebível situação que está a acontecer com os serviços de vacinação lisboetas.
Ora, de acordo com aquele órgão informativo, Lisboa deixou esgotar o stock de vacinas contra a febre-amarela não sabendo quando o mesmo será reposto. Segundo parece só o Porto e Faro ainda mantém algumas vacinas (além de Angola, também São Tomé e Príncipe carece da respectiva dosagem). Por esse facto, a Direcção-Geral de Saúde propõe aos viajantes que desejem deslocar a Angola que mudem as suas férias.
Ora aí está uma coisa interessante.
Os funcionários da DGS portuguesa devem ter a faculdade de mudarem de períodos de férias sempre que quiserem ao contrário de outras pessoas. Mas, também esquecem, que as viagens para Angola – e felizmente cada vez mais – são de ordem económica e não de prazer. Se isto é com a febre-amarela nem quero pensar se houver a pandemia da gripe aviária. Agora começo a entender o porquê dos 100.000 fundamentais…

21 julho 2005

Referendo para a União é para… quando?

e Depois de “casa roubada, trancas à porta”. Pelos vistos, esta vai ser a política de Sócrates.
Como o “NÃO” franco-holandês, foi, na concepção do pm português, devido a problemas económicos, o snr. Eng. José Sócrates defendeu (leia-se decidiu), durante um almoço no American Club of Lisbon, que a realização do Referendum para o Tratado Constitutivo para uma Constituição Europeia só deverá acontecer depois de passado o período de crise económica(*).
Ora como a economia portuguesa não dá mostras de querer sair da sua “eterna” crise, algo me diz que lá para as calendas gregas (leia-se nunca) irá acontecer o referido Referendum.
Pelo menos, para político, o engenheiro é honesto; não mente… só desvirtua um pouco a verdade.

(*) "Sócrates condiciona realização do referendo europeu à recuperação da economia" Marta Moitinho Oliveira (Jornal de Negócios 21/07/2005)