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14 janeiro 2010

Port-au-Prince, e uma capital colapsou

(E isto foi o Palácio Presidencial; Foto ©Sapo.pt)

Uma vez mais a Terra e a sua natural propensão para repor o que está incorrecto mostrou à Humanidade como ela é pequena e deve deixar de pensar que é imortal!

O
terramoto que varreu a capital haitiana mostrou isso mesmo…

Às
vítimas, o meu respeito; aos familiares, a minha solidariedade!

06 dezembro 2009

Copenhaga pela Terra...

A partir de amanhã, dia 7, e até ao próximo dia 18 de Dezembro o Mundo vai estar com os olhos em Copenhaga, Dinamarca, mais concretamente para a 15.ª Conferência das Partes, no âmbito das Nações Unidas, a COP15, que se espera seja mais que um Protocolo de Quioto II, e o início de uma melhor compreensão dos Países poluidores face às alterações climáticas por que passa o ainda Único Condomínio que a Fauna (Humanos e Animais), a Flora e os Microrganismos têm para sobreviver!

E não basta alguns países exigirem compensações derivadas dos CO2 emitidos pelos mais poluidores se aqueles também nada fazem para salvaguardarem os seus "bens" mais preciosos.

Recordemos como a Amazónia tem sido desbastada ou as florestas virgens equatoriais de África e Indonésia; e não é devido ao CO2 (daquele que vem do ar, mas daquele que sai das motosserras, tractores e camiões que derrubam e transportam as árvores abatidas) mas para uso e lucro de uns quantos à revelia dos interesses dos seus Povos e dos seus Países!

22 abril 2009

Mais um Dia da Terra…


Isto?
ou..isto?*

Lamentável que só se lembrem Dela nesta altura! E, muitas vezes, nem neste Dia!

Bom seria que a Casa de todos nós fosse melhor arejada, limpa e respeitada. Porque se há casas que podem ser substituídas, sempre que a oportunidade o permita, Esta é, ou deveria ser, intocável e, decididamente, a única; pelo menos que saibamos!

Lamenta-se, por isso, que alguns locatários A olhem como se fosse propriedade deles, e unicamente deles, e Dela façam o que bem entendem como, por exemplo, desbastar florestas para criar locais de produção agrícola intensiva para alimentar terceiros que, por sua vez, já destruíram as suas próprias zonas de cultura agrícola.

Ou que façam dos rios, as grandes veias de rejuvenescimento, que deveriam ser, uns simples meios de gerar economia esquecendo outras finalidades, locais de disputa territorial, ou, simplesmente, meros locais de despejo de detritos, principalmente, químicos e orgânicos!
*(imagens da Internet)

12 maio 2008

A Natureza é quem mais manda

(imagem DW-world)
No Ano Internacional da Terra, a Natureza continua a afirmar que é ela quem mais manda e não a mentecapticidade da Humanidade.
Depois da secas e cheias que ciclicamente a Terra sofre, do tsunami de 26 de Dezembro de 2004, parece que o Homem ainda não terá compreendido que muita da culpa é sua.
Sentimos, há dias, a catástrofe da Birmânia – que os seus dirigentes parecem querer perpetuar socialmente –, voltamos a ver o vulcão Etna entrar, de novo e após meses de sossego – continuamos a aguardar pelo supervulcão –, em forte erupção e acabámos de saber que a China sofreu, hoje, um forte abalo telúrico com muitas vítimas, entre as quais contam-se, principalmente, crianças que teriam ficado soterradas sob escolas destruídas.
Como não respeitamos as linhas de água, nem os terrenos onde pisamos, pensando somente no lucro rápido e fácil e no bonito da aparência para o Mundo exterior…
A Natureza avisa e castiga!

22 abril 2008

Dia Mundial do Planeta Terra

O que devemos deixar às nossas futuras gerações?
.
1. Isto, onde o desrespeito impera?


2. Ou Isto, um Planeta limpo e fraternalmente feliz?

Está nas mãos de todos e, principalmente, nas nossas mãos, penalizarmos os líderes que continuam a não respeitar a Mãe-Terra com guerras, com poluição e, ou, destruição da biodiversidade (com a desculpa do desenvolvimento) e com todo o tipo de estratégias que os salvaguarde, politica e economicamente, sem nada ligarem às gerações futuras…
E não esqueçamos que 2008 é o Ano Internacional do Planeta Terra


Imagens 1: EPA/Dennis M. Sabangan, in: Sapo.pt; e 2: Brígida Brito, in: África de Todos os Sonhos

09 julho 2007

070707, e a Terra foi…

Um dos grandes problemas que um utilizador informático tem fora das grandes cidades é o acesso à Internet.
E se esse acesso é aleatório e dispensável, ou quase, para uma grande maioria dos utilizadores, outros há que é um suporte de trabalho como uma caneta, um livro, um jornal, ou uma televisão.
E foi na TV que vislumbrei alguns dos acontecimentos da celebrada sequência do 070707.
Ele foi as novas 7 maravilhas do Mundo e as 7 maravilhas de Portugal.
Ele foi o Live Earth e o grito de defesa da nossa depauperada e enlixada Casa-Mãe.
Quanto ao primeiro caso os meus agradecimentos aos internautas que se esqueceram de votar nas estátuas da ilha da Páscoa ou nas já estafadas e cansadas Pirâmides de Gize. Só lamento que tenham votado as ruínas maias e aztecas e esquecido de votar nas Estátua da Liberdade e na torre Eiffel. Assim como assim a estragar-se algo monumental que se estrague aquilo que de monumentos pouco ou nada têm, como o Cristo Redentor, o novo colosso de Rhodes…
Também em Portugal não percebo porque se lamentam os que não viram os seus castelos e ruínas não votas. Pelo menos vão ser preservados do turismo massificador e selvagem que os novos títulos nobiliárquicos vão trazer aos vencedores.
Digam-se se não é agradável ver o templo de Diana sem pedir licença ao turista estupidificado que tenta perceber para que servem as colunas do Templo, ou se não é mais aprazível ir a um certo castelo e admirar a paisagem que o rodeia sem ter de saltar por detrás dos novos turistas que comentam mas não sabem o quê?
Também quem se esquece, em Portugal, de nomear como uma das finalistas a Ponte de Dona Maria, construída por um tal Eiffel, ou a Basílica da Estrela ou, ainda, alguns mosteiros e palácios que por aí pululam magnificamente, não podem esperar que as pessoas fiquem satisfeitas.
Mas quem diz de Portugal, diz do Mundo, Como se puderam esquecer do Palácio de Versailles ou do Museu Hermitage, de Sampetersburg?
Quanto ao Live Earth, por muito interessante e nobre que seja a causa, já começo a ficar farto de tantos “Live Aids”. E a programação da RTP nada ajudou…
Dizer que a Terra está quase moribunda já soa a gasto. Relembrar que devemos “separar” se ainda não o sabem e há tanto tempo que falamos nisso, é porque as autoridades e os formadores não conseguem enviar a mensagem aos respectivos destinos. Dizer que a camada do ozono está cada vez mais em perigo, é esquecer os contínuos ensaios nucleares que certos meninos levaram a efeito como se brinquedos pessoais fossem. Rememorar que o degelo é cada vez mais evidente e a possibilidade de certas zonas marinhas poderem desaparecer e nada se fazer…
Digam-me um que, realmente, tenha contribuído para minorar o que eles evocam. Apontem só um! Mas um que, realmente mais que impacto, teve proveito!
E digam-me quantos dos participantes não ganharam fama – e muito proveito – pelas suas despreocupadas e simbólicas presenças nesses “Lives”…
Se a falta da Internet é um problema para mim, por outro pude digerir um pouco mais o 070707 e não escrever logo a quente o que me ia na alma.
É que se escrevesse perguntaria, por exemplo, quem eram os U2 e o seu vocalista ou quem ainda se lembrava de um tal Bob Geldof, um antigo vocalista de um já, então, esquecido conjunto musical, e outros mimos…

NOTA complementar: Não me tinha ocorrido que também o belíssimo Palácio Nacional de Mafra e o Convento de Cristo, em Tomar, não foram votados para as 7 de Portugal. Obrigado aos votantes internautas deste país por ajudarem a preservar a verdadeira cultura.

14 março 2007

Campanha “plantemos 1 bilhão de árvores”.

(“Miradouro da Lua”, próximo de Luanda; procuremos que a terra não fique assim)

A ecologista queniana Wangari Maathai, laureada pela Paz, desafiou a população mundial a plantar um bilhão de árvores em 2007, como forma de minorar os efeitos de estufa que alguns países persistem em ignorar.
A iniciativa de Maathai, conta com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e de alguns países que já aderiram ao projecto.
O Uganda perfila-se, neste momento, como um dos mais activos tendo plantado já mais de 1 milhão de árvores. Mas outros países africanos, nomeadamente o Senegal e o Quénia, mas, também e a nível de particulares, Moçambique, Mali e Marrocos, estão na corrida pela melhoria do ar do planeta.
Na Europa o destaque vai para a Sérvia (cerca de 200 mil árvores), Espanha e França que já plantaram cada mais de 30 mil árvores, cada. Em Portugal, o Parque Biológico de Gaia e Escolas de Vila Real (na região norte de país) e a Câmara de Odivelas, no sul, foram algumas das instituições e entidades portuguesas que abraçaram o desafio, tendo contribuído, os primeiros, com 150 carvalhos – procurando recuperar um floresta indígena em extinção –, e 2050 árvores de outras espécies.
E como seria interessante que outros países, nomeadamente, os que mais próximos estão dos desertos também abraçassem este desafio.
Quem sabe se da parte de países como os EUA, Austrália, Rússia e China não teriam a ajuda “desinteressada”, porque é incómoda esta iniciativa, na rega e sobrevivência das árvores plantadas…
Poder-se-ia recuperar algum terreno ao deserto, ou pelo menos, estancá-lo!