O meu texto (de Apresentação) já pode ser lido, integralmente, no Academia.edu ou no Repositório do CEI-IUL.
27 outubro 2016
Conferência: "Angola na Comissão do Golfo da Guiné e na Zona de Paz Cooperação do Atlântico Sul" - o acto
O meu texto (de Apresentação) já pode ser lido, integralmente, no Academia.edu ou no Repositório do CEI-IUL.
09 outubro 2016
Conferência: "Angola na Comissão do Golfo da Guiné e na Zona de Paz Cooperação do Atlântico Sul"
Este é um projecto a que me dediquei este ano e no âmbito do meu Pós-Dooutoramento!
20 novembro 2015
Conferência: 40 anos das independências
25 abril 2015
Bandung: os 60 anos da afirmação do ásio-africanismo
"Estamos a recordar 60
anos que ocorreu, em Bandung, Indonésia, uma reunião que viria a ser relembrada
como a Conferência de Bandung; nome com o qual ficou conhecido,
historicamente, este encontro ocorrido naquela cidade indonésia entre 18 e 24
de Abril de 1955 e que reuniu os líderes de 29 estados asiáticos e africanos,
representando os destinos de cerca de 1.350 milhões de seres humanos.Esta conferência tinha como um dos principais objectivos desenvolver no futuro uma nova força política global – que alguns passaram a chamar de Terceiro Mundo – que não fosse sujeita aos ditames bipolar das duas superpotências da época: os EUA e a então URSS (União Soviética). (...)"
Publicado no semanário angolano Novo Jornal, edição 377, 1º Caderno, página 19
12 março 2015
Duas Conferências no repositório do CEI-IUL
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| (Conferência de 6-Março-2015; eu ao centro) |
20 setembro 2014
IX Congresso Ibérico de Estudos Africanos, Coimbra
07 abril 2013
Angola e Brasil, Vizinhos Atlânticos: o meu tema
03 abril 2013
06 dezembro 2009
Copenhaga pela Terra...
E não basta alguns países exigirem compensações derivadas dos CO2 emitidos pelos mais poluidores se aqueles também nada fazem para salvaguardarem os seus "bens" mais preciosos.
Recordemos como a Amazónia tem sido desbastada ou as florestas virgens equatoriais de África e Indonésia; e não é devido ao CO2 (daquele que vem do ar, mas daquele que sai das motosserras, tractores e camiões que derrubam e transportam as árvores abatidas) mas para uso e lucro de uns quantos à revelia dos interesses dos seus Povos e dos seus Países!
22 setembro 2009
Conferência: Se o possível se faz todos os dias... tentemos o impossível
Deixem-me, primeiro, elucidar que estou em representação do jornalista Norberto Hossi, director do NL a quem, inicialmente, foi endereçado o convite. Todavia, por razões profissionais e particulares, Norberto Hossi não pode estar presente e a sua solicitação fez reenviar o convite para mim em concordância com a ilustre Comissão deste Congresso.
Este intróito deve-se – e considero exigível esta citação – porque apesar de colaborar com diferentes órgãos de informação lusófonos (portugueses – semanário regional Frente Oeste e Jornal de Notícias, como comentador), principalmente, angolanos (Semanário Angolense), santomenses (semanário Correio da Semana) e, esporadicamente, com moçambicanos além de ver artigos de opinião também transcritos em portais internacionais e cabo-verdianos) não sou jornalista, na verdadeira acepção da palavra; e muito menos um produtor de conteúdos.
Permitam-me que recorde que o Notícias Lusófona é, desde 1997, o único jornal que se dedica exclusivamente à informação para os mais de 220 milhões de cidadãos que em todo o mundo falam português.
Serei, quanto muito, um mero colunista ou colaborador, no caso do NL com mais de dois anos e meio de colaboração permanente e regular – e por isso mesmo um membro ainda que discreto e longínquo da Comunicação Social – que vai debitando algumas preocupações cívicas e que penso poder contribuir para algum entendimento mais interessante das áreas que melhor conheço.
E por essa razão que aqui estou. Para tentar dar o meu contributo para, enquanto membro dessa classe, um pouco cada vez mais quase desaproveitada em favor daqueles que se limitam a dizer “yes man”, deixar que outros pensem por ele e limitar-se a dedilhar num qualquer teclado tudo o que lhe foi previamente encomendado, abordar como deve, na minha perspectiva, a Comunicação social abordar um tema tão cadente quanto cada vez mais actual que é o Ambiente.
Como pode a Comunicação Social dar esse contributo? Tem-no feito das mais variadíssimas formas. Alguns dos meus companheiros de mesa já deram mostras de como isso é possível e desejável.
O problema, é que os decisores continuam a manter uma considerável distância entre os meios comunicacionais e eles. Talvez que as propostas que surgem nos media não sejam, mais que exequíveis, tão baratas. Mas como nos recordamos com as minas terrestres, estas custam substancialmente pouco quando novas e tornam-se extraordinariamente insuportáveis a sua retirada dos campos minados. Fala-se, ou costumam falar na ordem de 1 para 100, ou seja, por cada dólar que custa uma mina, fazer a sua retirada dos campos minados, ou seja, desminar, fica por cerca de 100 dólares.
Também no Ambiente essa disparidade se torna tão evidente com a dupla particularidade de, enquanto numa desminagem as vítimas poderão “ser colaterais”, no Ambiente as vítimas somos todos nós porque a Humanidade – e os seus líderes – se limita (ou limitaram-se) a pensar só nos benefícios imediatos que as grandes invenções – algumas das quais quase sem proveito algum para a maioria das populações – não questionando as eventuais consequências; talvez porque os benefícios visíveis eram mais vantajosos que a busca de eventuais causas colaterais, e quando se aperceberam os interesses dos Estado e económicos têm falado mais alto que os interesses subjacentes à salvaguarda de um Planeta que se nos oferece como a nossa principal e ainda única casa planetária.
Pode a Comunicação Social fazer alguma coisa mais do que tem feito? É claro que sim! Mas para isso necessita deixar de estar subordinada aos interesses económicos dos grandes empórios e às ordens do chamado desenvolvimento nacional imperativo. (...)" (continue a ler aqui ou aqui)
01 junho 2009
Angola, Maio de 2009
A bela entrada para o Porto de Luanda, cidade-capital onde houve duas Conferências;
O novo Estádio da Cidade de Cabinda, onde houve uma interessante e participativa Conferência, apronta-se para o CAN2010;
A vila de Catumbela, mostra-nos a velhinha ponte ferro-rodoviária ao lado da futura ponte que ligará, sobre o rio Catumbela, a via rápida entre o Lobito e Benguela, e deverá estar pronta até Julho próximo;
Lobito, a minha Cidade, oferece-nos esta imagem da Igreja de Nª Srª de Arrábida e da Restinga, vista das portas-do-mar;
Aspecto da mesa da Conferência no pólo de Benguela da ULA (Dr. Martim Múrias, director do pólo, Dr. José Pavia, da Univ. Lusíada de Lisboa, eu e a Dra. Ana Duarte, coordenadora de Economia), na cidade dos flamingos (que não vi nenhum, salvo a estátua que nos diz que ali é – ou era – onde “estacionavam”); também aqui, tal como em Luanda e Cabinda, a participação foi de aplaudir.23 maio 2009
33a7m21d
(Luanda, no antigo largo do Baleizão[ao fundo])
E 33 anos, 7 meses e 21 dias depois eis que pisei, de novo, a sagrada terra de Angola, mais especificamente, o chão do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, cidade onde, no dia seguinte, proferi uma dupla intervenção na Conferência sobre o “Dia de África”, nas “Jornadas do Dia de África”, levadas a efeito pela Universidade Lusíada de Angola (ULA), conforme, atempadamente, aqui deixei indicado.
(o autor, ou seja, eu, junto do marco de Simulambuco)
A 22 de Maio, e ainda pelas mesmas Jornadas e pela mesma razão, estive na província mais setentrional de Angola, Cabinda, no pólo da ULA da cidade capital provincial, superiormente dirigida pelo Doutor. Domingos Nzau. Neste bela cidade de Cabinda, de saudar a irreverência académica e as fortes, objectivas e incisivas questões que os oradores, sob a moderação do responsável de curso de Relações Internacionais do pólo de Cabinda, Doutor. Longo, (eu, o Prof. Dr. Belarmino Van-Dúnem, coordenador do mesmo curso no pólo de Luanda, e o Dr. José Pavia, da Universidade Lusíada, de Lisboa) tiveram de dirimir.
E para que a emoção atinja a máxima força só falta uma etapa de que darei informação proximamente, ou seja, ver, sentir e respirar a minha sagrada terra-mãe: Lobito!
18 maio 2009
Jornadas sobre o Dia de África: Conferências
Serão oradores:
1- DR. Manuel Augusto – Embaixador Plenipotenciário de Angola na União Africana, Representante permanente de Angola na Comissão conjunta das Nações Unidas para África
TEMA: A União Africana Novas Perspectivas.
2- DR. Nelson Cosme – Embaixador, Director da Direcção de África e Médio Oriente do Ministério das Relações Exteriores
TEMA: Integração Regional no quadro do Desenvolvimento da África Central e a Questão da Resolução de Conflitos
3- DR. Eugénio Luís da Costa Almeida – Investigador do Centro de Estudos Africanos do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e de Empresa:
TEMA: Que África no séc. XXI – Terá o Continente capacidade para albergar Potências Regionais?
4- DR. José Francisco Pavia – Director do Curso de Relações Internacionais da Universidade Lusíada de Lisboa
TEMA: A Imagem Internacional da República de Angola
Entretanto, e relativo a estas Jornadas a ULA terá aberto ao público uma Exposição “Relações entre África e Roma: O caso do primeiro Embaixador do Kongo (1604-1608)”
Esta será uma das Conferências dado que estão previstas mais duas em outras Conferências, sobre a mesma temática, em outras duas belas cidades angolanas onde a Lusíada de Angola está sedeada.
Como isto, por norma, são Conferências abertas, será bom ver, rever e conhecer alguns dos meus amigos que visitam este espaço.
Com a partida já marcada para dentro de dias e volta no princípio de Junho vai ser difícil actualizar a tempo o blogue. Mas sempre que puder, nem que seja fotos da nossa Angola, virei aqui colocar alguma coisa.
14 novembro 2008
Graça Machel reafirma algo que outros já o disseram…
(imagem internet/google)Algo que outros, em Portugal, no Brasil e em África já têm afirmado e reafirmado.
Recordo, por exemplo, entre alguns artigos e apontamentos escritos aqui, uma entrevista, dada ao Notícias Lusófonas, há cerca de dois anos, em Abril de 2006 por quando da visita de José Sócrates a Angola, ou artigos de Jorge Eurico e Orlando Castro, naquele mesmo órgão lusófono de informação, ou em artigos e editoriais do insuspeito Jornal de Angola, ou de órgãos de Comunicação Social angolana independente – são poucos, mas, felizmente, ainda os há –, santomense, cabo-verdiana ou moçambicana e brasileira.
Mas Graça Machel foi mais longe na sua premonição. Segundo ela, Portugal também não tem "uma estratégia muito clara na cooperação científica e de investigação" e se não se precaver e não souber aproveitar o que de bom pode oferecer, nomeadamente, no apoio universitário e na investigação "vai ser ultrapassado pelos espanhóis" – uma situação que a presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, reforçou dizendo que não estava a brincar quando profere estas palavras.
Graça Machel reafirma algo que também eu já o disse anteriormente. Portugal descolonizou mas mantém resquícios quanto às relações que mantém com os antigos povos colonizados e que são consequência de uma descolonização deficientemente pensada e executada. Relaciona-se mal, ou não sabe como se deve relacionar com as antigas colónias, nomeadamente, quando no poder português estão Governos de esquerda. O medo do neocolonialismo é um dos factos mais sintomáticos da deficiente cooperação que existe entre aqueles Governos e os das suas antigas colónias. Leva-os àquilo que Graça Machel chama de estarem a seguir "o modelo antigo" de cooperação, assente nas trocas comerciais”.
Pode ser que depois destas palavras da nova doutorada “Honoris Causa” pela Universidade de Évora, alguém comece a compreender que as relações não se fiquem só pelos prédios, pelos enormes torres e urbanizações que empreiteiros portugueses constroem em Luanda, mas cimentar a cooperação a diversos níveis entre as Universidades portuguesas e das suas ex-colónias e também, como reafirmou Graça Machel, com os restantes países africanos. A conferencista relembrou que África tem 53 países e que todos eles desejam cooperar nos diferentes ramos e níveis do saber e do social.
27 julho 2008
Luanda acolhe Conferência Internacional
Organização: Universidade Católica de Angola (UCAN) & Universidade de Coimbra (Faculdade de Economia e Centro de Estudos Sociais – FEUC-CES)
Apoios: Christian Aid; Open Society; Netherlands Institute for Southern Africa-NiZA;
Oxfam-Novib; ADRA-Angola
Comissão Científica: Nuno Vidal, Justino Pinto de Andrade & José Manuel Imbamba
Contactos Organização: angola.conference@gmail.com, 929 365 689 (Luanda)
Aqui fica o Programa:
Agosto 7
8.30h: Registo dos participantes
9.00h – 9.15h: Sessão de Abertura
- S. Exa. O Sr. Vice-Ministro da Educação de Angola,
Dr. Pinda Simão
- S. Exa. O Magnífico Reitor da Universidade Católica de Angola,
Dom Damião Franklin
- S. Exa. O Sr. Embaixador de Portugal em Angola,
Dr. Francisco Ribeiro Telles
9.15h – 9.35h: Raízes Históricas – Palestra de Abertura
The Angolan Revolution: Retrospective and Prospective
- John Marcum (Universidade da Califórnia)
9.35 – 11.10h:1º Painel – Organizações da Sociedade Civil, Direitos Humanos e Política
Moderador/Facilitador: Prof. Justino Pinto de Andrade (UCAN)
- Francisco Simão Helena (Gabinete de Cidadania e Sociedade Civil)
- Fernando Macedo (AJPD – Associação Justiça, Paz e Democracia);
- Benjamim Castello (Jubileu 2000)
- Carlos Figueiredo (ADRA – Associação para o Desenvolvimento Rural e Ambiente-Angola);
11.10h – 11.25h: Coffee Break
11.25h – 12.40h: 2º Painel – Sociedade Civil Angolana e Comunidade Internacional (doadores, organizações internacionais governamentais e não governamentais).
Moderador/Facilitador: Rosário Advirta (Christian Aid)
- David Sogge (Fundación para las Relaciones Internacionales y el Diálogo Exterior - FRIDE-Madrid)
- Sérgio Calundungo (ADRA-Angola)
- Paula Cristina Fernandes (União Europeia)
12.40h – 14.00h: Almoço
14.00h – 15.30h: 3º Painel – Género, Juventude e Sociedade Civil: potencial para a mudança
Moderador/Facilitador: Julião Afonso (PAANE – Programa de Apoio a Actores Não Estatais)
- Idacy Ferreira (ADRA)
- Ir. Maria Assunção (UCAN)
- Henda Ducados (FAS - Fundo de Apoio Social)
- Augusto Maquembo (EISA – Electoral Institute for Southern Africa)
15.30h -15.45h: Coffee Break
15.45h – 17.15h: 4º Painel – Os Media e o Desenvolvimento Sócio-Político
Moderador/Facilitador: Suzana Mendes (Jornal Angolense)
- Ismael Mateus (Jornal Cruzeiro do Sul)
- Luís Fernando (Jornal O País)
- N´Siona Casimiro (Apostolado)
- Reginaldo Silva (Jornal Angolense)
17.15h: Apresentação do Livro
- Nuno Vidal & Justino Pinto de Andrade, Sociedade Civil e Política em Angola, contexto regional e internacional (Luanda: UCAN & FEUC/CES, 2008).
Co-autores: Patrick Chabal, Fernando Macedo, Carlos Figueiredo, Sérgio Calundungo, Benjamim A. Castello, Cesaltina Abreu, Fernando Pacheco, Kinsukulu Landu Kama, Michael Comerford, Pedro Cardoso, Aline Afonso Pereira, Reginaldo Silva, José Patrocínio, Paulo de Carvalho, Lopo Fortunato do Nascimento, David Sogge, Bob van der Winden & René Roemersma, Kristin Reed, Mónica Rafael Simões, Anacleta Pereira, Manuel Paulo, Dale T. McKinley, Lloyd M. Sachikonye, Henning Melber, Fidelis Edge Kanyongolo, Badala Tachilisa Balule, Manuel de Araújo & Raúl Meneses Chambote, Rueben L. Lifuka & Lee M.Habasonda, Jean-Claude Katende
Apoios: Christian Aid; Open Society; Netherlands Institute for Southern Africa-NiZA; Oxfam-Novib; CPLP; ADRA-Angola.
Agosto 8
9.00h – 10.30h: 5º Painel – Sociedade Civil no Contexto Regional – I
Moderador/facilitador: Rene Roersma (Fundação WorldCom)
- Dale McKinley, África do Sul (Movimentos Sociais Indaba)
- Manuel de Araújo, Moçambique (Centro de Estudos Moçambicanos Internacionais)
- Henning Melber, Namíbia (Fundação Dag Hammarskjold)
- Badala Balule, Botswana (Universidade do Botswana)
10.30 – 10.45h: Coffee Break
10.45h – 12.15h: 6º Painel – O Papel das Igrejas no Desenvolvimento Sócio-Político-Económico de Angola
Moderador/Facilitador: Pe. Prof. José Manuel Imbamba (UCAN)
- Pe. Jacinto Pio Wacussanga (UCAN)
- Reverendo Tony N’Zinga (COIEPA – Comité Inter-Eclesial para a Paz em Angola)
- Reverendo Luís N’Guimbi (CICA – Conselho das Igrejas Cristãs de Angola)
- Michael Comerford (Trócaire)
12.15 – 13.45h - Almoço
13.45h – 15.30h: 7º Painel – Sociedade Civil no Contexto Regional - II
Moderador/Facilitador: Bob van der Winden (Consultor, BWsupport)
- Jean-Claude Katende, República Democrática do Congo (Associação Africana dos Direitos do Homem)
- Rigobert Kakuru, República Democrática do Congo (Centre d’Études pour l’Action Social - CEPAS)
- Lee Habasonda (Universidade da Zâmbia)
- Luckson Chipare, Zimbabwe (Consultor Independente)
15.30h - 15.45h: Coffee Break
15.45h – 17.00h: 8º Painel – Responsabilidade Social das Empresas
Moderador/Facilitador: Paulo de Carvalho (Universidade Agostinho Neto)
- Manuel Paulo (Universidade de Middlesex)
- Murielle Mignot (FONGA – Fórum das ONG Angolanas, Projecto RECI-DESC)
- Francisco da Cruz (Consultor Independente)
17.00h – 18.00h: Mesa Redonda – A Conferência Nacional da Sociedade Civil: conclusões e perspectivas
Moderador/Facilitador: Elias Isaac (Open Society)
- Cesaltina Abreu (IBIS – Educação e Desenvolvimento)
- Fernando Pacheco (ADRA)
- António Kiala (FONGA)
18.00h – 18.10: Sessão de Encerramento
José Manuel Imbamba (UCAN)
Nuno Vidal (FEUC/CES)
Justino Pinto de Andrade (UCAN)
29 maio 2008
Revista Africanologia apresentada hoje
Uma revista semestral que, futuramente, e segundo um dos seus responsáveis, passará a sair, simultaneamente, em online e em papel. Abordará temas cadentes não só com a África lusófona mas com tudo o que a África diga respeito.
Por razões pessoais só pude assistir – e nem poderia deixar de o fazer por questões académicas – às intervenções do painel “Prevenção, gestão e resolução de conflitos”, moderado pela professora Fátima Roque e que teve participações de Dra. Mónica Ferro, do ISCSP, de Fernando Jorge Cardoso, do IIEE, de António Almeida Tomé, da ULHT, e de Fátima Proença, de uma ONG.
Um naipe de intervenções interessantes, nomeadamente no que disse respeito à questão da questionável interpretação ocidental sobre os Estados Falhados, proferida por Mónica Ferro, assistente do ISCSP e doutoranda no mesmo Instituto, e o problema dos diferentes conflitos ou dos seus diferentes conceitos proferida pelo professor Fernando Jorge Cardoso.
Se em termos de comunicação estas foram as que mais relevei, não posso deixar de registar a troca de opiniões entre um dos prelectores e uma jornalista reconhecida no meio português, apesar de não ser portuguesa, sobre as relações entre os jornalismo e a área social a que a personalidade da mesa pertencia.
Pelo que foi dado a perceber, há – ou havia – uma excelente relação entre a área dela e os jornalistas mas já não existe – ou existe cada vez menos – essa boa relação entre a referida área sociológica e o meio jornalístico, leia-se, as empresas de comunicação.
Sinteticamente afirmou-se que o grande problema actual entre estes dois actores passa pelo facto de muitos jornalistas estarem a ser colocados de parte e substituídos por meros estagiários que cumprem, unicamente, as directrizes dos meios que os empregam, esquecendo-se, porque disso não foram ou não têm quem os ensine, a ética que deve nortear as relações que devem haver entre a imprensa e as diferentes áreas sociais, económicas ou quaisquer outras.
20 novembro 2007
Conferência sobre Angola no ISCTE
A Conferência, subordinada ao tema “Angola 2007: Que Recomposições e Reorientações”, teve a chancela do Centro de Estudos Africanos (CEA) daquela universidade portuguesa e a colaboração próxima do entro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola (CEIC-UCA) e conta com além da presença de individualidades académicas e investigadores do CEA e do CEIC com investigadores da universidade Agostinho Neto do Lubango e de Luanda, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Relações Internacionais, de Luanda, da sueca Göteborgs Universitet, da novaiorquina Columbia University, da londrina School of Oriental and African Studies University, entre outras.
A primeira parte foi um bom exemplo daquilo que se espera dos três dias da Conferência. Veremos como irá decorrer o resto da mesma, nomeadamente os painéis sobre a “economia”, hoje à tarde, a que se juntará a apresentação do livro de Carlos Lopes, “Roque Santeiro: a ficção e realidade” já apresentado na passada quarta-feira na Casa de Angola, em Lisboa com retransmissão na RDP-África, os “sociais” – uma das quais, por razões de programação, já foi apresentada hoje –, amanhã, e os “políticos”, no último dia.
30 setembro 2007
Os novos garimpeiros de África
Uma das intervenções que, pelos vistos, mais brado deu foi a do deputado Lopo do Nascimento, antigo primeiro-ministro de Angola e governador da província da Huíla – chegou a estar apontado com um possível “delfim” de Eduardo dos Santos à presidência –, ao afirmar, franca e lucidamente, que os novos garimpeiros de África são a China e a Índia, como se pode ler aqui.
Uma das suas afirmações mais fortes, só talvez para quem não quer ver as coisas para além do óbvio, a chamada “cooperação” prende-se com aquilo que os países cooperantes, ditos doadores, realmente deixam em África.
Segundo Lopo do Nascimento, só ficam em África 20% do que os doadores “investem”. Tudo porque em cada 100 dólares “doados”, 80 são para pagar os técnicos expatriados e sabemos, como se constata com os técnicos chineses que são sempre muito mais do que os técnicos afro-nacionais e, em regra, melhor pagos.
25 junho 2007
“Mugabe é perturbador”!
Não era preferível dizê-lo logo e deixar de manter os africanos na expectativa que agora é que seria…
Ainda perguntam como pode subsistir e se acreditar na CPLP, cuja sede é em Portugal, quando do Palácio das Necessidades português continuam a sair atoardas como esta…
Inicialmente publicado no
- Colunistas e também citado na secção "Hoje Convidamos" do 
28 maio 2007
Conferência sobre o Dia de África
Tal como tinha referido no passado dia 25, pelo Dia de África, participei como convidado dos alunos da Universidade Católica de Lisboa, com o apoio do GApA, numa Conferência, que teve um Sarau Cultural em apoio, denominada "África, Rumo a um Futuro".A minha comparticipação, sob o título "Que futuro para África", pode ser lida integralmente no Notícias Lusófonas que a estampou em manchete.
Foram co-oradores o Professor Leopoldo Amado, da Guiné-Bissau - começou, hoje, brilhantemente, a defender a sua Tese de Doutoramento na Universidade Clássica de Lisboa -, que apresentou uma resenha historicista de África, e o diácono Alberto Castro Ferreira que abordou o efeito do Socialismo soviético, numa primeira fase, e chinês, na fase actual.








