03 novembro 2011

O Futuro de Cabinda em debate no Porto

“No próximo dia 19, sábado, pelas 17h30, realiza-se no Auditório do Clube Literário do Porto, Rua da Alfândega, 22, um debate sobre "O futuro de Cabinda".

Sob moderação do Jornalista Paulo F. Silva, participam o investigador elegível do CEA-ISCTE/Inst. Universitário de Lisboa, Eugénio Costa Almeida, mestre em Relações Internacionais e doutorado em Ciências Sociais (investigador elegível do CEA-ISCTE/Inst. Universitário de Lisboa), e o Jornalista Orlando Castro.

As opiniões dividem-se. A maioria diz que Cabinda é uma província de Angola. Outros dizem que não. Certo é que o problema existe.

Cabinda é parte integrante da República de Angola”, diz Eugénio Costa Almeida. “É um território ocupado por Angola e tem direito à independência”, afirma Orlando Castro, jornalista angolano-português.

Para além de convidar todos os interessados no assunto, solicito e agradeço toda a ajuda que possam dar na divulgação do debate.

Lá estarei!

Se a hipocrisia pagasse imposto...


... haveria, por certo, muitos menos pobres no Mundo!

Vejam este artigo, hoje publicado, no matutino português " I ", cujo título é tão sugestivo...

Estão todos convidados...

É já no próximo dia 15 de Novembro!



02 novembro 2011

Críticas à exploração piscícola

(foto da Internet)

O portal da Rádio Deutsche Welle oferece-nos, na edição de ontem, uma análise crítica sobre a sobre-exploração piscícola nas regiões afro-insulares por parte de “certos e solidários” apoios, nomeadamente da União Europeia.

Em particular, os acordos de pesca de atum! Nada de novo!

Já em Maio de 2006, no portal “Africamente” escrevi um artigo intitulado “Acordo de pesca STP-UE” sobre o assunto e, em finais de Janeiro de 2007 num texto para o semanário santomense Correio da Semana, voltei a escrever um outro artigo, à boleia da salvaguarda das tartarugas santomenses, onde voltava a analisar estes acordos leoninos praticados pela União Europeia face aos países fornecedores de riquezas piscatórias.

E nessa altura recordava como Marrocos soube fazer valer alguns dos seus direitos face às potências europeias, nomeadamente Espanha e Portugal, obrigando a União Europeia a recuar na sua pretensão dominante...

01 novembro 2011

E a 31 acabou, ou foi um grande 31?...

(da Internet)

A 31 de Outubro a OTAN/NATO terminou, na Líbia, a sua operação de humanização para que tinha sido mandatada pelo Conselho de segurança da ONU, pela resolução 1973/2011, e o apoio da Liga Árabe.

Mas será que a Operação militar só teve impacto na Líbia? Ou será que também teve, e acentuadamente, um forte impacto no seio desta Organização político-militar (de defesa e não de ataque que defesa de interesses euro-ocidentais houve face à Líbia?).

Recordemos que só 12 dos seus 28 Estados-membros é que participaram nos custos operacionais e militares enquanto duraram os sete meses da intervenção. E daqueles só três, e inicialmente, tiveram uma participação activa no desenrolar da mesma: os EUA – que logo se retiraram – a França e o Reino Unido; por sinal, estes dois são quem, mais recentemente, mais se aproximaram do autocrata e déspota governante líbio Muammar Kadhafi.

Será por que, como sublinhava o filho do ditador, Saif al Islam Kadhafi, se ele falasse muita coisa poderia ser dita e muita tinta seria debitada nos jornais e muita cor nas televisões?

Esperemos que se e quando for apanhado não tenha logo o mesmo destino que o seu Pai.

Seria interessante o que Saif al Islam pudesse apresentar a sua versão no TPI.

Será que deixam?...

31 outubro 2011

Amigos, amigos...

"Os estados não têm amigos nem inimigos! Só interesses a defender!"

Uma verdade política indesmentível. Mas, todavia, quando a hipocrisia é demais, imunda!