12 junho 2004

Portugal e o Euro2004 - Força

Força Portugal
porque como é hábito... têm prazer em fazer contas; e nós contamos convosco

11 junho 2004

Filipe Mukenga sofre AVC em Luanda

De acordo com o sítio Africamente, e em vésperas de um espectáculo em Namibe, o músico angolano Filipe Mukenga sofreu um acidente vascular cerebral, encontrando-se hospitalizado numa clínica de Luanda.
De acordo com aquele sítio "Mukenga foi internado após uma entrevista na Rádio Nacional de Angola...".
Os apreciadores da boa música angolana, onde me incluo, esperam as rápidas melhores daquele músico.

10 junho 2004

Cabinda - terra de contrastes


Esta "roubei" ao magnífico portfolio de Silva Pinto (silvapinto`s Fotolog) tal como as palavras que a acompanham...
"Meninos de uma das mais ricas zonas do meu país, região que produz 500.000 barris de petróleo por dia. Descem e sobem a encosta de manhã e voltam a fazê-lo a tardinha para irem ao rio buscar água"

09 junho 2004

O Sr. Mugabe some e segue

Depois de elogiar os recentes desenvolvimentos comerciais entre África e os Estados Unidos através da Lei norte- americana de Crescimento e Oportunidade Africana (AGOA), o presidente zimbabweano, Robert Mugabe, defendeu que o continente devia ser indemnizado pelos países ricos (Europa e EUA) por terem tirado grandes benefícios da escravatura africana.
Aquela lei norte-americana permite aos países africanos seleccionados poderem exportar aos Estados Unidos produtos com isenção de imposto e de quotas.
Mas, para o Sr. Mugabe, isto não chega. É preciso mais. Há que indemnizar o povo africano dos benefícios industriais do esclavagismo.
E não satisfeito com esta mensagem, o seu regime, democraticamente imposto pela Zanu-FP, desde 1980, decidiu que o país deixava de ter terras aráveis não-públicas.
Assim, e de acordo com o ministro da Reforma Agrária, John Nkomo, todas as terras ocupadas pelos antigos combatentes e as que ainda de mantinham na posse de alguns fazendeiros passam para as mãos do Estado e serão arrendadas por 99 anos.
E assim Zimbabwe continuará a trilhar os caminhos da “prosperidade nacional” (Nkomo dixit) até à destruição total da economia zimbabweana.

Dois anos depois, as minas ainda matam!!!!

Dois anos se passaram desde que a Unita e as FAA’s terminaram com uma estúpida e sangrenta guerra fratricida.
Dois anos se passaram e o país parece não evoluir como desejávamos. Compreende-se que os caminhos do progresso não se fazem num estalar de dedos.
Mas dois anos passados e as minas, infelizmente, continuam a ceifar vidas e estropiar pessoas que se querem válidas para o desenvolvimento.
Dai que o balanço foi hoje apresentado pela Comissão Nacional Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH) não seja o mais desejável. Só nos três primeiros meses deste ano, já morreram vinte pessoas e cinquenta e dois ficaram feridos Neste mesmo período foram removidas cerca de centena e meia de minas, entre anti-pessoal, anti-tanque e outros engenhos explosivos.
Só em 2003 foram controladas pelas empresas de desminagem cerca de 280 quilómetros de estrada e identificados dois mil e 300 campos de minas de alto risco, num total de área desminada de um milhão de hectares. Foram removidas e destruídas 1170 minas anti-pessoais 101 anti-tanques e cerca de 7000 outros engenhos explosivos.
Ainda de acordo com a CNIDAH, é vontade das autoridades angolanas que até 2010 as áreas de maior risco estejam totalmente desminadas.
Até lá as nossas populações continuarão a sofrer e, algumas, morrem devidos a ingestão de plantas venenosas, pela falta de alimentos e pela insegurança nos terrenos agrícolas.
Até quando?

07 junho 2004

JORNAL LUSÓFONO SUSPENDE PUBLICAÇÃO (em papel)


A crise atinge todos. Seja pela falta de dinheiro, seja, pela falta de patrocínios (verificámos isso os que levaram a efeito o Congresso da Lusofonia, em Maio passado) seja, ainda e principalmente, pelo retraimento das empresas quanto à publicidade, por vezes não cumprindo com os prazos de pagamentos.
Foi o que aconteceu com o Jornal Lusófono.
O que nos vale é que o sítio se vai manter, tal como vamos poder continuar gozar da irreverência do seu grande director no seu blogue.
Mas se o sítio e o blogue se vão manter, o que nos pode satisfazer, há algo que não devemos, de todo, prescindir. é de uma boa e salutar leitura num excelente papel, como era o do Jornal Lusófono.
Aly, até breve, mas muito breve.