09 março 2019

Visita de Marcelo a Angola em análise para Sputnik

(Imagem via Internet/Google)

Relativo à visita do presidente português Marcelo Rebelo de Sousa, a Angola, a minha quota parte de análise para o portal da Sputnik Brasil:

Uma das citações da minha entrevista/análise:

«"Atualmente, Angola está numa situação muito melhor. A atitude do presidente João Lourenço é a de uma maior aproximação. Do lado de Portugal, o presidente Marcelo Rebelo de Sousa é uma pessoa mais generosa, mais aberta. Isso permite que as relações entre os Estados acabem por ter um aquecimento", diz à Sputnik Brasil o pesquisador do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa, Eugénio Costa Almeida.»

O artigo pode ser lido, na íntegra, aqui

08 março 2019

Eu, Angola, Cabinda e FLEC na RDP-África


Hoje, 1 de Março,  estive em directo para a RDP Africa a falar sobre #Cabinda e o comunicado "de guerra" da FAC, da Cabinda Flec.

A minha participação pode ser ouvida aqui




13 fevereiro 2019

Participações como académico e analista na semana de 5 a 11 de Feverereiro


Para conhecimento as minhas recentes participações, que, na maioria, ocorreram neste passado fim-de-semana, de 8 a 10 de Fevereiro:

Jornais:
  • Novo Jornal, edição 571: A segunda parte e última parte do meu ensaio «A Geopolítica e Geofinanças da China em África: depois de 2018, segue-se 2019», publicada em 8 de Fevereiro (em anexo, também o pdf da primeira parte) - falta o acesso à segunda parte no portal do Novo Jornal, mas tal como na primeira, só será um pequeno trecho;
  • Vanguarda, edição 105, de 8.Fev.2019, uma analise sobre a visita de Tshisekedi a Luanda (este jornal não coloca no site as análises de convidados, mas, além do pdf, podem aceder a este acesso: https://www.elcalmeida.net/File_pdfs/V105_20190208_Tshisekdi%20em%20Luanda_Analise.pdf )
Sites/portais:  

30 janeiro 2019

Cooperação, solidariedade, sim, sempre! Mas… paguem!



Segundo as últimas notícias mais de 72,28% do petróleo de Angola vai para a China, sendo o principal exportador para este país, algo que já vem desde 2017, quando ultrapassámos a Rússia, sendo que a India, é o nosso segundo comprador (10% das exportações), seguidos de Portugal e África do Sul.


Mas nada disto me surpreende e por duas fortes (e interligadas) razões:

Amigos, solidários, prontos para a cooperação, mas… paguem!

É o que se pode chamar de, "os bons negócios de e com China” (NJ569); não esquecer que a dívida inclui empréstimos, serviço da dívida (juros) e, em alguns casos até obras que deveriam estar subordinadas aos tais empréstimos por cooperação, mas que surgem como fora destes e dívidas a empresas chinesas – a grande maioria, ou a quase totalidade, como são as grandes empresas chinesas, detidas, maioritariamente, pelo Estado chinês.

Acresce a estes factos que, de acordo com o presidente da Comissão Executiva da Sonangol Comercialização Internacional (SONACI), Luís Manuel, registou, no «quarto trimestre de 2018, um decréscimo de dois milhões de barris, “perdendo-se 512 milhões de dólares (445 milhões de euros) em exportações”» a que não serão alheias as, ainda, tensões políticas e económicas internacionais que envolvem os EUA, a China e o Irão, aliado à ascensão dos norte-americanos à categoria de grandes exportadores.

Com as boas práxis chinesas de “amizade, solidariedade e cooperação” é bom que os países africanos comecem a pensar duas vezes. Talvez fosse assim, ainda que com algumas – boas – reservas e condicionantes – antes de Xi Jiping. Com esse, primeiro a China, a sua economia e as políticas económica externa e diplomáticas chinesas visando um próximo – ainda que não declarado – estatuto de superpotência, como poderão ler na 2ª parte do meu artigo “A Geopolítica e Geofinanças da China em África: depois de 2018, segue-se 2019” cuja 1ª parte foi publicada no Novo Jornal, edição 569, de 25 de Janeiro de 2019.

Reproduzido no Jornal Folha 8, com o título «Solidários e Cooperantes, mas... paguem!» (https://jornalf8.net/2019/solidarios-e-cooperantes-mas-paguem/)

A Geopolítica e Geofinanças da China em África: depois de 2018, segue-se 2019 - 1ª parte




A primeira parte do ensaio acima e publicado no Novo Jornal, em 25 de Janeiro de 2019, edição, 569, página 35 (ou ver o artigo completo aqui)

30 dezembro 2018

Minha Actividade em Dezembro de 2018



Relação da minha actividade literária - e não só - no mês de Dezembro de 2018:

Intervenção directa:
“Ainda é cedo para termos a certeza do alcance das mudanças de João Lourenço” (in: Changing World / blog do CEI, em 07/12/2018);
O porquê de haver uma boa Marinha de Guerra (in: Vivências Press News, em 15/12/2018);
No adeus a 2018, que expectativas para 2019 (in: Vivências Press News, em 28/12/2018);

Citações de afirmações ou comentários meus:
Lisboa: MPLA e o 27 de Maio de 1977 são temas de Mestrado no ISCTE (citação e entrevista, decorrente da minha orientação para um Mestrado em Estudos Africanos, no ISCTE-IUL) (in: Vivências Press News, em 06/12/2018);
Angola – A New Politics of Memory? The President and the Ruling Party’s Dark Past texto da investigadora do CEI-IUL, Cláudia G. Almeida) – Citação ( in: Presidential Power, em 18/12/2018);
 As Presidenciais no Congo Democrático (análises de Raúl Braga Pires e Rui Newmann - citação aos +/- 13' 43'') (in: VOA Português, em 26/12/2018);


Obra literária (publicada no primeiro trimestre de 2018, mas só agora o recebido em 21/12/2018)