De acordo com uma notícia repescada no Angonotícias e no Notícias Lusófonas a Comissão nacional Eleitoral decidiu as próximas eleições, previstas para 2006, vão ser acompanhadas por observadores nacionais e internacionais, mas que terão apenas a missão de observar o acto eleitoral, sem qualquer função de fiscalização da forma como ele irá decorrer.Não questiono esta posição proposta pelo principal partido governamental (às vezes questiono-me se existem mais no Governo – desculpem, mas são dúvidas) até porque foi aceite pela oposição parlamentar após devida discussão.
Também aceito e entendo que os observadores sejam individualidades e entidades de reconhecido mérito e prestígio e que deverão estar integrados em "organizações não estatais"; de acordo com aquele sítio esta foi a expressão que ficou consagrada no texto em detrimento de organizações não-governamentais; aceito e entendo porque, por vezes, estas ditas ONG são tudo menos isto (infelizmente para aquelas que realmente o são e comportam-se como tal).
Agora o que não entendo é que os observadores internacionais apesar de terem "total liberdade de circulação" pelo país, vejam as suas áreas de actuação serem definidas pelo Conselho Nacional Eleitoral. Será que têm medo que pisem alguma mina desterrada e possa, por esse facto, criar algum imbróglio internacional?
Eu quero acreditar que sim. Sou tão ingénuo, não sou
A Epidemia da Febre Hemorrágica pelo vírus de Marburg, está a afectar a Província do Uige em Angola, desde Outubro passado, atingindo 127 casos já diagnosticados.
Zimbabwe vai ter eleições legislativas "e presidenciais" no próximo dia 31 de Março.
Está de visita a Angola o senhor Yang Hyong Sop, vice-presidente da República Popular da Coreia, vulgo Coreia do Norte.

, “Análise”, de 28.03.2005, pág. 16
15 anos depois a Namíbia vira uma página na sua História.
Da agência
Há dias escrevi
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Segundo a Lusa, citando o magazine francófono, Confidentiel, Bissau e Dakar estão a negociar um contrato de exploração do ouro-negro na plataforma marítima conjunta que dará uma posição maioritária à Guiné-Bissau.



(Foto da série "Retratos", do angolano António Ole)
Utilizei esta introdução repescada do blogue Bazonga da Kilumba, após as eleições legislativas portuguesas para aquilatar do peso feminino no novo governo português.
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De acordo com uma notícia no
Recebi um e-mail, proveniente da África do Sul com um tipo de mensagem que só o tinha recebido, até agora e como habitualmente, da Nigéria.
Citação
No II Congresso do Movimento Pró Pace que está a decorrer em Luanda foi hoje debatido o tema “Liberdade de Imprensa e Democracia” a “muito deficiente” liberdade de imprensa que existe no país, conforme defendido por Ismael Mateus, ex-Secretário Geral dos Jornalistas Angolanas.
José Sócrates, o indigitado primeiro-ministro português apresentou hoje o seu elenco de onde ressalta o nome de Diogo Freitas do Amaral, para Ministro dos Negócios Estrangeiros, cargo que já ocupou em 1980 quando, simultaneamente, foi vice-primeiro ministro nos Governos AD de Sá Carneiro e Pinto Balsemão (1980-1982) e presidente da 50ª Assembleia Geral da ONU, em 1995-96.
(
Um colega nosso, Arash Sigarchi foi condenado a 14 anos de prisão por criticar, no seu Blogue, a prisão de jornalistas iranianos que faziam da Internet seu principal veículo de conversa e protesto.




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