17 dezembro 2008

Transparência de negócios?

A oposição liderada pela UNITA quer mais transparência nos negócios e investimento do e no Estado angolano e justificações presidenciais à Assembleia Nacional – ou não fosse, ainda, um regime semi-parlamentar (ou semi-presidencial) o que vigora em Angola (Kabango bem quer que, com a nova Constituição, continuem separados os dois pólos administrativos nacionais, mas…) – quando faz e porque faz viagens ao estrangeiro.

Perfeitamente legítimo esta solicitação num País democrático e num Estado de Direito…

E já agora, que negócios tão vantajosos para Angola que o presidente Eduardo dos Santos rubricou na China e que
tipo de aprofundamento se referia o presidente Hu Jintao?

E alguém explica como é que a TAAG poderá sobreviver com viagens a Pequim? Não é a TAAG que está em refundação? Justifica-se uma nova rota quando fecharam a de Adis Abeba?

Será esta uma das razões que levam Jintao a apelar ao “investigamento” – aprofundar significa investigar, logo aprofundamento… – de parcerias sino-angolanas?

1 comentário:

Guilherme Freitas disse...

Gostei dessa imagem da África com as cores da China. Isso é o que está acontecendo atualmente. Os chineses estão de olhos nas reservas naturais africanas.