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12 agosto 2009

Aung San Suu Kyi, mais 18 meses…

(Imagem ©Jornal de Notícias)


Até quando o “poder” da China Popular vai ser suficiente para o Ocidente e o Mundo continuar a admitir esta sistemática violação de Direitos Humanos sem ter uma efectiva e clara atitude?

Ah! sim, esquecia-me. Enquanto uns têm muito petróleo, há aquele que domina grande parte das finanças norte-americanas…

01 novembro 2007

Monges na rua, crianças na guerra…

(imagem ©daqui)

No dia que a Human Rights Watch denuncia que o regime da Junta Militar de Myanmar (Burma) está a recrutar à força crianças para os seus jogos de guerra – guerra contra os seus próprios cidadãos – e, mais grave ainda, por eventual compra, como substitutos dos não-voluntários e dos desertores, os monges voltam à rua em protestos contra a Junta e desafiando a sua proibição de reuniões públicas com mais de 5 pessoas. É que o grupo dos monges que se manifestava rondava entre os 100 e 200 elementos.
Mas também que interessa isto se é um assunto interno de Myanmar/Burma/Birmânia como afirmam os chineses e os russos que, por acaso, parece que vão dar instruções militares às tropas birmanesas no âmbito da mútua cooperação – os russos ensinam a defender e os birmaneses ensinam a bater – militar?
Sim, que interessa estes pequenos nadas se a maior democracia do Mundo, a Índia, se dignou a fazer exercícios militares conjuntos com as tropas de Myanmar, em Abril de 2007, enquanto a recém-democrata, pragmática e defensora de um neófito “realpolitik” Rússia se limitou a exportar uns míseros cem sistemas de artilharia de alto calibre durante o ano de 2006 e manter uns simples escritórios em Rangun da companhia russa que fabrica os aviões MIG.
Realmente, que interessa estes pequenos nadas para o Ocidente se mais próximo destes, o Curdistão está quase a ferro-e-fogo para gáudio de uns quantos militares e afirmação de um líder islamita e, segundo parece, com apoio nada discreto do Tio Sam e na única região iraquiana que parece(ia) estar sossegada?

04 outubro 2007

Free Burma...

Free Burma!

Free Burma!

Um grito por Myanmar sem esquecer que muitos mais hão que precisam do nosso Grito!!! como o Tibete, o Zimbabué ou o Irão, por exemplo...

24 setembro 2007

Myanmar, as duas faces da revolta pela Liberdade


Monges Budistas em protesto e Aung Suu Kyi

Em Myanmar, Monges Budistas abraçam a causa da Nobel da Paz, Aung Suu Kyi, na luta pela Liberdade e pelo respeito pelos Direitos Humanos.
Uma causa que goza de mais visibilidade porque o seu principal líder, Dalai Lama, está em digressão por alguns países sendo, nuns recebido por governantes locais que não temem as represálias chinesas – o Dalai Lama é um líder religioso, e como o Papa, o único com direito a “Santidade”, mais que eventual líder político – ao contrário de outros países que nem como líder espiritual o receberam oficialmente.
Só é pena que Zimbabué não tenha tanta visibilidade senão para os britânicos como para os desejos socráticos de “boa-figura”…

Este apontamento foi citado e publicado na rubrica "Hoje Convidamos.." do Demoliberal.

07 setembro 2007

Os Bushismos já esquecidos

(qual é que, realmente, devia de estar no Zoo?)

Já estava esquecido dos Bushismos do senhor Bush. Desde Maio passado, quando chamou à rainha inglesa de “A Mulher Mais Velha do Mundo” por esta ter visitado os EUA no século XVIII, que não havia recordação deles.
Nem mesmo quando está para deixar a Avenida Pensilvânia o senhor George Bush deixa de mandar as suas gafezinhas da ordem.
Será que ainda ninguém lhe explicou que não deve falar em público sem teleponto? Até Portugal, que passou do 40º e tal para 7º em países com Governos mais tele-informatizados já ninguém – da política, claro –, dispensa o seu telepontozinho, quanto mais um “gafista” como Bush.
As últimas foram na Austrália na reunião da APEC – Fórum para a Cooperação Ásia-Pacífico – que se está a realizar na Austrália (aquele país que quer ser a nova potência colonizadora de Timor-Leste).
Aos militares australianos chamou-lhes austríacos (são mesmo um ao lado do outro; um na Oceânia outro na Europa; faz-me lembrar o Mapa-mundi para os norte-americanos – ver acima); à APEC chamou-lhe OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) que, por acaso, tem sede em Viena – provavelmente, deve ser na ilha de Santa Helena, no Atlântico Sul…; e para compor o ramalhete – o mais certo era já estar vinolento com tanto disparate – a segurança teve de lhe mostrar a correcta porta de saída.
Uff! Tantos bushismos de uma só vez, já estava destreinado…
Ao menos recordou-se da oposição civil birmanesa, ao pedir aos militares que governam Myanmar, a sua rápida libertação. Relembremos que a Nobel da Paz e líder da Liga Nacional para a Democracia, Aung San Suu Kyi, está sob prisão, e sem visitas de familiares, desde 2003.


Fotos e imagens de: 1, penso que d’ O Jumento; 2, recebido via e-mail há imenso tempo; 3, da enciclopédia Britânica

07 julho 2006

A liberdade do jornalismo...

(© foto daqui)
Seis meses de suspensão *
Um tribunal de Brazzaville (Congo) suspendeu a 28 de Junho o semanário “Thalassa” por seis meses e ordenou a queima de todos os exemplares da edição que tinha um artigo considerado difamatório do presidente Nguesso. No artigo em causa, o director do jornal acusa Nguesso de ter envenenado o general Bouissa, que morreu a 17 de Abril.

Comentário: Em vez de se levar o Director a Tribunal para este provar as suas acusações, nomeadamente quanto à morte de Casimir Bouissa-Matoko, não! suspende-se o jornal e queima-se a notícia. No que se poderá, eventualmente, inferir que a verdade não estará muito longe, mas que ninguém tem coragem que pôr em causa um pequeno ditador, que derrubou um presidente eleito pelo voto, e que está a ser politicamente suportado por um Estado-vizinho…


(© foto daqui)
Jornalistas presos três anos *
Um tribunal de Mandalay, na Birmânia, manteve a 21 de Junho uma sentença de três anos de prisão imposta ao fotojornalista U Thaung Sein e ao colunista Ko Moe Thun, da revista religiosa “DhamahYate”, por terem tirado fotografias de Pyinmana, aquela que será a nova capital do país. O juiz não ouviu quaisquer testemunhas.

Comentário: Nem faço a mais pálida ideia de quão deverá ser riquíssima, ou com que trabalho escravo, a nova capital dos coronéis de Myanmar, Pyinmana, que se vai passar a chamar de Nay Pyi Daw está a ser criada. Depois de pronta, as contestações que possam haver quase morrerão à nascença. Ou então, a Capital poderá estar a ser financiada pelo Triângulo do Ouro. Não esquecer que Myanmar é considerado como a maior fonte de fornecimento de ópio ilegal no leste e sueste da Ásia.

* Assuntos publicados no JN informação sindical, de onde foram retirados.