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Para que a “refundação” da TAAG seja efectiva e credível, o Governo está à procura de parceiros estratégicos, sendo que a alemã Lufthansa já se perfila como potencial candidata. Ora para quem está em 122º lugar entre 124 companhias aérea mundiais, como é o caso da TAGG, não deixa de ser, no mínimo, estranho este interesse, que, segundo parece, também está nas cogitações da portuguesa TAP.
Relembra-se que a TAAG está há cerca de um ano na lista negra da União Europeia, lista essa que pensa incluir todas as restantes companhias aéreas angolanas, embora só a SonAir, da petrolífera Sonangol, ser a única que opera em céus europeus.
Persisto em achar que esta proibição ultrapassa unicamente questões de segurança e operacionalidade.
Continuo a defender que por detrás desta proibição estão questões económicas, leia-se, a não compra de Airbus europeu e liderado pela administração francesa que não será, também alheia, a questão Angolagate. Tal como nunca foi devidamente esclarecida as questões levantadas em Outubro de 2007, pelo Semanário Angolense, sobre Angola poder ser uma rampa para saída de aviões-bombas.
Relembra-se que foi poucas semanas depois de Angola ter optado pela americana Boeing em vez da europeia Airbus que a TAAG sentiu a pesada mão da União Europeia. (...)" (continue a ler aqui ou aqui)
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