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Pamuk, segundo a Academia sueca, terá ganho o título devido ao seu empenho na denúncia literária daquelas causa e das tensões entre o Ocidente e o Oriente através da sua constante «busca pela alma melancólica da sua cidade» que lhe terá permitido descobrir «novos símbolos para o confronto e o cruzar de culturas».
Orhan Pamuk tem dois livros editados em português: A Cidadela Branca e Os Jardins da Memória, ambos com a chancela da Editorial Presença.
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