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24 junho 2012

Pululu no Pravda


De notar que o meu artigo sobre a "Paz no Mundo (com) Angola no meio", devidamente assinalado, já esteve no primeiro lugar dos mais procurados.


Também está aqui representado o artigo sobre a Grécia e as suas eleições anteriormente, tal como o precedente, publicado aqui.


Os artigos e os seus acessos no Pravda.ru (versão portuguesa):


Paz no Mundo...: http://port.pravda.ru/mundo/23-06-2012/33238-paz_mundo-0/


Eleições na Grécia...: http://port.pravda.ru/news/mundo/18-06-2012/33228-grecia_eleicoes-0/

21 junho 2012

A Paz no Mundo onde Angola está a meio…


De acordo com uma notícia da Rádio Deutsch Welle (RDW), citando o Instituto de Economia e Paz, o Índice de Paz Global (GPI) é liderado pela Islândia – como o país mais pacífico do Mundo (deve ser porque lá os políticos respondem criminalmente) – com a África subsahariana a deixar, pela primeira vez desde 2007, a cauda da tabela.

Ainda assim, e salvaguardando o facto de Moçambique estar entre os primeiros 50 países mais pacíficos – está na posição 48 – vemos que há outros países lusófonos que estão em relativa má posição.

São os casos de Angola  e Guiné-Bissau, colados como gémeos na posição 95. Já agora de referir que Brasil está em 83º, à frente dos EUA (88º) que, por sua vez, está atrás da Guiné-Equatorial (87º!!!!). Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor-leste não estão contemplados nos 158 países analisados.

A posição de Angola permite extrapolar duas interpretações. Uns dirão que não é tão mau assim, porque há cerca de 190 países e estaremos mais ou menos a meio (se considerarmos que a Alemanha e Portugal ocupam, respectivamente, os lugares 15 e 16). Outros, talvez mais lúcidos, dirão que com os outros podemos bem e o que necessitamos é de mais solidariedade, menos insatisfação popular, mas redistribuição do capital e, “last but not least” que as promessas sejam cumpridas.

Como é possível haver quem diga que os prés (salários; vencimentos; ordenados) dos ex-militares (FAPLAs e FALAs) – desmobilizados pelos acordos de Paz de 1992 – estão ser pagos quando é o próprio Estado-Maior que reconhece, em comunicado, esse atraso.

Como é possível haver confrontos entre pessoas que só desejam verem cumpridos os seus direitos – reconhecidos pelo Estado Angolano – e as autoridades evocando não haver autorização de manifestações, esquecendo estas, o artº 47 da nossa Constituição.

Tal como não ajuda a imagem de Angola as constantes demolições de casas por motivos nunca cabalmente explicados quando uma das maiores promessas eleitorais do partido do poder não foi cumprida: a criação de um milhão de casas.

É certo que há promessas que só existem para eleitores ouvirem porque são difíceis de serem exequíveis. Mas, ainda assim, só possíveis algumas serem feitas – como foram, recordemos as novas centralidades – mas manda o bom senso que só se espolie as pessoas das suas casas depois de outras construídas. E não o que tem acontecido, nomeadamente, na Huíla.

Como recorda o padre Pio à jornalista Nádia Issufo da RDW “Apesar dos dez anos de paz em Angola, insatisfação popular é grande e pode dar lugar a revoltas”. Que isto sirva de bom conselheiro…

07 outubro 2011

Nobel da Paz 2011

(imagem SAPO.pt)

Prémio Nobel da Paz veio para África!

Não, lamento mas não foi para esse; vai ser entregue a duas senhoras africanas (duas liberianas) e a uma iemenita.

Segundo a Academia norueguesa as novas laureadas serão: Ellen Johnson Sirleaf (presidente da Libéria e a primeira mulher a ser eleita democraticamente em África) e Leymah Gbowee (activista dos Direitos humanos liberiana, tendo-se distinguido na mobilização das mulheres durante a guerra) e a iemenita Tawakkul Karman (activista para os direitos da mulher, da democracia e da Paz no Iémen).

Ah! já agora só para elucidar a LUSA (ou o SAPO) Iémen não é África mas Península Arábica!!!

NOTA: Entretanto o Sapo rectificou o seu título para "duas africanas e uma iemenita" mas continua a não perceber que Oslo é Noruega e não Suécia...

04 abril 2010

Porque hoje é Dia de Paz…

Angola comemora hoje 8 anos de Paz (foi em 2002 e não 2004 como se refere o Jornal de Angola-online) no mesmo dia que o Mundo Cristão comemora 1977 anos (segundo a liturgia cristã) que Cristo reapareceu aos fiéis para celebrar a comunhão de Paz com eles.


Porque hoje é Dia da Paz, como gostaria que oito anos passados os milhões de angolanos que pouco ou nada têm, pudessem ter algumas centenas e as poucas dezenas que têm milhões, tivessem menos destes, ou seja, que estes fossem mais solidários;


Porque hoje é Dia da Paz como gostaria de ver a cidade de Luanda, Lobito e Cabinda (aquelas que melhor pude ver) com menos muceques a cercá-las, mas com mais bairros solidários, onde a habitabilidade fosse realmente um meio de vida social;


Porque hoje é Dia da Paz, como gostaria que muitos dos angolanos voltassem às suas terras de origem para desenvolver as suas regiões e tornar o País maior, mais desenvolvidos e mais forte;


Porque hoje é Dia da Paz, como gostaria que alguns “senadores” percebessem que o seu tempo de ida política está a acabar e deveriam dar oportunidade aos mais novos, às novas ideias e manterem-se como as reservas morais da Nação. Ganhava o País, ganhavam mais credibilidade e ganharia a Democracia.


Porque hoje é Dia da Paz, deixem-me continua a sonhar que um dia tudo isto irá acontecer no meu País!

09 outubro 2009

Barak Obama, Prémio Nobel da Paz 2009!

(imagem Internet e já aqui anteriormente divulgada)


Em Oslo (ao contrário dos restantes são os académicos noruegueses que atribuem o Prémio Nobel da Paz) foi hoje anunciado que o Prémio Nobel da Paz 2009 foi atribuído a Barak Obama, presidente dos EUA.

De acordo com os responsáveis da Academia, o presidente Obama mereceu este Prémio devido aos “seus extraordinários esforços de reforço da diplomacia internacional e cooperação entre povos, capturar a atenção de todo o mundo e dar ao seu povo esperança para um futuro melhor», fundamentou a sua diplomacia «no conceito de que os que lideram o mundo devem fazê-lo com base nos valores partilhados pela maioria da população mundial», tem-se mostrado um trabalhador incansável para que exista um «mundo sem armas nucleares» e, enquanto presidente criou «um novo clima na política internacional. A diplomacia multilateral recuperou uma posição de destaque, com ênfase no papel das Nações Unidas e de outras entidades internacionais».

Como irão reagir os seus detractores e aqueles que vêem nele um “perigoso” pacifista que quer a existência – tão rápida quanto possível – de dois Estados e dois Países na Região da Conflitualidade, ou seja, Israel e Palestina irmanados num mesmo ideal, a convivência pacífica entre ambos.

Sabe-se que em Israel e na Palestina, por razões diferentes, há quem não o deseje; tal como nos EUA, diga-se…

21 setembro 2009

Porque hoje é Dia Internacional da Paz…

(imagem e texto de Notícias Lusófonas)

A ONU e as Crianças bem que gostariam e bem que queriam que não fosse só hoje, mas…

01 janeiro 2009

Dia Mundial da Paz

Comemora-se hoje o primeiro dia do novo ano e desde há muitos anos o Dia Mundial da Paz.

Por favor, digam isso aos palestinianos e aos israelitas que parece que não sabem o que isso é; perguntem aos congoleses e aos zimbabueanos por onde ela anda; interroguem os sudaneses do Darfur ou aos chadianos se a Paz já lá chegou; será alguém o relembrou aos somalis, iraquianos, afegãos, ossetas, georgianos ou aos diferentes povos do Cáucaso que a Paz é o bem maior da Humanidade?

Ainda assim, ou porque ainda acredito na Humanidade, um bom Dia Mundial de Paz para todos e os que a têm saibam sempre preservá-la.

22 novembro 2008

UE e UA na mesma linha, a Paz… aonde?

(Só a Deutsche-Welle é que parece ver disto em África; os eurocratas não...; foto da RDW)

Segundo um artigo do matutino português Jornal de Notícias, a União Europeia (UE) e a União Africana (UA), de acordo com o secretário de Estado da Defesa francês, Jean-Marie Bockel, “lançaram (como, em petardos?) em Addis Abeba um novo programa de cooperação militar para reforçar a paz e a segurança em África

Ora aqui está algo que subscrevo na íntegra. Tanto a Europa como África o que precisam, nesta altura, é de reforçar a Paz e Seguranças em África. É que o Velho Mundo vendo o Continente que gerou a Humanidade em Paz e em Segurança, também terá o seu Continente em Paz e segurança e, nessa altura, já não haverá Abkázias, Chechénias, Ossétias, Geórgias ou escudos de mísseis anti-míssseis na Europa e arredores.

De facto, uma atitude brilhante de duas Organizações supranacionais onde as duas únicas coisas que diferem uma da outra são as duas Vogais. Quanto ao resto, a tuge é a mesma! (Ah!, para quem não saiba tuge é o mesmo que trampa ou a seu vernáculo afrancesado)

Quando vêm para a sede da UA fazer afirmações deste jaez só podem, indiscutivelmente, estarem a gozar com a chipala dos africanos.

O que pensar quando os órgãos informativos europeus abrem os seus noticiários internacionais com a crise militar e humanitária da RD Congo, com os ataques dos piratas nas águas próximas da Somália, a eternizada crise militar da Somália, ou, periodicamente, com os raptos e ataques ás zonas petrolíferas da Nigéria, ou com avocações, cada vez menos veladas, de Estados narco-Estados em África, já para não falar da recordação cada vez mais esbatida da ainda maior crise humanitária e militar africana que é o Darfur (será que Barroso e muchachos ainda se lembram do que isto é e por onde andaram?), ou a crise político-militar no Chade, entre outros pequenos factos como, por exemplo, a segurança periclitante que está na África Austral devido a um decrépito e autoritário ex-professor que se esqueceu do que foi ser Libertador, um tal senhor Mugabe, no Zimbabué.

Dizer que a UE e a UA estão a cooperar para a reforçar a Paz e Segurança em África, só mostra que os senhores europeus continuam a ver África, nos seus belíssimos escritórios sobranceiros e interessantes rios e mares, através dos Globos que uma qualquer empresa lhes ofereceu ou através dos magníficos documentários antropológicos de David ou Richard Attenborough para a mui britânica BBC.

Parem de gozar com a chipala dos africanos e respeitem-nos! Vejam as notícias e pensem em casos como o da criança de 12 anos, de nome Baraka, que ostenta a patente de general (in Diário de Notícias/Mundo, pág. 36) entre as milícias Patriotas da Resistência Congolesa (Pareco) ou Mai Mai que
apoiam e resguardam o exército(?) congolês e alguns dos seus aliados.

Dizer reforçar a Paz e Segurança em África seria óptimo se não fosse afronta aos milhões de refugiados que as pequenas crises e as vontades de pequenos ditadores criam!

Parem de gozar com a chipala dos africanos e respeitem-nos! Seremos simpáticos, provavelmente ingénuos em acreditar nas promessas Ocidentais e Chinesas de cooperação e boa-vontade, mas não continuaremos eternamente ignaros!

E quando a paciência esgotar…

12 outubro 2007

Alertas pelo Clima dão Nobel da Paz



Depois do alerta das Minas Terrestres, no ano passado, o alerta pelas Alterações Climáticas a darem um – no caso, em duplicado, – Prémio Nobel da Paz.
A Academia de Oslo galardoou, com o Nobel da Paz 2007, Al Gore, antigo vice-presidente dos EUA e o homem que, muito rapidamente, cedeu o caminho para a Casa Branca George W. Bush, no primeiro mandato deste, e o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC).
Tanto Al Gore como a Organização onusiana muito têm contribuído para o alerta mundial sobre as alterações climáticas e para os perigos que a Humanidade e outros seres vivos (fauna, flora e líquidos) vão penando devido à imbecilidade e irresponsabilidade de uns e teimosia pseudo-económica de outros.
De registar, ainda, que, ontem, a Academia sueca laureou com o Prémio Nobel da Literatura a romancista inglesa Doris May Lessing, tornando-se na 34ª mulher a ganhar um Nobel. Paradoxal, ou talvez não seja tão coincidência assim como, por vezes, acontece com certos laureados, a escritora nasceu persa (Irão), embora de pais britânicos, e viveu alguns anos na então Rodésia do Sul (Zimbabué). Ou seja, dois factores de desestabilização para o Reino Unido.

Imagens:
Al Gore (foto de ©
Brett Wilson)
Doris Lessing (foto de ©
Matthew Andrews)

03 dezembro 2005

Armas por utensílios

.........Isto.....a.....partir........disto
Material reciclado






Tanque abandonado em Bissau



De acordo com uma notícia da BBCparaÁfrica, Bissau começa a querer recuperar um pouco da sua estabilidade social.
E para isso nada melhor que reciclar. Reciclar material militar obsoleto, decrépito, abandonado e em completa deterioração em produtos para a vida civil, como utensílios de cozinha (panelas, tachos ou canecas) ou para a lavoura, (charruas, carroças, enxadas).
Quando a necessidade é premente, o que de bom há no ser humano desponta. E é isso que os guineenses nos estão a transmitir.
Na linha do que os moçambicanos, já em tempos, nos mostraram. Transformar material letal em arte. Uns são para a vista e para a sensibilidade. Os guineenses para o usufruto diário.
Exemplos a ter em conta.

07 outubro 2005

Prémio Nobel da Paz não sai de África.

© Foto Globo (O)nline

Apesar de o ter ganho em parceria com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), o egípcio Mohamed el Baradei, o seu principal director, permite que África mantenha em seu poder o Prémio Nobel da Paz.
De facto, el Baradei e a AIEA ganharam o Nobel de 2005 pelo contributo e "pelos esforços para evitar que a energia nuclear seja usada com propósitos militares e para assegurar que a energia nuclear com fins pacíficos seja usada da forma mais segura possível".
África está, uma vez mais, de parabéns.
Este prémio, para além de relevar os seus esforços a favor de uma melhor utilização do nuclear é, igualmente, uma espinha para os EUA que, desde 2003, vêm tentando impedir que el Baradei continue à frente da AIEA, principalmente quando, irritando Casa Branca, sustentou que sustentar que não havia provas de que o Iraque possuísse armas de destruição em massa, um dos grandes motivos que levaram a coligação atacar e depor Saddam Husseim.

01 agosto 2005

Timor e Indonésia pela Comissão de Verdade e Amizade

Image hosted by Photobucket.comTimor-Leste parece querer enterrar, de vez, os traumas do passado. E como ele, também o seu poderoso vizinho islâmico segue pela mesma diapasão.
Foi por isso que os governos dos dois países decidiram criar uma Comissão de Verdade e Amizade (CVA) para descobrirem a verdade sobre os conflitos de 1999 que, quer Timor, quer Indonésia, não querem levar a um Tribunal Internacional. Porquê, não se sabe.
O certo é que a ONU não reconhece esta CVA ora criada, dado que continua a defendar as conclusões da comissão de peritos criada para analisar as razões do incumprimento das Resoluções das NU sobre Timor e que defende a criação de um tribunal internacional para julgar os responsáveis dos crimes contra a humanidade perpetrados em Timor-Leste em 1999.
Segundo os relatores do relatório este pode representar a grande e última oportunidade para o Conselho de Segurança garantir a responsabilização de culpados pelas graves violações dos direitos humanos e asseverar que o exercício da justiça ao povo de Timor-Leste seja efectivado.
Interessante o facto da Austrália nada ainda ter declarado.

Processo de Paz no Sudão em perigo?

Quando tudo parecia fazer querer que o processo de Paz no Sudão estava para ficar, faltando limar uma aresta, bem bicuda, por sinal, o Darfur, eis que, infortunadamente, John Garand, o vice-presidente – e putativo presidente dentro de 3 anos – morre num estranho acidente de helicóptero no Uganda (por sinal um sítio onde, de início, era bem acolhido mas, que ultimamente, estava quase como “personna non grata”, principalmente porque o acordo de Paz não foi conseguido no Uganda, mas no Quénia.
Estranho.
Tão estranho que, apesar de visita privada, só acompanhava Garang colaboradores seus e tripulantes ugandeses.
Mais estranho, ainda, porque houve necessidade – ou será mais conveniência – em protelar esta informação até onde foi possível.
Por tão estranho que, naturalmente, os distúrbios já se fizeram sentir.
Vamos esperar que, apesar de tudo, a serenidade se sobreponha às emoções e a Paz não descarrile; não só pelo povo sudanês do sul cristão ou animista mas, sobretudo, pela região do Darfur que esperava a consolidação da Paz para ter também a sua.
Já agora, vamos também esperar para ver como irão reagir dois dos três principais interessados naquele processo: EUA e China, porque a ONU não conta... só lamenta.