23 março 2019
O mútuo direito à indignação
23 maio 2017
Os 38 anos do consulado de José Eduardo dos Santos.**
Sintetizar os quase 38 anos de liderança de José Eduardo dos Santos, como líder do MPLA, desde 10 de Setembro de 1979, após falecimento do Dr. Agostinho Neto, à época presidente do Partido e 1º Presidente de Angola independente, como Presidente da República, desde 20 de Setembro de 1979 – provavelmente deverá mesmo completar os 38 anos na Presidência da República, porque desde as eleições a 23 de Agosto próximo, dias antes do Presidente Eduardo dos Santos completar 75 anos de idade, até à confirmação oficial, pela Comissão nacional de Eleições e pelo Tribunal Constitucional do partido vencedor e, por inerência, do cabeça de lista como Presidente eleito, dificilmente haverá um novo Presidente antes de 20 de Setembro – e os longos anos como Titular do Poder Executivo – não esquecer e, independentemente do que os analista políticos possam interpretar (eu faço-o como investigador e não como analista político) que durante alguns períodos o Poder Executivo foi liderado por Primeiros-ministros, alguns dos quais fizeram valer as suas competência e autoridade como tais – é, em tão pouco tempo e espaço, muito difícil.
Por isso, recordemos alguns factos que ocorreram neste período:
- · Uma sangrenta luta fratricida (guerra-civil) entre a RPA, do MPLA, e a UNITA, que teve o seu trágico fim em Fevereiro de 2002;
- · Não esquecer que em 1992, e após o Acordo de Bicesse de 1990 que trouxe, além de uma Paz efémera, o multipartidarismo, que permitiu a realização de eleições gerais, contestadas pela UNITA, de que resultou uma Assembleia Constituinte que alterou, definitivamente, a liderança monopartidária do MPLA e transformou a RPA em República de Angola, subordinada ao Estado de Direito, algo que tem sido contradito quanto à sua efectiva realização;
- · O fim da guerra-civil permitiu serem criadas as condições para uma efectiva Paz militar – ainda que se pareça quase total, não esqueçamos o problema de Cabinda –, faltando consolidar dois princípios fundamentais de um Estado de Direito, algo que os dois mandatos presidenciais, da pós-Constituição de 2010, parecem não ter conseguido lavrar: mais paz política, social e melhor redistribuição económica.
- · Foram – são – várias as causas que nos podem levar a colocar alguma reticência na paz política e social, não só pelas questões políticas actuais, com as diversas makas e desencontros entre o partido maioritário no Poder e a Oposição, como as questões jurídicas com o caso dos jovens detidos por assumirem posições politicamente divergentes com o “status quo”, a aceitação plena do candidato proposto por Eduardo dos Santos para liderar o MPLA nas eleições gerais, e, principalmente…
- · Como irão coexistir, no caso da vitória do MPLA nas próximas eleições gerais e subsequente eleição do seu cabeça de lista, João Lourenço, como Presidente, a mais que certa liderança bicéfala neste partido; ou seja, como poderá este candidato, caso se torne Presidente e Titular Executivo, gerir os interesses da Nação Angolana, se estes colidirem com os interesses partidários que, em princípio, até 2018, serão da responsabilidade de José Eduardo dos Santos?
- Já na Paz Social, por muito que possa ter tentado, foi algo que o Poder Executivo de Eduardo dos Santos, parece ter desconseguido materializar; não podemos esquecer que, apesar de vários e evidentes sinais de um desenvolvimento económico, na quase totalidade do território nacional, ainda existem inúmeros – demasiados – núcleos de pessoas em condições infra-humanas, em especial, no que toca à salubridade pública, à persistente falta de condições económicas aliada à existência – pouco explicada o como – de um elevado número de milionários e multimilionários – segundo o portal AngoNotícias, em 2015 haviam 4900 milionários que, de acordo com o portal A24, terão subido para, em 2016, 6400, tornando-nos no 5º país de África com mais milionários, e recentemente, soube-se que destes, 320 são multimilionários –, bem como uma persistente endemia de doenças perigosas e que poderiam ser evitadas ou minoradas se houvesse mais saneamento básico, nomeadamente na capital.
12 janeiro 2017
As figuras do ano de 2016 do Folha 8: Também havia outros…
29 fevereiro 2016
Alteração da Lei da Nacionalidade - comentário
O jornal
Folha 8 solicitou-me um comentário à alteração da Lei da Nacionalidade,
aprovada na Assembleia Nacional (em sessão plenária e após já anterior
aprovação na especialidade), no passado dia 24, com os votos favoráveis dos 142
deputados da bancada do MPLA, face aos votos desfavoráveis das bancadas da
UNITA e da CASA-CE, e a abstenção dos 4 deputados da FNLA e do PRS.29 agosto 2015
Os 40 anos da Dipanda: balanço e perspectivas para Angola*
Artigo hoje publicado no Folha 8 e intitulado «DEIXEM-NOS (CONTINUAR A) SER OPTIMISTAS»*
Podem aceder através de: http://jornalf8.net/2015/deixem-nos-continuar-a-ser-optimistas/
*O título com o texto foi publicado é da responsabilidade do Editor. Todavia, temos que reconhecer que é muito mais feliz e interessante que aquele que o autor, eu, desenhou. Mas porque o seu a seu dono, devo manter o meu neste espaço e dar relevo ao do Editor!
30 maio 2014
A Liberdade e o Folha 8
Um comentário sobre o Folha 8 e a sua função como baluarte da Liberdade de imprensa:"A Liberdade de uma pessoa começa onde acaba a do outrem e restringir essa Liberdade só acontece em situações onde predomine o autocratismo e a tirania. E é para combater situações como estas que emergem a Comunicação Social e os Livres-pensadores.
10 abril 2014
Eduardo dos Santos a Nobel da Paz – Comentário
Adoro quando se
quer dar primazia à adulação para se tornar falado nas artes apostólicas da
epistemologia comunicacional. Penso, mesmo, que é uma arte muito nossa – pelo
menos, ultimamente – e bem aprendida com o actual dilema do antigo
colonialista: bajular, bajular, bajular e quando não é bajular é subservir,
subservir, subservir, sem esquecer a cunha, a nossa eterna gasosa!(escrito em 10/Abril e posto aqui em 12/Abril/2014)
20 janeiro 2014
Angola recusa envio de militares para a Rep. Centro-Africana: análise
Extractos de uma análise sobre esta matéria, feita para o semanário Folha 8, edição deste fim-de-semana.
11 janeiro 2014
Passamento de Eusébio, um comentário…
05 novembro 2013
Acórdão do Tribunal Constitucional sobre a fiscalização da AN - comentário para Folha 8
Numa
sociedade, por muito que se fale numa hipótese de estar sozinho numa ilha
paradisíaca e com todos os benefícios, ninguém acaba por querer estar sozinho
ou isolado da comunidade.27 outubro 2013
Rui Machete e as desculpas diplomáticas
"Rui Machete
é o actual MENE (Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros) – antigo MNE
(Ministro dos Negócios Estrangeiros); pelos vistos para os portugueses qualquer
relacionamento internacional só se faz pela via do negócio – teve um encontro
imediato de primeiro grau com a comunicação social angolana, oficiosa, onde
terá apresentado as “desculpas diplomáticas” – em negócios não há “desculpas
diplomáticas”, mas… – pelos casos que, habitualmente, e de quando em quando, a
nossa comunicação social orientada faz emergir das esconsas secretárias dos
jornalistas (não dos Jornalistas) que por lá pululam e que servem para acirrar
alguns ódios de estimação – estranhamente, a maioria parte de jornalistas que,
por sinal, até são lusos, talvez saibam mais que nós que somos angolanos e menos
aptos às intrigas palacianas – contra a Justiça portuguesa e contra alguns
políticos lusos (o que se estranha porque não há políticos mais subservientes
aos políticos estrangeiros que os lusos, e não é de agora…).30 junho 2013
Pululu no Folha 8
09 fevereiro 2013
O efeito páginas sociais e/ou a força do 4º Poder?
07 novembro 2012
Tonet versus Ordem dos Advogados
Como já não bastasse estarem, constantemente - com ou sem razão isso cabe aos Tribunais e só a estes -, tentarem calar o semanário independente Folha8, agora parece que até a honorabilidade profissional de William Tonet está a ser posta em causa mesmo que na presença de documentos que atestam a sua qualificação profissional...Tudo porque a Ordem dos Advogados (OA) terá feito chegar ao Tribunal uma declaração onde fazem atestar que Tonet ainda não terá completado o seu estágio profissional obrigatório.
Enquanto isso, um processo judicial que anda empenado, ficou mais encrencado e, simultaneamente, visando desbloquear a situação, Tonet terá mostrado ao Tribunal uma declaração entregue à OA onde atesta "ter concluido o seu estágio, conforme cópia de recepção da própria ordem de advogados no dia 12.01.2011, pelas 11h57, recepcionado pela dra. Esperança Gomes."
Parece que os serviços administrativos da OA andam distraídos e acabam, por esse facto, por colocar a Ordem em desordem e pôr em causa a credibilidade profissional de terceiros.
O que se estranha, no meio disto tudo, é que o Tribunal tenha acolhido e aceite a deficiente declaração e, posteriormente, o réu tenha solicitado mudança de causídico...
13 março 2012
F8 uma vez mais na mira do DNIC

Segundo o portal Club-K, elementos da Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC) terão entrado nas instalações do semanário Folha 8 e “confiscaram todos os computadores e deixaram os jornalistas em pânico ante as ameaças e a brutalidade exercida”.
Parece que os ditos elementos terão procedido à referida apreensão sem dizerem quais os motivos.
Sendo Angola um Estado de Direito – quero continuar acreditar que sim –,suposto seria que a autoridade, presente nas instalações, devesse ir acompanhada de um mandado de apreensão e acompanhada por um membro do Ministério Público.
O Club-K não indica se isto aconteceu.
Caso não se tenha verificado este natural pressuposto a confiscação está ferida de total ilegalidade.
De registar, ainda, que William Tonet, o director do F8 está, segundo o Club-K, incontactável. Não esclarece se porque não quer ser incomodado ou se por outra razão menos aceitável.
Depois do que aconteceu no passado sábado não me parece que esta nova situação venha a consolidar a imagem do País.
Por este andar ainda o ex-presidente de Portugal, Jorge Sampaio, vai ter de morder a língua no que toca a Angola…
06 março 2011
Angola: Comunicação Social “embaraçada”?

21 janeiro 2008
Se isto é democracia…
(imagem "roubada" aqui)Cada um leia e medite a carta anónima (sê-lo-á porque não está assinada, mas o conteúdo parece indiciar que não os seja) que a seguir transcrevo (sem alterações) e que me foi enviada por William Tonet.
Se isto é o espírito democrata e mostra o quanto o País está preparado para eleições…
Ah! e já agora interessante as palavras do Ministro da Defesa Nacional, durante um comício, por certo partidário dado que é comício, e que são citadas aqui e confirmadas no Club-K por um leitor do Lubango.
Num País democrata este Ministro já tinha arrumado o seu Gabinete e dado lugar a outro, porque é inconcebível, num Pais democrático – até em ditaduras, que não é o caso de Angola, lógico, – que alguém fale como parece ele ter falado, mas…
AVISO PARA PARAR! QUEM AVISA AMIGO É
Ao
Senhor William Tonet
Nós só lhe queremos avisar que o senhor tem estado a pisar o risco vermelho, por muitas vezes, principalmente contra os generais e alguns dirigentes deste país.
Você se coloca como advogado dos ditos autóctones, mas fique a saber que estes não lhe vão ajudar quando te tomarmos medidas drásticas.
A sua raiva, não deve ser atingida a todos nós pois não temos nada a ver se o senhor foi ou não reconhecido pela Presidência da República, pelo que fez no Moxico, nos acordos do Luena e onde se diz haver uma dívida para consigo.
Se é isso deve resolver junto de quem lhe deve e não meter-se connosco e denegrir a nossa imagem.
Somos militares e oficiais superiores e ainda mandamos neste país e podemos mais tarde ou mais cedo aplicar-lhe medidas activas, pois estamos fartos das suas critícas e denúncias contra nós.
Por outro lado só queremos lhe avisar também para parar por não adiantar continuar a ser advogado do seu amigo Miala, pois ele está a sentir o peso do nosso poder.
O poder de quem manda mesmo neste país.
O nosso poder real e efectivo. Por isso lhe avisamos que não vai haver lei, para lhe defender, por termos o controle de tudo e de todas as instituições.
Ele vai ficar mesmo lá. Preso e não vale a pena sonhar que o comandante-em-chefe lhe vai safar.
Quando você defende o Miala apostou no cavalo errado pois ele não se importará amanhã de lhe fazer mal, de trair, como fez a muitos de nós que o ajudamos no passado e, no final queria tirar-nos o nosso dinheiro e desgraçar a vida das nossas famílias.
Ele está a pagar a ousadia de tentar desvendar a vida dos outros inclusive do camarada presidente e agora parece que lhe está a utilizar e ao seu jornal, como se ele fosse a vitima.
Não é vitima. Ele sabe o que fez e sabe que iríamos reagir desta maneira, para salvaguarda do poder real.
Por aí você já pode ver que está a ser utilizado, por um homem que nunca mais vai ser ninguém neste país. Assim estás a ser burro, pois ele não vai te dar os milhões que te prometeu, porque vamos lhe tirar tudo, o mesmo que nos queria fazer.
Ele vai andar na rua da amargura, por ter tido a ousadia de querer mostrar ao mundo que é o mais honesto de todos e os outros é que roubam, então vamos lhe mostrar que também sabemos fazer as coisas, mais do que ele pensava e fazendo recurso a própria lei, que hoje controlamos. Não é a toa que nos principais órgãos da Justiça, tais como a Procuradoria Geral da República, o Tribunal Supremo e mesmo o novo Tribunal Constitucional, temos a sua testa generais, que têm primeirode cumprir as orientações militares e só depois discutir, se tiverem tempo.
Ele estava a pensar que era intocável e está atrás das grades. Está bem preso e já vai com sorte porque não o matamos, mas se você não parar pode ter a certeza que é lá onde você poderá ir também ou para outro sítio pior. Como quem avisa amigo é aconselhamos a parar com a tua assanhadice de quereres ser herói, pois fica a saber que aqui os heróis morrem mesmo.
26 dezembro 2007
Afinal qual é a situação de Kopelipa e de José Maria
De acordo com uma notícia do Apostolado, a “Cidade Alta” emitiu uma comunicação, distribuída pelos Serviços de Apoio ao Presidente da República, que desmente qualquer detenção de Hélder Vieira Dias “Kopelipa” ou do general António José Maria, chefe dos Serviços de Inteligência Militar (o sucessor do general Francisco Miala) nas instalações da polícia Judiciária Militar.Mas o interessante não está no desmentido mas na qualidade do desmentido e a forma como o faz.
Segundo o citado comunicado o desmentido só se refere à notícia difundida pelo Folha 8 – aproveito para agradecer o belíssimo, quanto tocante, votos de Boas Festas que o seu ilustre Director, William Tonet, me enviou – esquecendo-se de referir à da Manchete do Notícias Lusófonas de 22 do corrente – que sei ser diária e ansiosamente devoradas por certos sectores da Cidade Alta, ou não tivessem esses sectores tentado amordaçá-lo(?) através de uma compra a ser efectuada por hipotéticos representantes dos tais sectores.
Como o Notícias Lusófonas hoje muito bem analisa, este comunicado parece ter efeitos só para dentro do País, mas, estranhamente ou talvez não, dos portais noticiosos angolanos só o Apostolado fez uma difusão clara do referido comunicado e, simultaneamente, confrontando Tonet sobre a matéria; a Angop oferece-nos uma pequena notícia como que querendo tirar importância – falta saber a quem – à mesma…
Só se lamenta que a cidade Alta não tenha tido a mesma prontidão para exigir aos Ministérios da Justiça e do Interior uma rápida resolução dos jornalistas detidos e a aguardar serem ouvidos, ou julgados, pelo Tribunal.
05 novembro 2007
Abusos ou inconsciências?
(DDR)Entre os visados estava um dos arautos da Liberdade de informação em Angola, o Folha8, dirigida pelo carismático William Tonet, que soube, hoje estar hospitalizado no Brasil e a quem desejo rápidas melhoras.
Fi-lo na consciência que estava a alertar o próprio director das inconveniências em fazê-lo e, segundo o que me diziam de Luanda, sem referência à fonte inicial do mesmo.
Já ontem aqui coloquei um texto sobre a mesma matéria.
Todavia hoje recebi um e-mail de William Tonet que, embora me tenha sido enviado, na prática não me é dirigido mas a uma terceira pessoa onde é claramente nomeada.
Por respeito às duas entidades, o emissor e o visado não publico o citado e-mail.
No entanto há na epístola de Tonet uma frase que me diz respeito pessoalmente a mim e que passo a transcrever com a devida vénia ao emissor e ao visado: “Ademais sobre alguns textos e forma de publicação, recordo-me ter falado quer com o Eugénio, como o Eurico, após a tua permissão e quando fui ao Porto levei-te jornais para veres como estavam a sair os artigos.”
De facto fui contactado por William Tonet, via telemóvel, com quem troquei curtas palavras porque, e como ele o diz, ia para o Porto tendo ficado acordado nessa curta conversa – por sinal encontrava-me na Casa de Angola em despacho – que ir-nos-íamos encontrar dois ou três dias depois, após o seu regresso do Porto, para uma conversa mais alongada e pessoal.
Infelizmente, e segundo soube, os contactos no Porto prolongaram-se por mais tempo que Tonet desejava e quase que saiu directo para o avião que o levou de volta à nossa terra bem amada.
Ou seja, foi esse o único contacto que tivemos. Depois disso nada mais me ocorre!
Reitero o que já escrevi. Quero acreditar que houve alguma deficiente interpretação de William Tonet por quem mantenho – e disso ninguém me pode impedir de o ter – o maior respeito estima pelo trabalho que, tal como Rafael Marques, tem levado a efeito em Angola na defesa da liberdade de informação.
Tal como reitero que poderia ter publicado artigos e textos meus, depois de, através de um pequeno e-mail dado que o meu endereço é de domínio público, solicitado a sua permissão e deveria ter sido sempre colocada a fonte original dado que não estava, nem estou, a escrever directamente para o Folha8 ou outro órgão angolano que, abusivamente, publique artigos meus sem a minha prévia autorização ou a quem eu próprio lho tenha remetido, como já o tenho feito com órgãos informativos angolanos ou outros portais lusófonos.
04 novembro 2007
Será que o meu nome vende?
("furtado" daqui em tempos)Mas quando se sabe que artigos nossos são publicados, sem que do facto tenhamos conhecimento ou dado qualquer autorização, por órgãos informativos, no caso angolanos, e pelo facto somos francamente saudados – e quando a “homenagem” vem de sectores que nos são muito críticos… –, quando somos contactados, porque outros também estarão “no mesmo saco” e ponderam levar o caso à barra dos Tribunais, ficamos com a ideia que realmente o nosso nome vende.
Só lamento que além de não terem pedido autorização se tenham esquecido que se vendemos também devemos ser ressarcidos pelo facto.
Para não pagamento já basta aqueles que desde a primeira hora me ofereceram o seu espaço sem qualquer contrapartida como foram os casos dos semanários portugueses “Jornal Lusófono”, entretanto extinto, e “emFrente Oeste” e santomense “Correio da Semana”, e mais recentemente o semanário moçambicano “O Observador”, o matutino português Jornal de Notícias e o portal da Lusofonia, Notícias Lusófonas com quem mantenho regular colaboração além de esporádicas e afastadas colaborações com outros credenciados portais.
Sobre esta matéria proponho-vos uma leitura à Manchete de ontem do Notícias Lusófonas com emissão de Luanda, onde se refere a pelo menos 3 dos que têm artigos seus publicados e sem a devida autorização solicitada, nomeadamente, no Folha8 dirigida – talvez por isso a maior surpresa – por um dos maiores defensores da Liberdade em Angola.






