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| (foto do ©Público, de 26Mar2015) |
26 março 2015
Iémen, palco de uma luta fratricida
12 junho 2014
Al-Sisi, o novo faraó do Egipto
04 julho 2013
Egipto, e a democracia caiu nas ruas
Este texto foi transcrito no portal do jornal Pravda.ru (http://port.pravda.ru/news/mundo/06-07-2013/34881-egipto_ruas-0/)
14 dezembro 2012
Egipto e depois do referendo?
Amanhã o Egipto vai referendar a nova Constituição saída
de um Parlamento dominado pela Irmandade (Fraternidade) Muçulmana.24 novembro 2012
O novo faraó ou a afirmação de Hassan al-Banaâ?
Mohamed Morsi
assumiu esta
quinta-feira poderes que nem Mubarak tentou fazer: autodeclarou-se
inimputável face aos juízes sendo que todas as normas por ele mandatadas não
poderão ser revogadas pelas autoridades judiciárias.30 junho 2012
Egipto empossou primeiro presidente civil
Este apontamento foi transcrito no portal do jornal Pravda.ru (http://port.pravda.ru/mundo/02-07-2012/33281-egito_presidente-0/)
18 junho 2012
Egipto: e quem está a perder é… o Povo!
Neste
fim-de-semana houve a segunda volta das eleições presidenciais no Egipto sob o
espectro da contestada decisão do Alto Supremo Tribunal Constitucional que descredibilizou
as eleições legislativas e os respectivos resultados e deixou o campo aberto
para os militares voltarem a assumir o poder.15 junho 2012
No Egipto, Tribunal Constitucional dá golpe?
E em África os golpes de Estado persistem...
22 dezembro 2011
Egipto, a força das mulheres...
28 novembro 2011
Hoje há eleições em África…

1. Num dos casos, no Egipto, começaram as eleições legislativas que decorrerão até 11 de Janeiro próximo. Sei que são cerca de 40 milhões de eleitores, mas tanto dias para umas eleições? Não haverão legítimas dúvidas no final das mesmas quanto há possibilidade de haver duplicação de votantes, mesmo que coloquem o “dedinho” no tinteiro. Parece-me que a chamada tinta indelével só dura, no máximo dos máximos, uma semana…
2. No outro caso ocorrem eleições legislativas e presidenciais. É na República Democrática do Congo (RDC) onde se prevê a reeleição de Kabila para um segundo mandato – na prática é um terceiro porque já se encontrava no poder há 5 anos quando foi legitimado pelo voto no primeiro turno – facto mais reforçado por ter provocado uma alteração constitucional onde a simples maioria simples e numa única volta é suficiente para ser (re)eleito.
Apesar desta simples equação, ou talvez por causa dela, já houve distúrbios no Shaba/Katanga na linha do que já tinham acontecido, por toda a RDC antes das eleições se iniciarem.
3. As eleições em Marrocos deram aos islâmicos moderados do Partido Justiça e Desenvolvimento (PJD), liderado por Abdelilah Benkirane, que terão obtido entre 80 e 107 – varia consoante as fontes lidas – das 395 cadeiras da Câmara de Representantes, correspondendo a 27% das vagas do Parlamento, o que faz com que o partido, ainda que vitorioso, seja obrigado a fazer alianças com outras siglas para obter uma maioria absoluta confortável para governar.
O PJD, ficou à frente do partido Istiqlal (Independência ou Partido Nacionalista), do atual premiê, Abbas el Fasi, que obteve 60 cadeiras, e da Reunião Nacional de Independentes (RNI), do ministro da Economia e Finanças, Salahedin Mezuar, com 52.
De registar que nestas eleições houve uma quota específica para jovens e mulheres (cerca de 90 assentos) e que tiveram como resultado final a igual supremacia do PJD com 24 lugares seguido do Istiqlal, com 13 deputados, do RNI, com 12 assentos, e do PAM (Partido Autenticidade e Modernidade), com outros 12 eleitos.
11 fevereiro 2011
Mubarak já está out!!
O presidente do Egipto, Hosni Mubarak, ao fim de quase duas semanas de contestações cairotas e após ter redito, ainda ontem que só abandonava o poder em Setembro, por quando das legislativas marcadas para essa data, terá, hoje, apresentado a sua demissão.Terá demitido ou, mais provavelmente, “aconselhado” pelos seus antigos amigos e discípulos militares que dever-se-ia demitir podendo, caso contrário, ter algum maior dissabor e, talvez, perder uma grande parte, senão mesmo, a totalidade, da colossal fortuna ainda há dias revelada.
31 janeiro 2010
Egipto Tri-Campeão no CAN 2010, de Angola; e assim se fecha o pano
Assim terminou aquela que está considerada como uma das mais bem organizadas provas de futebol das Nações Africanas, o Angola-Orange CAN2010.
Só se lamenta que dois dos estádios, nomeadamente o Nacional 11 de Novembro”, em Luanda, onde aconteceram a abertura e encerramento e a maioria dos jogos apresentassem péssimos relvados. Também o “Chiazi” pautou por mau relvado. Em comparação os relvados de “Ombaka”, Benguela, e do “Tundavala”, no Lubango, apresentaram-se sempre em excelentes condições.
Mas como o que conta são os vencedores, o Egipto, excepto o troféu “Jogador Fair-Play” do torneio que foi para um ganês, arrecadou todos os títulos. Ao de Tri-Campeão de África juntou o de melhor Guarda-redes, El Hadary; o de melhor marcador, Gedo, com 5 golos; e o de melhor jogador do CAN, o capitão A. Hassan.
A festa encerrou com um belíssimo espectáculo coreografado por Ana Guerra sob a precursão das nossas marimbas e tambores, seguido de um espectáculo de pirotecnia.
Adeus CAN2010, em Angola, e até 2012 no CAN conjunto do Gabão e da Guiné-Equatorial.
Apesar dos jogadores do Togo não terem a culpa e serem as maiores vítimas saúdo a atitude da CAF que suspendeu aquele país por dois CANs devido à interferência do Governo de Lomé ao arrepio dos atletas que desejavam manter-se no CAN em respeito pelo desporto e pelos seus colegas feridos no abjecto ataque levado a efeito em Cabinda.
04 maio 2009
A força abusiva de uma religião-estado?
São conhecidos os entraves que alguns sectores políticos e jurídicos egípcios têm colocado nas áreas ecuménicas não islâmicas, como por exemplo, os Baha’is mesmo que os direitos de cidadania baha’i estejam reconhecidos pelo governo e justiça egípcia. Mas nem por isso deixem de ser claramente perseguidos ao ponto de, segundo parece, uma determinada comissão inter-ministerial ter exigido ao Parlamento do país que considerasse a Fé Baha’i como uma seita que coloca em causa a segurança nacional.
E se a Fé Baha’i é, ou tem sido desconsiderada, já os cristãos coptas, embora em minoria, eram aceites e respeitados.
Eram porque, aproveitando a crise epidemiológica que a Gripe A/H1N1, ou “gripe suína”, tem provocado a nível mundial e sabendo que os porcos são considerados pelos islâmicos – tal como pelos judeus e neste aspecto, a gripe suína conseguiu o que muitos políticos e estrategas não têm conseguido, fazê-los falar a uma só voz e em unanimidade – como animais impuros, unicamente criados e como fonte de alimento pelos cristãos, o Egipto decidiu mandar matar todos os suínos que existem no País, nomeadamente, nos bairros pobres de Cairo.
E mesmo sabendo, como a OMS o tem repetido, que não são os porcos os “culpados” desta gripe mas tão-só a razão do nome que foi dada à mesma.
Há aqui um claro ataque de radicais islamitas às outras convenções ecuménicas a que não será alheio, por certo, o poder dos ayatollas iranianos e as suas interferências na política interna religiosa do Egipto…
Estas atitudes contrariam todos os valores que os teólogos islâmicos moderados tentam incutir e mostrar ao Mundo, ou seja, que o Islão, tal como as outros duas grandes comunidades ecuménicas, se tem pessoas que usam a religião para prevaricar, também as há as que respeitam e sabem respeitar os valores de cada comunidade.
Mas enquanto o Mundo estiver refém do petróleo árabe – e, sejamos honestos, os maiores fundamentalistas até nem são os iranianos (que não são árabes) mas os sauditas – ou temer a eventual força nuclear de Teerão e o poder dos fundamentalistas suicidas – a maioria provenientes de zonas de baixos recursos ou pouco cultas –, os radicais iranianos manterão este status quo e esta “umbrella” social sobre o Mundo Ocidental e alguns dos seus vizinhos!
16 novembro 2008
Al-Ahly justifica o porquê de ser o Clube do Século para a CAF
Hoje, depois de ter vencido na primeira mão, por 2-0, os camaroneses do Coton Sport, de Garoua, nesta sua primeira final dos Campeões, os homens do Al-Ahli, onde pontuam dois angolanos Flávio (5 golos marcados nesta Liga) e Gilberto, empataram nos Camarões, a duas bolas, conquistando mais um troféu da Liga dos Campeões, denominado CAF/MTN Champions League.
Pela terceira vez, e a primeira que isto acontece a nível mundial, a equipa egípcia vai estar presente no Campeonato Mundial de Clubes.
10 fevereiro 2008
CAN2008: Egipto bi-campeão
(o golo dos campeões; foto ©elcalmeida via Eurosport)Um golo que saiu de um erro defensivo de um excelente e veterano jogador camaronês, o capitão Rigobert Song, o que vem comprovar que o erro não acontece só aos inexperientes e que na final a pressão, por vezes, tolda os sentidos dos mais habituados.
Uma final interessante que disse adeus ao Ghana e um até já a Angola, para 2010.
Morreu o CAN-Ghana2008 viva o CAN-Angola2010.
04 fevereiro 2008
Adeus CAN2008, Viva CAN2010
Caímos de pé como valentes guerreiros, perante o campeão em título.Fomos talvez um pouco modestos no desenvolvimento do jogo. Mas quem sou eu para questionar um treinador que já mostrou poder levar Angola a patamares nunca antes alcançados e ombrear com as maiores potências do futebol africano ao ponto dos Palancas Negras fazerem cair treinadores como o do Senegal e pôr em causa Carlos Alberto Parreira à frente dos Bafana-bafana.
Caímos perante o Egipto por 2-1 com um magnífico golo de Manucho e dois golos, nomeadamente o segundo, um pouco infantis, concedidos aos faraós.
Caímos, mas não nos vergámos, mostrando porque hoje era o Dia da Luta Armada.
Prova disso as imagens finais do jogo quando os egípcios se acantonaram na defesa ou o treinador deles substituiu um elemento das linhas avançadas por um defesa e a festa que fizeram no relvado como se tivessem ganho o CAN2008.
Agora cabe-nos a nós preparar o “nosso” CAN2010 e a ida ao Mundial de 2010 na vizinha África do Sul.
Entretanto vamo-nos deliciar, por certo, com uma final antecipada que oporá os finalistas do último CAN2006, Egipto e Costa do Marfim.
Quem vença o menos mau porque as duas são mesmo boas equipas.
22 fevereiro 2007
Bloguista incómodo no Egipto é amordaçado
Até aqui nada de relevante se não fosse o facto de hoje ter sido condenado a 4 (quatro) anos de cadeia por no seu blogue ter segundo as leis islâmicas egípcias “insultos ao Islão e difamado o presidente Hosni Mubarak”.
Entretanto já começou uma campanha internacional bem assim várias demonstrações bloguísticas em países e cidades como Bahrein, Londres, Estocolmo, Paris, Roma, New York (por duas vezes) e Washington DC para a libertação deste bloguista.
Vamos apoiar esta censura à censura de quem não gosta que os nomes sejam ditos com todas as letras: autocratas e ditadores!!
16 outubro 2006
Flávio põe Al-Ahly na final
O Al-Ahly beneficiou do golo fora marcado aos costa-marfinenses do ASEC Mimosa.
De notar que os dois finalistas já se encontraram na fase de grupos com uma vitória para cada um.
10 maio 2006
Ministro egípcio questiona disposição do Tribunal
(O mundo Baha'i)“O governo egípcio vai recorrer da decisão de um tribunal administrativo que decidiu a favor dos direitos da pequena minoria baha'i, afirmou o ministro dos assuntos religiosos Mahmoud Hamdi Zakzouk. Perante o Parlamento, o ministro declarou que a base do recurso seria a opinião do principal clérigo muçulmano, o Sheikh de al-Azhar, segundo o qual "o Bahaismo não é uma religião revelada reconhecida pelos muçulmanos"”.
Pessoalmente, o que do bahaismo conheço – e muito pouco – devo ao blogue “Povo de Baha”. O que aqui está em causa não é a qualificação deste rito religioso mas, tão só, o direito de um Governo questionar as deliberações de um tribunal suportando-se numa opinião de um imã local que não considera este rito como religião. E isto não será o princípio de um retorno ao radicalismo religioso dos Irmãos e Irmãs Muçulmanos que, ultimamente, vêm ganhando posição no Parlamento e na vida social egípcia (sobre este assunto aceder aqui, nos Ensaios), bem assim acompanhado do aumento de violência e atentados contra interesses turísticos no país?
E os coptas estarão em sobreaviso?
Por onde é que anda a liberdade religiosa e os Direitos Humanos?






